Doze sistemas foram inspecionados, e a maioria deixou de funcionar cerca de dois anos após a instalação, obrigando moradores a depender de carros-pipa e água da chuva — uma situação que aumenta o risco de doenças transmitidas pela água.

O procedimento administrativo determina que os municípios enviem, em até 20 dias úteis, informações sobre cada sistema, responsáveis pela manutenção e cronograma de reativação. O MP acompanhará a implementação das medidas para garantir água potável contínua às comunidades.

A Promotoria destaca que o acesso à água é um direito fundamental e que a falta de manutenção dos sistemas fere princípios de eficiência e moralidade na gestão pública, prejudicando a saúde e a dignidade da população do sertão alagoano.