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Quarta, 10 Junho 2020 17:20

Partidos de esquerda e movimentos sociais convocam carreata antifascista Destaque

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Partidos de esquerda e movimentos sociais convocam carreata antifascista

Concentração acontece no terminal do conjunto Salvador Lyra, no domingo (14), às 14h

↑ Carreata acontece no próximo domingo (Imagem: Divulgação)

Depois da mobilização na praça Centenário, no último domingo (7), quando centenas de manifestantes percorreram parte da Av. Fernandes Lima, mantendo o distanciamento e usando máscaras de proteção, os movimentos sociais e partidos de esquerda voltam mais uma vez às ruas.

A convocação, dessa vez, é para uma carreata que será iniciada às 14h do próximo domingo (14), no terminal de ônibus do conjunto Salvador Lyra, e deverá percorrer os bairros da parte alta da cidade, alertando para as medidas antidemocráticas e que retiram direitos dos trabalhadores, promovidas pelo governo Bolsonaro.

A carreata faz parte de uma série de ações que estão sendo organizadas pela frente antifascista. “Vamos chamar novos atos, fazer carreatas, passeatas, intervenções urbanas com pequenos grupos, além de utilizar as redes sociais. O que não podemos é deixar esse governo esmagar a luta dos trabalhadores para retirar nossos direitos”, disse Nina Tenório, do PCO.

Segundo os ativistas, o governo Bolsonaro deixa bem claro a sua condução elitista, ao priorizar os sistema bancário e as grandes empresas, deixando a população de baixa renda abandonada em meio a essa pandemia de covid 19. “A primeira medida do governo Paulo Guedes foi oferecer uma ajuda de R$ 1,3 trilhão aos bancos, enquanto queria destinar apenas duzentos reais por família para auxílio emergencial”, destaca Lenilda Luna, presidente municipal da Unidade Popular (Maceió).

Os manifestantes ponderam ainda que, a dificuldade de acesso ao auxílio emergencial e as precárias condições de saneamento e moradia não tem permitido aos moradores das periferias de manter o distanciamento social. “Precisamos ir à luta pelos direitos dos trabalhadores, principalmente os de baixa renda, que não podem ficar em casa esperando a morte chegar”, finaliza Marcos Antônio da Silva (Marrom), da coordenação nacional da FNL.

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Fonte: Assessoria

Ler 517 vezes Última modificação em Quarta, 10 Junho 2020 17:20

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