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II Festival do Coco de Roda Alagoano começa dia 23 de junho

  
Foto: Adaílson CalheirosAf0119b4 f0e3 4b9d 8dac 14bf4ff984e7

O Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), em parceria com a Liga dos Cocos Alagoanos (Licoal), realiza de 23 a 30 de junho o 2º Festival de Coco de Roda de Alagoas, a partir das 19h30, que acontecerá na Praça Multieventos, bairro da Pajuçara.

O evento contará 16 grupos de coco de roda que competirão entre si, além de grupos convidados que se apresentarão no dia 28. “O festival é importante para movimentar os grupos, que aguardaram o evento durante todo o ano. A competição é combustível para que eles sem empenhem ainda mais em fazer o melhor”, disse o presidente`da Liga dos Cocos de Roda de Alagoas (Licoal), Nilton Rodrigues.

Para a secretária de Estado da Cultura, Mellina Freitas, a realização do Festival ajuda a preservar as raízes alagoanas. “Não poderíamos deixar de apoiar mais uma vez esses grupos que representam perfeitamente a cultura de Alagoas. O Festival foi um sucesso no ano passado, e temos certeza de que, juntos, faremos novamente uma grande festa”, ressalta a titular da pasta. Os grupos melhores classificados receberão um troféu de participação ao fim do Festival.

Confira a programação e ordem de apresentações dos grupos:

23/06

Mandacaru

Pisa na Fulô

Raízes Nordestinas

Reviver

24/06

Reis do Cangaço

Arco-íris

Xique-xique

Estrela de Alagoas

25/06

Leões de Fogo

Los Coquitos

Xodó Nordestino

Catolé

26/06

Paixão Nordestina

Flor de Mandacaru

Águia de Fogo

Sensashow

27/06

10° colocado

9° colocado

8° colocado

7° colocado

6° colocado

28/06

Coco de Piaçabuçu

Coco Embolada de Rio Largo

Coco Pisa miudinho

Coco Gangazumba das Alagoas

29/06

5° colocado

4° colocado

3° colocado

2°colocado

1° colocado

30/06

Grande Final

Brasileiras exigem resposta do governo sobre assédio contra russa

 

Casos de violência de gênero, segundo a vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, são uma “pandemia global” e precisa ser combatida por todas as nações. Entidades de defesa dos direitos femininos e lideranças políticas repudiam atitude de torcedores brasileiros que agrediram mulher na Rússia.

Por Iberê Lopes

Reprodução da internet
  
O assunto em todos os cantos do Brasil é a Copa do Mundo na Rússia. Mas no último final de semana não foi o debate sobre futebol que dominou as redes sociais. Um grupo de brasileiros foi protagonista de cenas de misoginia, que se espalharam rapidamente pela internet. 

Torcedores da seleção aparecem em um vídeo onde junto a uma estrangeira fazem referência à genitália dela. As imagens deixam claro que a mulher não entende a língua portuguesa e tenta repetir a frase pensando ser uma brincadeira. Eles repetiram as palavras "boceta rosa" várias vezes.

A União Brasileira de Mulheres (UBM) emitiu nota repudiando a atitude dos torcedores “que assediam russas e que exaltam frases repugnantes e repulsivas”. 

Segundo a entidade de defesa dos direitos das mulheres, a violência contra o sexo feminino está perigosamente naturalizada e cada vez mais crescente, “a ponto que é quase impossível passar um dia sem que se saiba de alguma humilhação, violando a integridade física ou tirando a vida um outro ser humano pelo simples fato de se tratar de uma mulher”.

Mesmo diante da agressão, o ministério das Relações Exteriores disse que não pode agir. Segundo informações, o órgão deve apenas orientar os visitantes brasileiros quanto sua conduta em outros países. 

Sobre o caso, a pré-candidata à presidência da República, Manuela D’Ávila, disse que o episódio revela duas questões que marcam o Brasil de 2018. “De um lado o machismo, o racismo, a misoginia, o assédio que é muito forte e naturalizado no país. É o tradicional é “brincadeira”, é “comum”. De outro lado, a força da luta das mulheres que não calam e não calarão”, afirmou em sua conta no twitter.

No início de junho, a vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, alertou sobre a escalada de violência contra as mulheres e meninas. Em Bruxelas, para o fórum Dias Europeus de Desenvolvimento, ela descreveu o tema como uma “pandemia global”. 

Amina cobrou que países ponham um fim aos abusos motivados por questões de gênero — quando uma mulher é agredida simplesmente por ser mulher.

“Ataques e discriminação estão profundamente encravados em normas, atitudes e práticas sociais”, afirmou a representante das Nações Unidas. “Transformar essas mentalidades exigirá investimentos significativos de tempo, recursos e vontade política”, disse.

Atualmente, segundo a ONU, uma em cada três mulheres é ou será vítima de violência de gênero no mundo. Em média, por ano, 17 milhões de meninas se casam quando ainda são menores de idade. Quase metade das mulheres assassinadas são mortas por um parceiro ou ex-parceiro. 

Relatora da Lei Maria da Penha na Câmara, principal instrumento legal de combate à violência de gênero no Brasil, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) pediu aos jogadores da seleção que se pronunciem contra o assédio sofrido pela russa. “Essa mensagem não pode ficar assim, sem resposta. A torcida brasileira tem milhões de mulheres. São filhas, mães, avós... respeito!”, reclamou.

Nas imagens, é possível identificar entre os agressores, o advogado e ex-secretário de Turismo de Ipojuca (PE), Diego Jatobá. Nesta segunda-feira (18), a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) fez um ato de repúdio ao machismo praticado por Jatobá. 

Em nota assinada pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Pernambuco, Ronnie Preuss Duarte, e pela presidente da Comissão da Mulher Advogada, Ana Luiza Mousinho, a entidade reafirmou o compromisso de proporcionar “às mulheres a garantia de exercício de suas liberdades individuais e sexuais, com igualdade de espaço, de oportunidades e, sobretudo, de tratamento".

No site do Itamaraty existe apenas um guia voltado aos torcedores, sem citar o assunto, que alerta para “materiais publicitários de qualquer tipo, panfletos com conteúdo religioso, político ou ofensivo, ou informações que atentem contra a ordem pública e/ou moral”. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não se pronunciou sobre o caso. 

Crimes contra a dignidade sexual estão em debate no Congresso Nacional

Projeto de lei que prevê aumento de pena para crimes contra a dignidade sexual estará em discussão nesta quarta-feira (20), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. O texto é um substitutivo da Câmara dos Deputados ao conteúdo de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). 

Depois que foi aprovada no Senado, os deputados propuseram novas causas de aumento de pena para os crimes desta natureza, além de indicarem mais três tipos penais: importunação sexual; induzimento ou instigação a crime contra a dignidade sexual e incitação ou apologia de crime contra a dignidade sexual.

De acordo com o relator da matéria, senador Humberto Costa (PT-PE), no mérito, as alterações da Câmara "são benéficas e oportunas, porquanto oferecem resposta a pleitos antigos da população feminina e aperfeiçoam a legislação penal, preenchendo alguns vácuos legislativos".




Com informações da ONU Mulheres e Agência Senado

PNE chega ao quarto ano com apenas um dispositivo cumprido

 

O Plano Nacional de Educação (PNE), que determina diretrizes, metas e estratégias para a política educacional, chega ao seu quarto ano de vigência com apenas um dos dispositivos cumprido integralmente e avanços em apenas 30% naqueles previstos para os anos de 2015, 2016, 2017 e 2018. O balanço foi realizado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação em parceria com o Laboratório de Dados Educacionais da UFPR.

PEDRO RIBAS/ANPR
  
O único dispositivo cumprido, com atraso, foi a publicação de estudos pelo INEP para aferir a evolução das metas a partir de informações organizadas por ente federado e consolidadas em âmbito nacional. O documento, no entanto, é alvo de críticas. Segundo a Campanha, o investimento em educação, explicitado na avaliação da Meta 20, que trata sobre financiamento, apresenta valores em relação ao PIB somente até 2014.

Outro ponto é que o relatório não apresenta dados desagregados por investimento por ente federado, essencial por revelar como foram os gastos federais direto em educação nos últimos anos, “mostrando que o Governo Federal não tem feito sua parte no aumento dos investimentos em educação, ao contrário de estados, DF e municípios”, avalia a Campanha.

O balanço também pontuou o descumprimento de dispositivos-base previstos na Lei do PNE, fundamentais para o cumprimento do Plano. “O Plano Nacional de Educação foi organizado como uma agenda progressiva, o que significa que seus dispositivos estão dispostos em um cronograma, com tarefas atribuídas para cada um dos dez anos. Se uma tarefa agendada para 2015 não for feita, ela prejudica o cumprimento de outra agendada para 2016, 2017 e assim por diante”, explica o coordenador da Campanha, Daniel Cara.

Entre os atrasos figuram, por exemplo, a instituição do Sistema Nacional de Educação, previsto para 2016, dois anos após a aprovação da Lei, e que seria responsável por promover articulação entre os sistemas de ensino, em regime de colaboração, para efetivação das diretrizes, metas e estratégias do PNE.

Na mesma situação encontram-se as estratégias 20.6, 20.7, 20.8, 20.9, 20.10 e 20.11, que compõem a meta 20 de financiamento, e tratam da implementação progressiva do Custo Aluno Qualidade inicial (CAQi) e do Custo Aluno Qualidade (CAQ), instrumentos que preveem um padrão mínimo de financiamento da educação, de modo a garantir qualidade em sua oferta; além do estabelecimento de um regime de colaboração, em que a União se responsabiliza a complementar financeiramente Estados, Distrito Federal e municípios que não alcançarem o valor mínimo do financiamento projetado.

Os atrasos, segundo especialistas, seguramente impactam no cumprimento das demais metas do Plano e dificultam a possibilidade do País de reparar a histórica trajetória de atraso educacional no que diz respeito à garantia do direito a uma educação de qualidade na educação básica e no ensino superior.

“Ainda temos 2,8 milhões de crianças e adolescentes fora da escola, o que é gravíssimo. Outro ponto é que o PNE se configura em um período em que a pirâmide etária brasileira tem a maior parte da população na base, ou seja, são crianças e adolescentes. Garantir o direito à educação é necessário para que eles se desenvolvam plenamente e atuem futuramente pelo desenvolvimento do País”, atesta Andressa Pellanda, coordenadora de políticas educacionais da Campanha.

O professor do Departamento de Planejamento e Administração Escolar da UFPR, Thiago Alves, pontua que o Brasil está muito abaixo da média dos países desenvolvidos em relação a população economicamente ativa que conclui um curso de graduação. “O Brasil tem em torno de 14% dessa população, enquanto a média dos países da OCDE é de 33% e outros como Estados Unidos, Japão e França superam os 40%”, observa.

Fatores políticos e econômicos

Para Pellanda e Alves, o Plano Nacional de Educação é escanteado por uma conjunção de fatores políticos e econômicos. Um deles é a Emenda Constitucional 95, que estabelece um teto aos gastos públicos por 20 anos e “segue na contramão do previsto pela legislação do Plano”, na opinião de Andressa, que relembra que o PNE prevê um aumento progressivo do financiamento da educação até 2024, com patamar de 7% do PIB para a educação em 2019 e 10% ao final do decênio. Hoje, o Brasil está no patamar de 5,5% do PIB, segundo o INEP. A emenda Constitucional, por sua vez, prevê o congelamento dos gastos até 2036.

A medida, segundo a especialista, deve impactar também o próximo Plano Nacional de Educação que ainda nem foi formulado. “Aumentar o financiamento da educação é estritamente necessário pra conseguirmos cumprir o Plano. Sem isso, não vamos conseguir abrir mais vagas, necessárias para incluir todo mundo na escola, fora o fato de que precisamos melhorar a qualidade da educação para os estudantes que estão na escola hoje, o que também passa pelo financiamento”, adverte Andressa.

Nesse contexto, o Plano prevê, via CAQi, a implementação do piso do magistério, além de investimentos na formação docente, na estrutura das escolas e na relação professor aluno, com vistas a menos estudantes por sala de aula.

Fora do espectro econômico, pesam sobre o descumprimento do Plano Nacional de Educação algumas decisões políticas, como pontua Thiago Alves. “De 2014 para cá temos questões decorrentes de uma mudança inesperada de governo, fora do curso das eleições, que causa uma instabilidade e não permite colocar a educação como uma pauta prioritária”, pondera.

As políticas educacionais pautadas pelo atual governo como a Reforma do Ensino Médio e a Base Nacional Comum Curricular para a etapa também divergem do teor do PNE, segundo Andressa. “Não temos garantidos os insumos de qualidade necessários, como financiamento e valorização de professores e nem a dimensão de uma nova pedagogia, como pleiteada pelos estudantes durante as ocupações das escolas”, garante.

Os especialistas reforçam a necessidade de um arranjo institucional entre municípios, estados e União para que o regime de colaboração, já previsto na Constituição Federal, saia do papel. “O Plano Nacional de Educação é complexo, mas necessário, e carece de consensos e pactos mínimos”, conclui Thiago.

Por Ana Luiza Basilio, na Carta Educação

Eduardo Galeano: O futebol é uma alegria que dói

 

Em entrevista gravada em junho de 2010, concedida ao apresentador Alberto Dines, o premiado escritor Eduardo Galeano discorre sobre vários assuntos sob a perspectiva do futebol. “O futebol é uma alegria que dói”, sentencia o mestre logo no início do descontraído bate-papo em sua residência, em Montevidéu.

  

 Fonte: TV Brasil

PSDB quer entender porque Alckmin não decola

Pré-candidato tucano à Presidência não consegue pontuar bem nas pesquisas de intenção de voto

↑ Geraldo Alckmin (Foto: Reuters)

Sem demonstrar até aqui qualquer capacidade de reagir eleitoralmente, o pré-candidato a presidência Geraldo Alckmin começa a provocar insegurança generalizada no PSDB. O partido resolveu contratar uma pesquisa para tentar entender porque o ex-governador não ‘decola’ nas pesquisas – na verdade, ele mal taxia. O resultado preliminar é emblemático: o eleitorado não acredita que Alckmin irá ate o fim da corrida eleitoral.

A informação é da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.

“O PSDB encomendou uma pesquisa para tentar entender como Geraldo Alckmin não decola em São Paulo. Ele deixou o cargo de governador com 36% de aprovação e hoje não crava mais do que 15% dos votos no estado. Uma das constatações preliminares é a de que o eleitorado tradicional do partido não acredita que Alckmin será candidato até o fim da corrida eleitoral.”

Fonte: Brasil 247

MPE recomenda que Prefeitura adote medidas do Serviço de Geologia do Brasil

Documento também será enviado ao Governo do Estado

↑ Equipe da Seminfra vistoria galeria em rua no bairro do Pinheiro; posteriormente, rachaduras serão fechadas (Foto: Sandro Lima)

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio da 66ª Promotoria de Justiça da Capital, expediu recomendação à Prefeitura de Maceió para que sejam adotadas as medidas apontadas pelo Serviço de Geologia do Brasil no relatório confeccionado pela instituição após um estudo feito nas ruas do bairro do Pinheiro, onde foram registrados tremores de terra nos meses de fevereiro e março deste ano. O documento também será enviado ao Governo do Estado, através da procuradoria-geral de justiça de Alagoas.

“O Objetivo é descobrir o que causou os abalos sísmicos. Instituições especializadas em estudo de solo realizaram uma visita técnica ao local dos tremores. Mas o estudo feito na região não apontou a real causa dos tremores. Sabemos apenas que foi verificada uma trinca linear e continua de 240 metros de comprimentos, que danificou ruas, galerias pluviais, tubulações de rede de água e prejudicou, também, vários imóveis. Portanto, foi aconselhado adotar estudos mais aprofundados para tenha chegar a uma conclusão. E, para que isso aconteça, o Poder Público precisa adotar as medidas aconselhadas pelas instituições. É isso que estamos recomendando”, disse o promotor de Justiça Antônio Sodré, titular da 66ª Promotoria de Justiça da Capital e autor da recomendação.

O relatório aponta que deve ser feito um estudo de subsuperfície utilizando o método Gound Penetraing Radar (GPR), que sempre consegue boas respostas nas situações de análises de profundidades rasas. Caso esse método não identifique o motivo dos abalos, será preciso um estudo mais aprofundado, dessa vez com a aplicação do método eletrorresistividade.

“Há ainda a recomendando que se aguarde o resultado dos estudos para que sejam feitas obras de pavimentação e das tubulações de água afetadas pelos tremores, para que estes trabalhos sejam feitos com o conhecimento geotécnico adequado, o que pode evitar o aparecimento de novas rupturas”, disse o promotor de justiça.

“Poder Público precisa adotar as medidas aconselhadas pelas instituições. É isso que estamos recomendando”, disse o promotor de Justiça Antônio Sodré (Foto: Ascom MPE/AL)

Também foi recomendado que o Governo do Estado ou a Prefeitura de Maceió, dentro de suas atribuições, promovam a contratação de mão de obra qualificada para utilização de equipamentos indicados no relatório do Serviço de Geologia do Brasil e Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e que servirão para determinação exata das causas dois abalos sísmicos.

Em sua parte final, o relatório que serviu de base para recomendação emitida pelo MPE/AL, afirma ainda que é preciso um mapeamento com delimitação integral da área atingida pelo faturamento do solo; a instalação de redes de monitoramento geodésico e sismográfico, incluído os poços de sal da Brasken; o monitoramento da geometria das cavidades geradas pela exploração do sal, desde os poços mais antigos até os recentemente perfurados, através dos perfis sônicos ou método semelhante; e o monitoramento da abertura de fraturas, no maior número possível e de forma mais ampla, contemplando toda área atingida pelas fissuras.

“Vários motivos foram levantados que vão desde o carreamento de sedimentos, agravados com a chuva intensa, até o bairro está localizado em uma área tectonicamente ativa. Há inclusive que um das condições para que o tremor ocorresse é a ausência de esgotamento sanitária na região. Por isso, a recomendação será enviada ao Governo do Estado. Nenhuma das hipóteses para o motivo desses abalos podem ser descartadas”, afirmou Antônio Sodré.

Fonte: Ascom MPE/AL

Alagoanas são convocadas para defender a seleção de futebol em amistosos

Jogos contra os Estados Unidos acontecerão no final de junho e começo de julho

↑ Brenda e Geisy Pretinha foram chamadas para a equipe Sub-20 nacional(Foto: Ascom/Selaj)

Dias após o encerramento da Copa Rainha Marta, duas jogadoras que já participaram da competição mostraram a força do futebol feminino. As atacantes Brenda e Geisy Pretinha foram chamadas pelo técnico da seleção Sub-20, Doriva Bueno, para ao amistosos contra os Estados Unidos, no final de junho e começo de julho.

O treinador anunciou a convocação das 21 atletas que ficarão concentradas na Granja Comary, em Teresópolis, Rio de Janeiro, de 21 e 26 de junho, para o período de treinamentos. Posteriormente, as atletas viajam para Portland, onde serão realizados os jogos.

Os confrontos acontecem nos dias 30 de junho, no Upper Field, Catlin Gabel School, às 13h30 (17h30 de Brasília), e dia 3 de julho, no Ronaldo Field, Nike World Headquarters, às 19h (23h de Brasília).

As partidas servem como preparação da Copa do Mundo da categoria Sub-20, que será disputada entre os dias 5 e 24 de agosto, na França. O Brasil tem estreia marcada para o primeiro dia de jogos, no Stade du Clos Gastel, em Dinan/Léhon, contra o México.

As alagoanas se destacaram atuando pelo União Desportiva de Alagoas, já foram convocadas para as seleções de base e ganharam o mundo do futebol. Brenda atua no Iranduba do Amazonas e deve jogar fora do país ainda este ano, enquanto Pretinha defende o Madri CF, time da primeira divisão da Espanha.

Confira a lista das convocadas:

Goleiras

 

Nicole – Santos

 

Jully – Associação Atletica Napoli SC

 

Laterais

 

Isabella Fernandes – Ponte Preta

 

Monalisa – Iranduba

Zagueiras

 

Luana – Ferroviária

 

Thais Regina – Sport

 

Tainara – Vitória

 

Ingryd – Flamengo

 

Volantes

 

Karla – Santos

 

Angelina – Santos

 

Ana Vitória – Corinthians

 

Juliana – Ferroviária

 

Meio-campo

 

Laura Spenazzatto – Iranduba

 

Kerolin – Ponte Preta

 

Victória – Minas Brasília

 

Katrine – Grêmio Audax

 

Ariadina – Sport

 

Atacantes

 

Valéria – Grêmio Audax

 

Brenda – Iranduba

 

Geyse – Madrid CFF

 

Miriã – Rio Preto

Fonte: Agência Alagoas

Alagoas ultrapassa meta de vacinação contra a Influenza

Campanha de vacinação foi prorrogada até sexta-feira (22), nos 102 municípios alagoanos

↑ Até às 16h20 desta segunda-feira (18), o Estado já havia imunizado 91,37% do público-alvo, o que corresponde a 622.593 pessoas(Foto: Carla Cleto)

Mesmo com a prorrogação da Campanha de Vacinação contra a Influenza até a sexta-feira (22), Alagoas já ultrapassou a meta de 90% estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS). Até às 16h20 desta segunda-feira (18), segundo o Programa Nacional de Imunização (PNI), o Estado já havia imunizado 91,37% do público-alvo, o que corresponde a 622.593 pessoas.

Dos nove estados do Nordeste, apenas Alagoas e o Ceará (94,61) já atingiram a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. Ainda de acordo com o PNI, 99,24% das puérperas; 99,22% dos indígenas; 99,62% dos idosos; 101,09% dos professores; 98,24% dos trabalhadores de saúde, 79,72% das crianças e 84,80% das gestantes se vacinaram. Já para os servidores do sistema prisional, adolescentes que cumprem medidas socioeducativas, população privada de liberdade e portadores de doenças crônicas não há meta pré-estabelecida.

Este ano, o público alvo da Campanha de Vacinação contra a Influenza são as crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto). Ainda estão entre os contemplados os trabalhadores de saúde e os professores das escolas públicas e privadas, bem como, os indivíduos com 60 anos de idade ou mais.

Também fazem parte do grupo a ser vacinado os servidores do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade que cumprem medidas socioeducativas e a população privada de liberdade. O público-alvo da campanha contempla, ainda, os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e os povos indígenas.

Pré-requisitos

Para se vacinar, os integrantes do público alvo devem comparecer aos postos de saúde espalhados nos 102 municípios do Estado, segundo a assessora do PNI em Alagoas, Denise Castro.

“Quem ainda não se vacinou deve levar o cartão de vacinação e não perder a oportunidade de se prevenir contra a H1N1, H3N2 e Infuenza B”, recomendou, ao acrescentar que a única contra indicação é para os que têm alergia à proteína do ovo de galinha e seus derivados.

Fonte: Agência Alagoas

Treze municípios alagoanos sofreram retenção do FPM por conta de dívidas previdenciárias

  
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Alguns municípios de pequeno porte em Alagoas vem sofrendo com a retenção do repasse do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, que mantém a economia de muitas cidades, que não possuem uma economia própria. A realidade foi mostrada em um estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) com base em dados fornecidos pelo Banco do Brasil. 

Ao todo, treze cidades alagoanas tiveram pelo menos um decênio com comprometido com as dívidas previdenciárias, o que dificulta muito o cumprimento das competências municipais. De acordo com a CNM, o FPM, principal fonte de receita de grande parte dos municípios brasileiros, não acompanhou o crescimento dos custos das prefeituras nos últimos anos, o que justifica e acentua o quadro de crise existente em quase todos os Municípios.

Para elaborar o estudo, a Conferederação teve comocomo base os dados do Sistema de Informações do Banco do Brasil  (SISBB), que consolida o extrato do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), atualizado até abril de 2018.

As retenções ocasionadas por dívidas previdenciárias são respaldadas por lei, mas também podem ocorrer outros tipos de débitos tais como FGTS, BNDES, Medidas provisórias, dentre outras. Até maio deste ano, 1.203 Municípios tiveram pelo menos um repasse entre 70% e 100% do FPM retido pela Receita Federal do Brasil (RFB).

Em termos monetários, o ano de 2018 já acumula R$ 2,7 bilhões retidos até maio. Houve uma queda de 16% em relação a 2016 e de 26% em relação a 2017, com 3,24 bilhões e 3,67 bilhões acumulados até maio dos respectivos anos.

Quanto aos 100% retidos, até maio, o Estado de São Paulo foi o que apresentou mais retenções (com 60 Municípios). Em segundo, o Rio Grande do Norte com 54 Municípios com pelo menos uma retenção. O Estado do Amapá foi o único que não teve retenções.

Quanto ao porte, os Municípios pequenos foram os que mais sofreram 100% de retenções em 2018, totalizando 452 Municípios. Os de médio acusaram 45 retenções, enquanto os de grande porte tiveram 50 retenções. No total foram 547 Municípios com seus Fundo de Participação 100% zerados em algum decêndio do ano.

Retenções

A retenção do recurso funciona semelhante ao sistema de cheque-especial em um banco. A partir do momento que o recurso entra na conta, ele é automaticamente debitado. No que se refere aos descontos e às retenções do FPM, os valores podem ser retidos em razão da dívida previdenciária, conforme previsto no art. 3º, § 10, da Medida Provisória (MP) 2.129-6/2001.

Segundo a MP, o Município autoriza (em cláusula do acordo celebrado) que, caso falte pagamento de débitos vencidos ou de prestações de acordos de parcelamento, haja a retenção do FPM e o repasse ao INSS do valor correspondente à mora, por ocasião da primeira transferência que ocorrer após a comunicação da autarquia previdenciária ao Ministério da Fazenda.

A mesma Medida Provisória assinala que o Município autoriza, no acordo, a retenção do FPM e o repasse à autarquia previdenciária do valor correspondente às obrigações previdenciárias correntes do mês anterior ao valor do recebimento do fundo. Igualmente, aceita a retenção pelas instituições financeiras de outras receitas municipais nelas depositadas e o repasse ao INSS do restante da dívida previdenciária apurada, na hipótese em que os recursos oriundos do FPM não forem suficientes para a quitação do parcelamento e das obrigações previdenciárias correntes.

Foto: Ascom PRF7bc2cf38 1882 4f2a 981e eb9a10bcbe03Ônibus da empresa Gontijo seguia de Recife (PE) para Aracaju (SE) com 23 passageiros.

A Polícia Rodoviária Federal  (PRF) conseguiu  recuperar um carro roubado , liberar uma refém  e impedir um assalto a um ônibus na madrugada deste sábado (16), em um trecho da BR 101, no município de Campo Alegre, a cerca de 68 km de Maceió.

De acordo com a PRF, os policiais realizavam um patrulhamento  noturno ostensivo quando avistaram um ônibus da empresa Gontijo, que vinha de Recife, em Pernambuco, com destino a Aracajú, em Sergipe, parado na rodovia. Ao lado do coletivo estava um veículo modelo Ford Fiesta, de cor  prata e placa não informada.

Os policiais perceberam que havia um homem, em pé na via, ao lado da janela do ônibus e apontando uma arma para o motorista.

Ao notarem a aproximação da viatura da PRF, o homem efetuou diversos disparos  de arma de fogo contra a guarnição enquanto corria em direção ao Fiesta, cujo motorista também atirava contra a viatura que foi atingida pelo disparo.

 Os policiais revidaram e o condutor perdeu o controle da direção do veículo e o carro invadiu o canavial ao lado da rodovia. Os criminosos fugiram a pé, correndo pelo matagal.

Uma mulher estava dentro do veículo conduzido pelos criminosos e gritou pedindo socorro. Ela foi resgatada e contou aos agentes que estava sendo mantida como refém pelos bandidos.

Ainda segundo a mulher, que não teve a identidade revelada, ela era passageira do veículo que foi abordado pelos criminosos próximo ao Povoado Coité, em São Miguel dos Campos. Na abordagem o motorista conseguiu fugir e ela foi feita refém.

O ônibus transportava  23 passageiros. Segundo o motorista, eles saíram de Recife às 15h30  com destino ao estado de Sergipe. Ninguém ficou ferido durante a ação.

A polícia realizou buscas na região à procura da dupla, mas até o momento os criminosos não foram localizados.  A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de São Miguel dos Campos.

 

*Estagiária

Com informações Ascom PRF

 
 
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