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Nas redes sociais, governador anuncia pagamento do rateio do Fundeb para os professores

 
Foto: Daniel Paulino/CMRs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=trueGovernador Renan Filho participou de entrega de novos equipamentos para a Segurança Pública

O governador Renan Filho anunciou em suas redes sociais que os professores da rede estadual de ensino terão depositado em suas contas um 14º, fruto do rateio dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Filho explicou que o recurso pago esse ano será maior do que o salário recebido por cada professor, mas que o repasse do valor dependerá da aprovação do Projeto de Lei na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).

Segundo o governador, como o recurso entrou já no finalzinho do ano não foi possível fazer o pagamento no ano corrente. “Isso deve ocorrer logo no retorno do recesso dos deputados”, completou ele.

Além do rateio, ele ainda anunciou o pagamento do bônus para as escolas que conseguiram atingir ou superar a meta do IDEB. “Serão mais de 4 milhões de reais. Hoje, Alagoas desponta como um dos estados do país que mais avançou na qualidade no ensino. Parabéns a todos os professores que trabalharam pra sua escola atingir a meta”.

Esse bônus é destinado para os professores e os servidores da escola.

Abaixo-assinado tenta barrar reajuste na tarifa de ônibus em Maceió

Manifestações estão marcadas para segunda (6), na intenção de impedir que tarifa do transporte público na capital alagoana aumente

↑ Para Antônio Rodrigo, valor atual é alto, tendo em vista o tempo curto do percurso e a má qualidade dos ônibus ofertados para os cidadãos (Foto: Edilson Omena)

Há dois anos, a capital alagoana não registra aumento na passagem do transporte coletivo, já considerada abusiva no atual valor de R$ 3,65. Por isto, diante da aprovação do reajuste para R$ 4,10 por parte do Conselho Municipal de Transporte de Maceió, manifestantes contra o valor da tarifa promovem ações desde a semana passada para impedir o acréscimo. A primeira delas está sendo o recolhimento de assinaturas para impedir o acréscimo.

Antônio Sabino, diretor de Educação e Formação Comunitária da Federação das Associações de Moradores e Entidades Comunitárias de Alagoas (Famecal), explicou que membros da entidade passaram pela Rua do Comércio, principal via de acesso aos ônibus em Maceió, coletando assinaturas do abaixo-assinado, junto à população.

“Mas não parou por lá, a intenção é na próxima segunda-feira, dia 6, fecharmos vários pontos de acesso do transporte coletivo para chamar a atenção dos passageiros e sociedade em geral contra o aumento da passagem”, avisou Sabino.

Segundo ele, o documento coletivo será encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE), ao Ministério Público de Contas de Alagoas (MPC/AL), Câmara Municipal de Maceió, Defensoria Pública e ao Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas (TJ/AL), solicitando que as autoridades impeçam o aumento considerado ‘abusivo’ da passagem de ônibus da cidade de Maceió.

PONTOS DE BLOQUEIO

A população maceioense deve ficar atenta quanto aos pontos de bloqueio na próxima segunda-feira (6), diante do protesto que tem previsão para começar às 7h. O Terminal de Ônibus do Benedito Bentes estará fechado. Como também a Avenida Durval de Góes Monteiro, nas imediações da Bomba do Gonzaga, em frente à Escola Rotary. Outro local que será bloqueado é a Avenida Major Cícero de Góes Monteiro, no Mutange, em frente ao Campo de CSA. Também o Terminal de Ônibus do Conjunto Residencial Graciliano Ramos também.

Além da Avenida principal do Clima Bom 2, a rodovia AL-101 Norte estará interditada nas imediações da Garça Torta e entrada do Alto de Ipioca. A avenida principal de acesso ao Aterro Sanitário de Maceió, no Conjunto 1° de Junho, próximo ao Conjunto Carminha, no Benedito Bentes II, também ficará interditada.

Para Antônio Rodrigo Fecci, o valor cobrado é considerado alto para a realidade de Maceió, tendo em vista o tempo curto do percurso e a má qualidade dos ônibus ofertados para os cidadãos. “A frota não traz nenhum conforto, sem falar no tempo que se passa aguardando o transporte. Para falar a verdade, para se ter um valor justo teria que trabalhar na qualidade dos serviços, além da Prefeitura de Maceió cair em campo para fiscalizar os clandestinos e lotação”, pontuou.

“Não preciso tanto andar de ônibus, porque trabalho em dias alternados, mas quem precisa de ônibus todos os dias, sofre bastante com o descaso e acaba recorrendo ao transporte ilegal”, opinou.

Yara Costa também concorda com Antônio. Embora ela seja estudante e só pague meia passagem, diz que acha cara e concorda com a permanência em R$ 3,65. “O trabalhador sofre, porque não é somente passagem, são muitas despesas, muitos vivem de aluguel, tem alimentação, escola de filhos, saúde, tudo isso encarece no orçamento. Para se cobrar por um transporte caro é mais digno primeiro investir em qualidade das estradas e do transporte”, colocou.

Aumento representaria um índice de 12% no valor atual

Yara Costa também avalia que o valor atual da passagem é alto e concorda com o não reajuste (Foto: Edilson Omena)

No dia 26 de dezembro passado, o Conselho de Transporte Municipal aprovou os cálculos da nova tabela paramétrica realizada por uma empresa de consultoria contratada pela Prefeitura de Maceió, que sugere o aumento de R$ 3,65 para 4,10 no preço da passagem de ônibus na capital, representando um reajuste de 12,16% no valor que é cobrado atualmente. Foram dez votos favoráveis e três contrários ao aumento.

Durante a reunião extraordinária, as entidades favoráveis ao aumento citaram a diminuição do número de passageiros e o aumento das gratuidades como fatores importantes para a elevação no preço da passagem. Para eles, o custo deveria ser subsidiado entre estado, município e sociedade.

O presidente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), Antônio Moura, falou na ocasião que o aumento só ocorreria se a frota de ônibus fosse renovada em 2020, a partir deste mês de janeiro.

Duas mil assinaturas foram contabilizadas até esta quinta (2)

 

O diretor da Famecal disse que foram contabilizadas até o momento cerca de duas mil assinaturas, mas a coleta segue na próxima semana. “Segunda-feira, faremos um grande ato pelas ruas do Comércio da capital e em vários bairros da cidade, a exemplo do Conjunto Graciliano Ramos, Grota do ‘Andraújo’ e Conjunto 1° de junho, no Clima Bom 2. Várias comunidades vão buscar assinaturas”, mencionou Antônio Sabino.

Para ele, embora o número já seja bastante expressivo, a quantidade de assinaturas deve ser significativa para a Câmara de Vereadores de Maceió e para o Tribunal de Justiça.

Movimento colhe assinatura de usuários do transporte coletivo (Foto: cortesia)

“Queremos juntar o máximo possível de assinaturas para protocolar na Câmara de Vereadores de Maceió. Caso o prefeito Rui Palmeira dê o aumento, a Famecal vai entrar com uma ação na Justiça”, emendou.

O representante da Famecal frisou ainda que os advogados da Federação já estão trabalhando na causa. No entanto, a luta continua nas ruas e nos locais de moradias, sobretudo em toda periferia de Maceió, onde os cidadãos mais precisam de condução para o seu deslocamento.

A Famecal defende a manutenção do atual valor da tarifa de transporte coletivo de Maceió, em R$ 3,65 e conta com o apoio da Confederação Brasileira das Federações de Associações de Moradores e Entidades Comunitárias (Confamec). Em alguns momentos a Federação trava luta conjuntamente com o Movimento Estudantil que compõem o Comitê Pela Redução da Passagem de ônibus de Maceió.

A Prefeitura Municipal de Maceió por meio da assessoria de comunicação informou que o prefeito Rui Palmeira ainda não tomou a decisão acerca do reajuste, bem como não disse qual seria a previsão para sancionar o reajuste da passagem.

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Fonte: Tribuna Independente / Ana Paula Omena

“Obrigações assumidas não significam reconhecimento de responsabilidade” reforça Braskem sobre rachaduras

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Marco Antônio/Secom Maceió/ArquivoRs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=trueBairro do Pinheiro

“As obrigações assumidas não significam o reconhecimento de responsabilidade da Braskem sobre a ocorrência de rachaduras nos bairros, decorrentes dos eventos geológicos de março de 2018, conforme esclarece o acordo”, afirmou a mineradora nesta sexta-feira (3), em texto divulgado pela sua assessoria de Comunicação acerca do acordo assinado hoje com a Defensoria Pública do Estado, MP, MPF e DPU.

A Braskem detalhou que as áreas a serem desocupadas estão identificadas “como de criticidade 00 no mapa da Defesa Civil municipal, datado de junho de 2019”, que também integra o documento assinado. Além delas, o acordo inclui 62 imóveis no bairro Bom Parto, definidos pela Defesa Civil.

O Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação, já implantado pela Braskem para moradores da área de resguardo e que prossegue normalmente, contempla auxílio aluguel, compra do imóvel e pagamento de valores referentes a danos materiais e morais, além de auxílio para mudança, assistência social, e psicológico. A Central do Morador, em Maceió, concentra os atendimentos. 

O acordo estabelece  que a desocupação deverá ser feita no menor tempo possível. Os custos de realocação dos moradores e as respectivas compensações  serão pagos pela Braskem. 

O acordo prevê a restituição de aproximadamente R$ 3,7 bilhões, até então bloqueados do caixa da empresa, sendo que R$ 1,7 bilhão será transferido para uma conta bancária da Braskem específica para o custeio do Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação. Além disso, a empresa manterá um seguro-garantia de R$ 2 bilhões eadicionalmente, a empresa manterá um seguro-garantia de R$ 1 bilhão para cobrir eventuais reparações ambientais.

Em comunicado encaminhado ao mercado ("Fato Relevante"), a Braskem informou que está considerando uma provisão de R$ 1 bilhão para as ações necessárias ao fechamento de poços de sal em Maceió. O prazo de execução dessas obras está sendo discutido com as autoridades. 

O mapa da Defesa Civil pode ser consultado neste link: http://www.maceio.al.gov.br/2019/06/mapa-de-setorizacao-de-danos-e-de-linhas-de-acoes-prioritarias/ .

 *Com Ascom Braskem

Câmara faz estudo sobre como declarar Bolsonaro e seus ministros mentalmente incapazes

Pedido é do deputado Marcelo Calero e visa responder a seguinte pergunta: qual é o procedimento a ser instaurado para declarar a incapacidade mental de gestores públicos, especificamente o presidente da República e seus ministros de Estado?

↑ Deputado Marcelo Calero mira sanidade mental de Jair Bolsonaro (Fotos: Vinícius Loures/Câmara dos Deputados e Reuters)

“Aassessoria jurídica da Câmara fez um estudo a pedido do deputado Marcelo Calero (Cidadania/RJ) para responder a seguinte pergunta: qual é o procedimento a ser instaurado para declarar a incapacidade mental de gestores públicos, especificamente o presidente da República e seus ministros de Estado?”, informa o jornalista Lauro Jardim, em sua coluna.

“A hipótese aventada pelo parlamentar, ainda que de difícil ocorrência, efetivamente não teria uma solução fácil em nosso atual ordenamento jurídico”, responderam os analistas Newton Filho e Jose Theodoro Menc, que fizeram uma ressalva. “Nada impede, entretanto, que uma proposta de inovação legislativa busque alterar o direito vigente, para disciplinar o processo de interdição de agentes políticos em exercício”.

Os dois lembraram que na História do Brasil há precedentes, por mais que os exemplos tenham acontecido há muitos anos. A primeira interdição de chefe de Estado foi em 1792. Na ocasião, D. Maria I foi obrigada a passar o bastão pra seu filho, o príncipe herdeiro D. João, após demostrar diversos episódios de loucura.

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Fonte: Brasil 247

Antônio João da Silva tem produção poética farta, original e instintiva

Autor sai de infância sofrida para realizar sonho de ser escritor

↑ Ele ostenta orgulhosamente o título de escritor revelação de 2019, concedido pela Associação Brasileira de Médicos Escritores

Acena literária alagoana sempre foi preciosamente pródiga em sua produção: Graciliano Ramos, Jorge de Lima, Lêdo Ivo, Dirceu Lindoso, Jorge Cooper, Arriete Vilela e Nilton Rosendo são nomes, cada um à sua época, que justificam a informação ufanista. Inspirado por estes e tantos outros nomes, o escritor Antônio João da Silva vem contribuindo para que as safras continuem sendo colhidas, já que trabalhou no corte de cana e na roça de arroz e é dono de uma poesia ingênua, original e instintiva, presente em quatro livros que lançou de maneira independente e nos dois que ganharão edição nos próximos meses.

Ostentando orgulhosamente o título de escritor revelação de 2019, concedido pela Associação Brasileira de Médicos Escritores (ele não é médico, mas a academia reconhece os trabalhos de escritores em geral), Antônio João da Silva conta que o amor pela literatura sempre o acompanhou desde a primeira vez que viu e ouviu os repentistas e cordelistas que desfilavam pelas ruas e feira de sua cidade Natal.

“Tive uma infância sofrida, tive que trabalhar cedo, no corte de cana, nas roças de arroz nas margens do Rio Mundaú. Estudei muito pouco, fui apenas alfabetizado e, mesmo assim, não tenho nem o diploma que comprove esse estudo. Por causa de uma traquinagem, não fui buscar. Mas assistir os repentistas e os cordelistas na feira, era um encanto, eu queria fazer o que eles faziam, escrever como eles. Mas a vida seguiu, tive que me afastar de Alagoas e eu fiquei acalentando esse desejo”, disse.

Ele ainda faz questão de contar que o amor pela literatura era tamanho que o levou, inesperadamente, a ter um emprego em que precisava ficar, literalmente, perto dos livros. “Fui morar em outro estado e comecei a trabalhar como vendedor de livros da Casa Publicadora Brasileira. Então, eu tinha um contato diário e íntimo com vários tipos de publicação, o que me reacendeu a vontade de escrever”, contou.

E de tanto ter vontade de acalantar o sonho de infância, ele hoje ocupa uma das cadeiras da Academia Maceioense de Letras, além de ser membro da mesma academia de Porto Alegre. “Quando eu comecei a produzir mostrava para os amigos, mas sem intenção de publicar. E sempre recebia como resposta: você tem que colocar tudo isso em um livro. Até que um dos amigos falou seriamente para mim, que era preciso mostrar o que eu escrevia para as pessoas. Acreditei e comecei a publicar meus trabalhos com recursos próprios e essa nova carreira foi se desbravando na minha vida e o sonho foi acontecendo”.

Assim, ele já tem publicados “Nos Braços da Poesia”, “Valor Divinal”, “Fatos, Versos e Prosa” e “Terapia da Gratidão”, além de mais duas obras que como ele gosta de repetir “estão no prelo e logo, logo estarão circulando”.  E uma das obras já tem até nome e destino. Será o livro “Terapia do Abraço”, que pretende ser trabalhado em salas de aula em um curso de medicina e que tratará, em poesia, do poder do afeto e do abraço diante de alguns tipos de tratamentos médicos.

“A minha poesia é inspirada em fatos da vida, no cotidiano. Por isso posso falar de sentimentos, de amizades, veganismo ou fatos que estejam em evidência. Acho que a literatura é uma arte e que tem esse longo raio de alcance, onde podemos abordar de tudo dentro de vários contextos”.

Publicação recente

Assim é em suas mais recentes obras, como todas as outras publicadas com recursos próprios, “Terapia da Gratidão”. No livro, o escritor faz uma espécie de balanço de sua vida, a partir do menino pobre, que passou fome, até o escritor reconhecido que ocupa cadeiras em academias de letra.

“Com esse livro quero dizer em alto e bom som, o quanto eu sou grato a todas as pessoas que contribuíram  para que eu saísse da pobreza extrema, em se tratando de posses materiais e intelectuais. Gratidão é um sentimento que precisa ser exercitado e dito e, por isso, nele, há poesias direcionadas para pessoas que foram importantes na minha vida”, afirmou Antônio João ao comentar os motivos que levaram a escrever terapia da Gratidão, que tem a participação  dos poetas  Jucá Santos, Verônica Galvão e Antônio Vieira de Oliveira.

E nesse tom de agradecimento, o artista escreve em deu poema Infância Sofrida: Até hoje me lembro da minha infância sofrida/ Hoje na cidade vejo muita tristeza no ar/ Não tinha bens, mas ouvia belos pássaros cantando/ Cidade ou campo torna-se bom para quem sabe amar/ a fome era saciada com inhame cará/ tal raiz comestível tinha em profusão/ caroços de jaca também mataram minha fome/ jamais nego meu passado, não intento ser gabão/ pesquei e tomei banho no raso Rio Mundaú/ caramujo só não comi porque tinha muito nojo/catava feijão e milho que achava caído no chão/ meu pai morreu muito cedo não o tinha no estojo/ levantei a cabeça e saí do feio embrulho/ tal fato logrei porque muita gente boa pegou-me pela mão/ farei pelos outros o que sempre fizeram por mim/ e assim sendo, o céu terei por eterno galardão”.

Mas é no preâmbulo, escrito pelo presidente da Academia Penedense de Letras, professor Moezio de Vasconcellos Costa Santos, que o leitor pode entender mais claramente as intenções de João Antônio ao escrever, aos  79 anos, “Terapia da Gratidão”. “No contexto de suas poesias o poeta parece interrogar por que é difícil sentirmo-nos gratos? E através delas ele mesmo responde: porque temos que aprender a ser gratos, mesmo quando as coisas não correm bem. Mesmo quando a vida não corresponde àquilo  que esperávamos. Raramente nos ensinaram o poder da gratidão. A olhar para as pequenas vitórias do dia a dia e para as coisas boas que já temos”, escreveu.

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Fonte: Editoria de D&A

Aprovados da PM em 2006 e 2018 farão curso de formação em janeiro, anuncia governador

Datas foram divulgadas nessa sexta-feira (13) por Renan Filho e pelo secretário de Planejamento, Fabrício Marques, nas redes sociais

↑ Foto: Ilustração

Os aprovados nos concursos da Polícia Militar de Alagoas de 2006 e de 2018 já têm datas para o início do Curso de Formação de Praças (CFP) que faz parte do processo dos certames. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (13) pelo governador Renan Filho e pelo secretário de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio, Fabrício Marques Santos, durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.

De acordo com o governador, ambos os concursos serão homologados em breve e aqueles que foram aprovados no certame de 2006 devem iniciar o CFP já a partir de 15 de janeiro de 2020. A data para os concursados de 2018 também foi divulgada na live e está prevista para 30 de janeiro.

“Seguindo uma orientação técnica da Polícia Militar, vamos formar duas turmas para o curso, com aproximadamente oito meses de formação. Em breve, mais de 750 novos policiais devem auxiliar a Segurança Pública de Alagoas a continuar tendo os melhores resultados do Brasil em combate à criminalidade, redução de homicídios, redução de assaltos a coletivos, entre outros índices.”, afirmou o governador.

Na live, o secretário titular da Seplag, Fabrício Marques, também frisou a importância de ambos os concursos para a otimização dos processos da Polícia Militar e ressaltou o impacto que o novo efetivo deve ter na área da Segurança.

“Nós conseguimos avançar muito rapidamente com os concursos. A Cespe, que é a banca responsável pelos certames, vem fazendo todos os trâmites de forma bastante exemplar. A entrada desse efetivo significa um incremento de mais de 10% no quantitativo de novos servidores na PM e vai ajudar muito no esforço que tem sido feito na área da Segurança”, explicou o secretário.

Ainda durante a transmissão, o governador Renan Filho reforçou o empenho que o Estado vem tendo para o desenvolvimento de novos certames no ano que vem, destacando o bom andamento dos concursos realizados até então.

“Temos o compromisso de prepararmos o Estado para um novo ciclo de concursos. Seguimos realizando certames sérios, transparentes e que selecionam os melhores. O governo vem fazendo o que antes não era feito. Agora, os concursos finalizam e a gente faz a convocação”, pontuou Renan Filho.

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Fonte: Agência Alagoas

“País demoniza contexto dos direitos humanos”

Presidente da CDH da OAB/AL lamenta que direitos sejam descumpridos no Estado

↑ Anne Caroline Fidélis cita que Alagoas tem indicadores que causam preocupação, principalmente no que diz respeito aos conflitos policiais e abuso de autoridade (Foto: Assessoria)

ADeclaração Universal dos Direitos Humanos chegou aos 71 anos no último dia 10. Em meio às comemorações, o documento adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948 não recebe o devido respeito do presidente da República Jair Bolsonaro que neste ano viu seu governo sendo denunciado 37 vezes na ONU por violações dos direitos humanos, deteriorando irremediavelmente a imagem do país no exterior.

Entre as violações constam racismo, xenofobia, violência de Estado, ameaças às liberdades de imprensa, de culto e artística, dentre outras.

Em Alagoas, o Tribunal de Justiça (TJ/AL) realizou uma sessão solene para celebrar o 71º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.  Já o governo do Estado homenageou três personalidades – sendo uma em nível nacional, e duas de Alagoas, com o Prêmio Alagoas dos Direitos Humanos.

A pauta, claro, tem sido alvo de análises de integrantes do Poder Judiciário e Executivo. À Tribuna, eles relatam como os direitos humanos são tratados em Alagoas.

A presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Alagoas, Anne Caroline Fidélis, por exemplo, entende que o país vive um contexto de demonização dos direitos humanos, onde falar de direitos básicos à condição humana passou a ser visto como pauta política partidária.

“Infelizmente, as autoridades têm reproduzido discursos ‘senso comum’ incrementando uma retórica totalitária e de desserviço social e, é fato, Alagoas também sofre as consequências desta conjuntura”, argumenta.

A advogada acrescenta que o estado tem indicadores perversos de letalidades em conflito policial, denúncias de abusos de autoridade, feminicídios, intolerância religiosa, ausência de acesso à saúde e educação por grande parte da população e, especialmente, uma situação absurda de desigualdade, ao passo em que não há respeito aos direitos humanos sem justiça social.

“Para que tenham uma ideia em um recente levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas [FGV] com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios [Pnad], Alagoas tem a maior desigualdade de renda do País entre os trabalhadores e trabalhadoras de 15 a 59 anos de idade, demonstrando ainda uma situação de altíssima concentração de renda nas mãos de muito poucos, revelando um solo fértil de descumprimento dos preceitos fundamentais. No Brasil a desigualdade de renda também vem se aprofundando. Por tudo isso, é inegável que Alagoas permanece em profundo descumprimento da Declaração Universal dos Direitos Humanos”, justifica a presidente da Comissão dos Direitos Humanos da OAB/AL.

Para a secretária da Mulher e dos Direitos Humanos de Alagoas, Maria José da Silva, no plano nacional, há uma ação danosa contra as garantias fundamentais da pessoa humana.

“Inclusive, com ação estatal, a exemplo do que diz e faz o chefe do Poder Executivo nacional. Em Alagoas, há um avanço com as ações do Poder Executivo, através da Semudh, do Poder Judiciário e da sociedade civil organizada. Não só a Semudh, outros setores do governo promovem os direitos humanos, mas sabemos que o protagonismo é da sociedade. Poder público e sociedade fazem ser possível a efetivação das garantias constitucionais que são os direitos humanos”.

Educação contribui para conhecimento geral da lei

A secretária da Mulher e dos Direitos Humanos de Alagoas, Maria José da Silva, destaca, ainda que Governo de Alagoas tem abraçado o compromisso com as parcelas mais fragilizadas socialmente do estado. “Afinal, temos uma declaração universal dos direitos humanos que completou 71 anos e não é conhecida em sua plenitude pelas pessoas. Isso nos dá a certeza de que é essencial investir em educação para que esta possa ser uma lei conhecida pela sociedade.

POSTURA FIRME

O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, desembargador Tutmés Airan, que também preside a Coordenadoria de Direitos Humanos do TJ/AL, assegura que judiciário continua firme na defesa do que consideram como essencial à dignidade da pessoa humana, no respeito ao direito das minorias e na garantia aos direitos sociais, se colocando absolutamente contra qualquer retrocesso neste cenário.

“Logicamente, enquanto Poder Judiciário, nossa luta ocorre dentro do processo ou, ainda, nos campos da mediação dos conflitos que nos são direcionados. Acredito firmemente que está luta deve permanecer forte e resistente e nos esforçaremos para exercer esse papel fundamental na sociedade”, analisa o presidente do Tribunal de Justiça.

O magistrado avalia ainda que no que tange ao Poder Judiciário de Alagoas, está convencido de que o cidadão alagoano pode ficar tranquilo quanto a se sentir amparado.

“Como dito, temos lutado incansavelmente para garantir que esse amparo, sobretudo aos que mais necessitam, nunca falte. Essa defesa se materializa por meio de decisões mais consentâneas com o espírito cidadão da Constituição, com atuações proativas na resolução, inclusive extrajudicial, de conflitos no seio da sociedade e na adoção de práticas que levem a todos uma maior efetividade de justiça e de cidadania”.

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Fonte: Tribuna Independente / Carlos Victor Costa

 

Santanense Dakson é novo reforço no time do Souza, da Paraíba

ESPORTES

Por www.alagoasnanet.com.br/globoesporte.com  0

 

Do Sertão de Alagoas para o Sertão da Paraíba. A cidade de Souza, que possui um time homônimo, é novo destino do jogador santanense Dakson Santos. O anúncio foi feito pelo clube nordestino, na última sexta-feira (29), em suas redes sociais.

O meia alagoano defendeu o Vasco durante três temporadas (2012, 2013 e 2014) e recentemente estava jogando pela equipe do ASA, de Arapiraca. Dakson chega ao Sousa como um dos mais experientes, já que boa parte do elenco são jovens da categoria de base.

Dakson começou sua carreira no futebol carioca, nas categorias de base do Campo Grande-RJ. Antes de se profissionalizar, ainda passou pelo sub-20 do Fluminense e, ao longo da carreira, vestiu as camisas de clubes como Vitória, Náutico, CRB, Cuiabá, Brusque. Também atuou no exterior, com passagens pelo Loko Plovdiv, da Bulgária.

Polícia prende quadrilha envolvida em roubo e fraude na venda de veículos

Três pessoas envolvidas foram detidas em operação realizada nos dias 5 e 6

↑ Jeep Compass comprado da quadrilha presa pela polícia (Foto: Ascom PC/AL)

Agentes da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), da Polícia Civil de Alagoas, sob a coordenação do delegado Thiago Prado, prenderam em operação realizada nos dias 5 e 6 deste mês, três pessoas envolvidas em uma organização criminosa responsável por roubos, adulteração de sinais identificadores de veículos, transferências fraudulentas e vendas de veículos de locadoras.

A ação foi realizada nas cidades pernambucanas de Recife e Paulista, em conjunto com policiais da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos de Pernambuco, comandados pelo delegado Derivaldo Falcão.

Os presos foram identificados como: Wanessa Castro do Nascimento, de 37 anos, Adriano Ferreira de Melo, 33 anos, e Naildo Araújo de Oliveira, 44 anos. Eles serão encaminhados para o sistema prisional de Pernambuco.

Os mandados de prisão foram expedidos pela 7ª Vara Criminal de Recife e pela 17ª Vara Criminal de Maceió.

Segundo as investigações, o grupo roubava carros, adulterava o chassi, falsificava os documentos e, depois, os revendiam.

Uma das vítimas mora em Alagoas. Após ver o anúncio no site OLX, no mês de julho deste ano, acabou adquirindo da quadrilha um Jeep Compass.

Com o apoio do Instituto de Criminalística (IC), a Deic identificou que o carro era um clone de um outro Compass, o que deu início a toda investigação.

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Fonte: Ascom PC/AL

30 de novembro de 2019 16:25

Operação Flash Back: 34 presos são transferidos para o Presídio do Agreste

Operação visa desmantelar organização envolvida em crimes em AL e mais 7 estados

↑ Presos foram transferidos para presídio de segurança máxima em Girau do Ponciano (Foto: Bruno Soriano / Agência Alagoas)

ASecretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) realizou neste sábado (30), mais uma grande operação de transferência de reeducandos para o Presídio do Agreste. Sob forte esquema de segurança, 34 presos na Operação Flash Back, desencadeada com o objetivo de desmantelar organização criminosa envolvida numa série de crimes em Alagoas e mais sete estados, seguiram para a unidade prisional de segurança máxima localizada no município de Girau do Ponciano.

A operação deste sábado mobilizou policiais penais do Grupo de Remoção e Intervenção Tática (Gerit) do sistema prisional, além de militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do Grupamento Aéreo da Secretaria de Segurança Pública.

Na quarta-feira (27), quando os representantes dos órgãos envolvidos na operação Flash Back concederem entrevista coletiva à imprensa, no Palácio República dos Palmares, o secretário da Ressocialização e Inclusão Social, coronel PM Marcos Sérgio de Freitas, parabenizou a integração das forças de segurança e garantiu aplicar o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), como previsto na Lei de Execução Penal, até que todos venham a ser transferidos para um presídio federal.

Já sobre os 23 faccionados que já se encontravam presos e voltaram a delinquir, o secretário acrescentou que os mesmos serão isolados, havendo, inclusive, limitações ao direito de visita. “Portanto, a gestão prisional participou desde o início desta grande operação, contribuindo decisivamente com o trabalho desenvolvido pelas equipes que integram o nosso serviço de inteligência”, afirmou o titular da Seris, lembrando, ainda, as operações de revista realizadas periodicamente em todas as unidades prisionais do estado.

Além de em Alagoas, os mais de 100 mandados de prisão foram cumpridos em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, São Paulo, Tocantins e Sergipe.

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Fonte: Agência Alagoas / Texto: Bruno Soriano

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