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Secretário de Direitos Humanos do Maranhão pede punição de Bolsonaro

 

Francisco Gonçalves avalia que presidente estimula desobediência civil armada ao aumentar limite de compra de munição

 

(Foto: Reprodução)

Na última quarta-feira (10), a Justiça Federal em São Paulo, suspendeu a Portaria Interministerial n° 1.634, de 22 de abril de 2020, editada pelos ministérios da Defesa e da Justiça e Segurança Pública, que aumentou o limite de compra de munições para quem tem porte e posse de arma de fogo. Na reunião ministerial do dia 22 de abril, tornada pública pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, o presidente Jair Bolsonaro manifestou a intenção de armar a população dizendo que a portaria era “um recado para as autoridades que defendem o isolamento social durante a pandemia”.

O despacho da 25ª Vara Cível Federal de São Paulo foi em resposta à ação do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP). A decisão liminar foi proferida pelo juiz federal Djalma Moreira Gomes.

Em função do fala e da própria portaria, o secretário de Estado dos Direitos Humanos e de Participação Popular do Maranhão, Francisco Gonçalves, junto à Justiça Federal da 1ª Região, também pediu, além da suspensão já concedida pela Justiça, a nulidade da portaria e a condenação dos que a assinaram, incluindo o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro.

Na avaliação do secretário, a ampliação do limite máximo de quantidade de munição comprada impactada diretamente na política de segurança pública do país. O ato administrativo aumentou de 200 por ano para 550 munições por mês. Para além da quantidade, o secretário de Direitos Humanos do Maranhão considera que a portaria gera interferência em ações que são da alçada do Ministério da Defesa e da Polícia Federal. Ele ainda destaca problemas no parecer que serviu de base para a publicação da portaria.

“Eu entrei com essa ação contra o presidente Jair Bolsonaro, contra o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva e contra o general Eugênio Pacelli Vieira Mota, porque os três estão diretamente implicados nessa questão. A primeira é de que essa portaria é manifestadamente nula por se embasar em uma manifestação técnica de uma autoridade pública que já não exercia sua função mais na época, e não tinha mais vínculo com a administração pública. No caso, o general Eugênio Pacelli Vieira Mota”.

A Justiça Federal em São Paulo utilizou esse mesmo argumento para anular a portaria: “Em suma, a edição da Portaria Interministerial 1.634/GM-MD, padece de vício que a nulifica, tornando inválido o processo de sua formação, tanto por falta de competência do emissor do ‘parecer’ produzido para subsidiar a edição da Portaria Interministerial quanto por ausência de motivação”, diz a decisão.

“Para se ter uma ideia, a manifestação que foi feita foi um e-mail de duas linhas transmitido por esse agente com o texto dizendo: – ok. Você imagina fazer uma mudança tão brusca na compra de munição em um dos itens mais importantes da segurança pública, somente por um “ok” de alguém que não estava autorizado para fazer essa manifestação?”, questiona Gonçalves.

O secretário entende que não há razões que justifiquem a portaria, além de haver um “claro desvio de finalidade”, porque o porte de arma é permitido somente em três circunstâncias: defesa pessoal justificada; esporte, uma vez que há quem considere o ato uma prática, como por exemplo, caçar animais; e posse de agentes públicos como policiais. Assim, na análise do secretário, o fato de o presidente ter dito que ia “mandar um recado” por meio da portaria para prefeitos e governadores é ilegal e inconstitucional.

“O que o presidente da República estava enunciando era exatamente a reação armada contra a decisão legítima dos prefeitos e governadores de proteção à vida. O presidente da República está estimulando, desse modo, a desobediência civil armada, o que implica em formação de milícias políticas para enfrentar autoridades públicas que estão cumprindo com o dever constitucional de defender a vida das pessoas em um momento de pandemia. Isso é de uma gravidade que tem que ser enfrentada não só do ponto de vista político, mas do ponto de vista jurídico”.

Alerta

Um alerta feito pelo secretário de Direitos Humanos são as recorrentes ações do presidente que vêm facilitando a aquisição de armas e munições. Para ele, é difícil controlar onde se encontram essas armas e munições. Isso coloca em risco não só a segurança das pessoas, mas das instituições democráticas do país.

“Isso que nós estamos vivendo no Brasil é um momento muito perigoso, e por isso precisamos ter uma atitude estratégica e ética de defesa da vida. Eu estou convencido de que enfrentando os nossos temores, nós precisamos enfrentar essa política de morte, essa política de destruição da vida”, concluiu. A suspensão da Justiça também considerou que o aumento significativo na permissão de compra de munições é contrário ao Estatuto do Desarmamento, que prevê o combate ao aumento da letalidade no meio social.

Fonte: Brasil de Fato

Auxílio emergencial até dezembro reduz impactos da crise, diz estudo

 

Recursos são usados para pagar aluguel, comprar comida, pagar contas. “Ajudar a mitigar os impactos da crise”, afirma a economista Débora Freire

 

(Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro disse que vai vetar o valor de R$ 600 reais nas duas parcelas adicionais que serão pagas ao público que já recebe o auxílio emergencial. Para ele, essa diferença traria um impacto adicional de R$ 100 bilhões nas contas públicas. O que diria então sobre estender o pagamento até dezembro.

Mas não é bem assim. Uma nota técnica de economistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostra que o auxílio, se pago às mesmas pessoas, no mesmo valor, até o mês de dezembro, pode mitigar os impactos da crise trazida pela covid-19 à economia brasileira.

“O custo da política é três vezes maior, mas os benefícios tendem a ser cinco vezes maiores em termos de PIB e arrecadação do governo. As famílias usam esses recursos para pagar aluguel, comprar comida, pagar contas. O auxílio pode ajudar a mitigar os impactos da crise”, disse a economista Débora Freire em entrevista à Rádio Brasil Atual.

Fonte: Rede Brasil Atual

Governadores do Nordeste rechaçam Bolsonaro por invasões a hospitais

 

O incentivo de Bolsonaro aos seus apoiadores para que invadam hospitais foi definido como um atentado à saúde pública

 

Em carta divulgada na tarde desta sexta-feira (12), os governadores dos estados do Nordeste rechaçam a atitude do presidente Jair Bolsonaro de incentivar a invasão de hospitais por seus apoiadores numa tentativa de minimizar os efeitos da pandemia do coronavírus e confrotar a situação apresentada pelos meios de comunicação. “Não é invadindo hospitais e perseguindo gestores que o Brasil vencerá a pandemia”, escrevem os governadores Rui Costa (PT-BA), Renan Filho (PMDB-AL), Camilo Santana (PT-CE), Flávio Dino (PCdoB-MA) João Azevedo (Cid-PB), Paulo Câmara (PSB-PE), Wellington Dias (PT-PI), Fátima Bezerra (PT-RN) e Belivaldo Chagas (PSD-SE).

Os governadores chamam atenção para a irresponsabilidade do presidente da República ao tentar mobilizar setores da população que o apoiam para invadir hospitais, num verdadeiro atentado à saúde pública. Os líderes nordestinos acusam Bolsonaro de não reconhecer a grave crise sanitária enfrentada pelo Brasil, mesmo diante dos trágicos números registrados, que colocam o país como o segundo do mundo, com mais de 800 mil casos”. Ao mesmo tempo, registram “uma inusitada e preocupante situação” com em que, “após ameaças políticas reiteradas e estranhos anúncios prévios de que haveria operações policiais, intensificaram- se as ações espetaculares, inclusive nas casas de governadores, sem haver sequer a prévia oitiva dos investigados e a requisição de documentos”. Ou seja, após sabotar as ações dos gestores, o governo agora tenta usar seu aparato policial para envolvê-los em supostas irregularidades na aquisição de equipamento para o combate à Covid-19.

Abaixo, a íntegra da carta dos governadores:

“Não é invadindo hospitais e perseguindo gestores que o Brasil vencerá a pandemia”

Os governadores de Estado têm lutado fortemente contra o coronavírus e a favor da saúde da população, em condições muito difíceis.

Ampliamos estruturas e realizamos compras de equipamentos e insumos de saúde de forma emergencial pelo rápido agravamento da pandemia. Foi graças à ampliação da rede pública de saúde, executada essencialmente pelos Estados, que o país conseguiu alcançar a marca de 345 mil brasileiros recuperados pela Covid-19 até agora, apesar das mais de 41 mil vidas lamentavelmente perdidas no país.

Desde o início da pandemia, os Governadores do Nordeste têm buscado atuação coordenada com o Governo Federal, tanto que, na época, solicitamos reunião com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, que foi realizada no dia 23/03/2020, com escassos resultados. O Governo Federal adotou o negacionismo como prática permanente, e tem insistido em não reconhecer a grave crise sanitária enfrentada pelo Brasil, mesmo diante dos trágicos números registrados, que colocam o país como o segundo do mundo, com mais de 800 mil casos.

No último episódio, que choca a todos, o presidente da República usa as redes sociais para incentivar as pessoas a INVADIREM HOSPITAIS, indo de encontro a todos os protocolos médicos, desrespeitando profissionais e colocando a vida das pessoas em risco, principalmente aquelas que estão internadas nessas unidades de saúde.

O presidente Bolsonaro segue, assim, o mesmo método inconsequente que o levou a incentivar aglomerações por todo o país, contrariando as orientações científicas, bem como a estimular agressões contra jornalistas e veículos de comunicação, violando a liberdade de imprensa garantida na Constituição.

Além de tudo isso, instaura-se no Brasil uma inusitada e preocupante situação. Após ameaças políticas reiteradas e estranhos anúncios prévios de que haveria operações policiais, intensificaram- se as ações espetaculares, inclusive nas casas de governadores, sem haver sequer a prévia oitiva dos investigados e a requisição de documentos. É como se houvesse uma absurda presunção de que todos os processos de compra neste período de pandemia fossem fraudados, e governadores de tudo saberiam, inclusive quanto a produtos que estão em outros países, gerando uma inexistente responsabilidade penal objetiva.

Tais operações produzem duas consequências imediatas. A primeira, uma retração nas equipes técnicas, que param todos os processos, o que pode complicar ainda mais o imprescindível combate à pandemia. O segundo, a condenação antecipada de gestores, punidos com espetáculos na porta de suas casas e das sedes dos governos.

Destacamos que todas as investigações devem ser feitas, porém com respeito à legalidade e ao bom senso. Por exemplo, como ignorar que a chamada “lei da oferta e da procura” levou a elevação de preços no mundo inteiro quanto a insumos de saúde?

Ressalte-se que, durante a pandemia, houve dispensa de licitação em processos de urgência, porque a lei autoriza e não havia tempo a perder, diante do risco de morte de milhares de pessoas. A Lei Federal 13.979/2020 autoriza os procedimentos adotados pelos Estados.

Estamos inteiramente à disposição para fornecer todos os processos administrativos para análise de qualquer órgão isento, no âmbito do Poder Judiciário e dos Tribunais de Contas. Mas repudiamos abusos e instrumentalização política de investigações. Isso somente servirá para atrapalhar o combate ao coronavírus e para produzir danos irreparáveis aos gestores e à sociedade.

Deixamos claro que defendemos investigações sempre que necessárias, mas de forma isenta e responsável. E, onde houver qualquer tipo de irregularidade, comprovada através de processo justo, queremos que os envolvidos sejam exemplarmente punidos.

Rui Costa, Governador da Bahia

Ações fiscalizam cumprimento de decreto junino; Fogueiras e fogos de artifício estão proibidos

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A ação da fiscalização integrada especial para o período junino começa nesta quinta-feira (11). Os agentes de fiscalização do Município, em conjunto com órgãos estaduais, vão atuar para garantir o efetivo cumprimento das determinações estabelecidas nos decretos governamentais quanto aos festejos juninos. O decreto 8.883, de maio deste ano, estabeleceu medidas adicionais temporárias para o combate ao novo coronavírus.

Estão proibidas a comercialização e a queima de fogos de artifício em espaços públicos e privados; bem como fogueiras em espaços públicos ou privados. Além disso, também não podem ser realizados eventos nem as tradicionais aglomerações dos festejos juninos. Estão suspensos os alvarás concedidos antes da publicação do Decreto, inclusive para barracas de vendas de fogos de artifício.

 
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Três equipes vão percorrer as ruas da cidade durante os períodos da tarde e noite para fiscalizar e garantir a obediência ao decreto, durante os dias 11, 12, 13, 23, 24, 28 e 29 de junho, por serem as datas mais tradicionais dos festejos. Quem desobedecer terá a fogueira apagada e o material recolhido. Os estabelecimentos poderão ser lacrados ou desmontados. Quem insistir, poderá ser multado e até mesmo conduzido a uma delegacia por desobediência.

A força-tarefa integrada especial é composta pela Secretaria Municipal de Segurança Comunitária e Convívio Social – com a Guarda Municipal e a Fiscalização de Posturas; Secretaria Municipal de Saúde – com a Vigilância Sanitária e Polícia Militar. Vão se unir à ação o Procon Maceió, o Corpo de Bombeiros e a Superintendência Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Sudes).

O secretário municipal de Segurança Comunitária e Convívio Social, Enio Bolivar, reforça que é importante a colaboração das pessoas. “O objetivo é evitar acidentes causados por fogos, principalmente em crianças, além de complicações respiratórias provocadas pela fumaça. Por isso, as proibições abrangem áreas públicas e privadas, incluindo, portas, calçadas, praças, dentro de condomínios, salões de festa, entre outros. Além disso, continuam valendo as medidas do Decreto nº 8.877/2020”, orienta.

*Com assessoria 

Partidos de esquerda e movimentos sociais convocam carreata antifascista

Concentração acontece no terminal do conjunto Salvador Lyra, no domingo (14), às 14h

↑ Carreata acontece no próximo domingo (Imagem: Divulgação)

Depois da mobilização na praça Centenário, no último domingo (7), quando centenas de manifestantes percorreram parte da Av. Fernandes Lima, mantendo o distanciamento e usando máscaras de proteção, os movimentos sociais e partidos de esquerda voltam mais uma vez às ruas.

A convocação, dessa vez, é para uma carreata que será iniciada às 14h do próximo domingo (14), no terminal de ônibus do conjunto Salvador Lyra, e deverá percorrer os bairros da parte alta da cidade, alertando para as medidas antidemocráticas e que retiram direitos dos trabalhadores, promovidas pelo governo Bolsonaro.

A carreata faz parte de uma série de ações que estão sendo organizadas pela frente antifascista. “Vamos chamar novos atos, fazer carreatas, passeatas, intervenções urbanas com pequenos grupos, além de utilizar as redes sociais. O que não podemos é deixar esse governo esmagar a luta dos trabalhadores para retirar nossos direitos”, disse Nina Tenório, do PCO.

Segundo os ativistas, o governo Bolsonaro deixa bem claro a sua condução elitista, ao priorizar os sistema bancário e as grandes empresas, deixando a população de baixa renda abandonada em meio a essa pandemia de covid 19. “A primeira medida do governo Paulo Guedes foi oferecer uma ajuda de R$ 1,3 trilhão aos bancos, enquanto queria destinar apenas duzentos reais por família para auxílio emergencial”, destaca Lenilda Luna, presidente municipal da Unidade Popular (Maceió).

Os manifestantes ponderam ainda que, a dificuldade de acesso ao auxílio emergencial e as precárias condições de saneamento e moradia não tem permitido aos moradores das periferias de manter o distanciamento social. “Precisamos ir à luta pelos direitos dos trabalhadores, principalmente os de baixa renda, que não podem ficar em casa esperando a morte chegar”, finaliza Marcos Antônio da Silva (Marrom), da coordenação nacional da FNL.

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Fonte: Assessoria

Polícia prende novos suspeitos de ligação com assassinato de Marielle Franco

Foi preso nesta manhã o sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, de 44 anos, suspeito de ajudar o miliciano Ronnie Lessa, apontado como o assassino da vereadora carioca

↑ Maxwell Simões Corrêa, Ronnie Lessa e Marielle Franco (Fotos: Reprodução e Mídia Ninja)

APolícia Civil e o Ministério Público do Rio deflagraram nesta quarta-feira (10) uma operação contra suspeitos de ligação com o PM reformado Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos que mataram a ex-vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes. Foi preso o sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, de 44 anos, conhecido como Suel.

O bombeiro é suspeito de ajudar Ronnie a se desfazer de armas, que teriam sido jogadas no mar após a prisão do policial, em março de 2019.

Suel foi detido no começo da manhã em casa, num condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Na porta da mansão, os policiais encontraram uma BMW X6 avaliada em R$ 170 mil.

A ação foi desencadeada por policiais da Delegacia de Homicídios e por promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

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Fonte: Brasil 247

Prefeito e vereadores de Arapiraca pegam carona em ações do governo estadual

Governo estadual iniciou as obras de instalação da central de triagem a pessoas com suspeitas de Covid-19

 

O prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo (PSDB) e alguns vereadores aliados estão utilizando as redes sociais e alguns sites de notícias para respaldar as ações do governo estadual no combate à Covid-19 no município.

Depois que o governador Renan Filho e o vice-governador Luciano Barbosa anunciaram o início das obras de uma central de triagem na cidade, o prefeito e alguns vereadores estão aparecendo na mídia e pegando carona nas duas obras, na tentativa de mostrar que estão preocupados com a saúde dos moradores.

Ocorre que, nas duas últimas semanas, o Ministério Público Estadual (MPE) instaurou dois inquéritos para apurar irregulares da gestão do prefeito Rogério Teófilo na distribuição de alimentos estragados no kit da merenda escolar e a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais de saúde que atuam diretamente no combate à pandemia em Arapiraca.

Além disso, a obra de construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), segue com mais de dois anos de atraso e ainda sem data definida para a sua inauguração.

Esses fatos não estão sendo cobrados pela maioria dos vereadores, que continuam fazendo vistas grossas para os principais problemas que afligem os moradores da segunda maior cidade de Alagoas.

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Fonte: Sucursal Arapiraca

98% dos colaboradores da TIM querem manter a rotina de home office após pandemia

Pesquisa realizada pela operadora destaca qualidade de vida e aumento de produtividade e insere o smart working em uma posição relevante para o futuro das organizações

Aumento de produtividade e engajamento, melhora na qualidade das interações de trabalho, treinamentos e comunicação eficazes são alguns destaques positivos da experiência dos colaboradores da TIM com o home office. Recente pesquisa realizada pela operadora sobre esse modelo de trabalho – adotado amplamente no mundo durante a pandemia de COVID-19 – mostra que 98% dos funcionários querem atuar de casa pelo menos uma vez por semana, mesmo em um cenário de normalidade; 90% adotariam a modalidade duas vezes por semana ou mais.

“Os indicadores reforçam a inovação e a agilidade presentes em nossa cultura organizacional e ressaltam que há uma oportunidade em relação ao smart working, algo que as empresas já estão avaliando no mundo pós-pandemia. A rotina flexível e digital da TIM nos permitiu implementar o home office em todo o Brasil com grande engajamento e espírito de coletividade, mesmo em um cenário desconhecido para todos.  Seguiremos com o suporte necessário para que os colaboradores continuem no desafio de conciliar as atividades remotas com a rotina das famílias no isolamento social”, explica Maria Antonietta Russo, VP de Recursos Humanos da TIM Brasil.

O estudo revela uma melhora significativa na execução das atividades, fluxo de trabalho e planejamento das tarefas. Mesmo com o distanciamento social, as interações com a equipe direta são consideradas boas ou ótimas por 78%, assim como a disponibilidade da liderança imediata (90%). Qualidade de vida é destaque, com o fim das horas perdidas em engarrafamentos, economia, mais segurança, proximidade com a família e possibilidade de inserir outras atividades na rotina.

A visão dos líderes também é positiva: 96% dos gerentes e diretores afirmam que o engajamento de seus times se manteve, melhorou ou melhorou muito. As ferramentas de trabalho têm avaliação positiva e o suporte oferecido pela TIM para lidarem com esse período por meio de ações de aprendizagem e contato diário com os colaboradores foram reconhecidos como diferenciais: 79% destacam os treinamentos como bons ou ótimos e 93% consideram a comunicação eficaz.

Todos esses indicadores elevados refletem nas entregas: 72% dos colaboradores se sentem tão ou mais produtivos quanto antes. A pandemia, entretanto, faz com que 20% declarem algumas limitações, sendo o maior desafio conciliar trabalho e vida pessoal, incluindo a rotina com crianças. “Era um impacto esperado, mas, aliado aos demais indicadores, demonstra que o home office é uma aposta importante para o futuro, em um ambiente mais saudável, onde a rede de apoio volta a funcionar”, ressalta Maria Antonietta.

O estudo, respondido por mais de 5 mil funcionários, é base para o plano de retomada das atividades presenciais na TIM, que permanecerá 100% em home office até o final de agosto. São cerca de 7,5 mil colaboradores em trabalho remoto desde 20 de março, incluindo os profissionais do call center próprio e das centrais de monitoramento de rede. As equipes de campo atuam na manutenção da infraestrutura da empresa apoiadas por um rigoroso plano de contingência e mitigação de riscos. Em paralelo, a companhia iniciou o plano de reabertura gradual das lojas próprias em regiões que não possuem restrições governamentais, seguindo todas as orientações oficiais de prevenção a COVID-19. A TIM monitora a evolução do contágio e do contexto externo para avaliar os próximos passos, priorizando sempre a saúde e o bem-estar dos funcionários e dos clientes.

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Fonte: Assessoria

Reflexões para o agora em live com tributo a Cazuza

O Acta Multiplataforma realiza mais uma live solidária, neste sábado (6), às 14h

↑ Diogo Oliveira e banda após ensaio para a live (Foto: Divulgação)

Meio bossa nova e rock ’n’ roll, mas totalmente atuais, as canções feitas pelo cantor e compositor Cazuza nunca estiveram tão frescas (talvez até mais do que quando foram compostas). Em tempos de fake news, racismo crescente, a onda violenta de homofobia e o totalitarismo delirante da censura, versos como “A burguesia fede” nunca foram tão necessários de serem reverberados. E para quem deseja relaxar e não perder a militância, neste sábado (6), a partir das 14h, em seu canal do YouTube, o Acta Multiplataforma realiza mais uma live solidária e dessa vez com o cantor Diogo Oliveira interpretando canções do imortal Cazuza. À frente do Tributo a Cazuza desde 2003, Diogo Oliveira, ex-vocalista da banda alagoana Mente Profana, disse que preparar um repertório variado do compositor carioca. Segundo ele, no setlist estão músicas mais pulares como Exagerado, Bete Balanço e Brasil e canções do chamado lado B, como Filho Único e Cobaia de Deus.

De acordo com Diogo, o repertório escolhido foi atual e tem relação direta com o momento pelo que passa o Brasil. “O cancioneiro de Cazuza é atual, nunca esteve tão de acordo com a realidade em que estamos vivendo. Aliás, isso é o que sempre me aproximou da obra deste homem, o seu olhar crítico para as questões sociais, seu olhar de dentro pra fora, afinal ele vem da parcela da sociedade que chamamos de alta sociedade ou burguesia. Ele conseguiu se distanciar dos eu próprio universo, e lançar um olhar humanizado para o que estava ao redor. Essas músicas são uma reflexão para o agora”, disse o cantor que tem formação em Música pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e especialização em arte e educação.

Cazuza e suas polêmicas

Cazuza (1958-1990) foi um cantor e compositor brasileiro, um dos maiores ídolos da geração do pop-rock dos anos 1980. “Exagerado”, “Codinome Beija-flor”, “Brasil” e “Faz Parte do Meu Show”, são alguns dos seus grandes sucessos.

Cazuza (Agenor de Miranda Araújo Neto) (1958-1990) nasceu no Rio de Janeiro no dia 4 de abril de 1958. Filho de João Araújo, produtor fonográfico, e da cantora Lucinha Araújo, cresceu no meio artístico convivendo com grandes cantores da Música Popular Brasileira.

Cazuza estudou no tradicional colégio Santo Inácio de Loyola e no Colégio Anglo-Americano. Ainda jovem já escrevia poemas. Em 1976, foi aprovado no vestibular de Comunicação, mas desistiu do curso três semanas depois. Começou a frequentar o Baixo Leblon, levando uma vida de boêmio.

Foi levado por seu pai para trabalhar na gravadora Som Livre, onde fez triagem de fitas de novos cantores e escreveu releases para divulgar os artistas. No final de 1979 foi para os Estados Unidos, onde fez curso de fotografia na Universidade de Berkeley, em São Francisco. Em 1980 retornou ao Rio de Janeiro e ingressou no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone, no Circo Voador. Foi nessa época que cantou em público pela primeira vez, na peça “Paraquedas do Coração”.

Em 1981, Cazuza foi indicado pelo cantor Léo Jaime para vocalista de uma banda que estava se formando na casa do tecladista Maurício Barros, no bairro do Rio Cumprido. Estava se formando a banda “Barão Vermelho”, que despontou nas paradas com as músicas “Pro Dia Nascer Feliz”, “Bete Balanço”, entre outras. Em 1984, a banda lança o álbum “Maior Abandonado”, cuja faixa-título foi o último sucesso da banda com a participação de Cazuza.

Em 1985, Cazuza iniciou sua carreira solo, e nesse mesmo ano gravou seu primeiro álbum, “Exagerado”, que fez grande sucesso com as músicas “Exagerado”, “Mal Nenhum”, “Codinome Beija-Flor”, entre outras. Nesse mesmo ano descobre ser portador do vírus HIV. Em 1987 vai para os Estados Unidos tentar um tratamento para a doença.

Ainda em 1987, lançou o álbum “Só Se For a Dois”, onde se destacou a música “O Nosso Amor a Gente Inventa”. Em 1988, lançou “Ideologia” que levou às paradas as músicas “Faz Parte do Meu Show” e “Brasil”.

Em fevereiro de 1989, Cazuza declarou publicamente que era portador do vírus da AIDS. Nesse mesmo ano lançou seu último álbum, intitulado “Burguesia”. Ao receber o Prêmio Sharp de Melhor álbum para “Ideologia” e de Melhor Canção para “Brasil”, compareceu à premiação numa cadeira de rodas, já bastante debilitado pela doença.

Cazuza faleceu no Rio de Janeiro, no dia 7 de julho de 1990.

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Fonte: Assessoria

PM registra aumento de 78% nas denúncias relativas ao Decreto Emergencial

Na sexta-feira (05), a Polícia Militar flagrou 39 casos de descumprimentos

↑ Ao todo, foram utilizados mais de 800 militares para averiguação das denúncias (foto: Divulgação)
Nessa sexta-feira (05), a Polícia Militar flagrou 39 casos de descumprimentos ao Decreto de Situação de Emergência do Governo de Alagoas em enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19), nas áreas do Comando de Policiamento da Capital (CPC), que abrange a Região Metropolitana de Maceió, e do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM), no Agreste do Estado.
 
O número de flagrantes aumentou em 78% dos casos verificados no dia anterior, quando foram registradas 22 denúncias. Confira a incidência por tipos de enquadramento de ocorrência:
 
Grande Maceió:
– Nove flagrantes de funcionamento irregular do ramo de bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres;
– Dois flagrantes de descumprimento no segmento templos, igrejas e demais instituições religiosas;
– Um flagrante de funcionamento irregular de academias, clubes, centros de ginástica e estabelecimentos similares;
– Dezessete flagrantes de atividade esportiva e/ou aglomeração em área pública.
 
3º BPM (unidade responsável pelo policiamento em Arapiraca, Girau do Ponciano, Taquarana, Campo Grande, Olho D’Água Grande, Jaramataia, Junqueiro, Feira Grande, Traipu, Lagoa da Canoa, Teotônio Vilela, São Sebastião, Limoeiro de Anadia, Coité do Nóia e Craíbas):
– Três flagrantes de funcionamento irregular do ramo de bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres;
– Três flagrantes de descumprimento no segmento de Lojas ou estabelecimentos que pratiquem o comércio ou prestem serviços de natureza privada;
– Quatro flagrantes de atividade esportiva e/ou aglomeração em área pública/privada.
 
Efetivo mobilizado: 810 militares, divididos em 280 viaturas do policiamento ordinário e do Programa Força Tarefa, além das unidades distribuídas pelas demais cidades do Estado. A ação da PM contempla policiamento ostensivo, rondas nos pontos comerciais e fiscalização da restrição do transporte rodoviário intermunicipal. Nas rodovias, equipes do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) também estão atuando nas barreiras sanitárias instaladas em pontos estratégicos que ligam Alagoas a outros estados.
 
Fique em casa! Em caso de descumprimentos denuncie e ligue:
 
190 – para flagrante de funcionamento irregular de estabelecimentos comerciais não listados no decreto como serviço essencial;
181 – (Disque-denúncia) – para ações que foram divulgadas para ocorrer, como um show.
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Fonte: Ascom PM

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