Grito dos Excluídos 2025 defende soberania e direitos sociais

Defendendo a soberania nacional e os direitos trabalhistas e sociais, o Sinteal participou neste domingo, 7 de setembro, da 31ª edição do Grito dos Excluídos. Iniciativa dos movimentos sociais junto com pastorais religiosas, o Grito dos Excluídos iniciou a programação com um ato ecumênico, na Praça da Faculdade trazendo reflexões e ações pela preservação da democracia e pela ampliação dos direitos trabalhistas.
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A diretoria dos Sinteal levou o posicionamento dos/as profissionais da educação sobre os ataques que o país vem sofrendo, principalmente sobre sua soberania, como ressalta o presidente Izael Ribeiro. “Uma grande marcha em defesa da democracia, por soberania, pelo fim da escala 6×1, pela redução de jornada sem redução de salário, pela taxação das grandes riquezas e em defesa da democracia, sem anistia pra golpista! Não se faz um país soberano sem a defesa irrestrita da democracia”.

Após a celebração, os movimentos sociais saíram da praça em direção ao Jaraguá. Cada um à sua maneira deu o recado que não se pode abrir mão da punição às pessoas e grupos que tentaram um golpe de estado contra o Brasil. “Só existem direitos se tiver democracia, é por isso que nós lutamos. O direito vem a partir de um povo livre onde haja essa democracia que é tão importante para nós. Então nós não podemos perder de vista esse direito do povo brasileiro, que foi conquistado com muito sangue, com muita luz para que nós fizéssemos uma democracia que ainda não é a que nós queremos, mas nós estamos lutando para que ela seja melhor que seja para todos os brasileiros e brasileiras”, ressaltou Consuelo Correia, vice-presidenta do Sinteal.





