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Delegado que atuou no caso Marielle assume comando da PF no Rio

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Delegado que atuou no caso Marielle assume comando da PF no Rio

 

Leandro Almada foi responsável pelo inquérito que apurava a tentativa de obstrução da apuração das mortes da vereadora e do seu motorista

 

Marielle Franco (Foto: Reprodução)

O governo do presidente Lula trocou diretores da Polícia Federal (PF) em 18 estados e exonerou 26 dos 27 superintendentes regionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Entre as mudanças, publicadas no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (18), está o nome do delegado Leandro Almada da Costa, que assume superintendência da PF no Rio de Janeiro.

Na corporação desde 2008, Almada foi responsável pelo inquérito que apurava a tentativa de obstrução da apuração das mortes da vereadora Marielle Franco e o seu motorista Anderson Gomes.

O novo superintendente concluiu, em 2019, que houve obstrução de Justiça na apuração do assassinato da vereadora. De acordo com ele, policiais militares e advogados atuaram em organização criminosa para tentar atrapalhar as investigações do homicídio.

Leia mais: Preso na Paraíba suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco

O delegado apontou o policial militar Rodrigo Ferreira, conhecido como Ferreirinha, e a advogada Camila Nogueira como parte de uma organização que tentou atrapalhar as apurações.

(Foto: Reprodução/TV Globo)

Ao tomar posse no cargo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), disse que é uma “questão de honra” solucionar o assassinato de Marielle e de Anderson.

“Eu disse à ministra Anielle [Franco, ministra da Igualdade Racial e irmã de Marielle] e a sua mãe que é uma questão de honra do Estado brasileiro empreender todos os esforços possíveis e cabíveis, e a Polícia Federal assim atuará, para que esse crime seja desvendado definitivamente e nós saibamos quem matou Marielle e quem mandou matar Marielle Franco naquele dia no Rio de Janeiro”, disse Dino.

O ministro também sugeriu federalizar as investigações sobre o caso. Para isso, seria necessário um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Caso

Atualmente, o caso da morte de Marielle e Anderson segue sem respostas sobre o mandante do crime. A vereadora e o motorista foram assassinatos a tiros, no dia 14 de março de 2018, na região central do Rio, quando estavam no veículo saindo de uma reunião. Uma assessora da vereadora sobreviveu ao atentado. 

Quase um ano depois, foram presos como autores do crime o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz.

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