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PF deflagra operação de combate a crimes relacionados à conteúdo pornográfico infantil

Operação Download 2 foi deflagrada na última sexta-feira, 31 de maio

↑ Operação Download II (Foto: Ascom PF/AL)

A Polícia Federal em Alagoas deflagrou na última sexta feira (31/5), a segunda fase da Operação Download 2. A operação tem como objetivo investigar crimes cibernéticos, relacionados à conteúdo pornográfico infanto-juvenil.

As investigações tiveram início em outubro de 2017, com a instauração de inquérito policial, destinado a investigar o armazenamento e compartilhamento pela internet de arquivos contendo pornografia infanto-juvenil por usuários localizados no Brasil, incluindo o estado de Alagoas.

Nessa segunda fase da operação, a PF deu cumprimento a dois mandados de busca e apreensão, sendo um realizado em uma residência utilizada pelo investigado, no município de Coqueiro Seco, e outro, em Maceió, no Centro de Monitoramento Eletrônico de Presos de Alagoas-CMEP.

Em ambos os locais foram apreendidos um computador, um notebook, além de smartphones, mídias CDs e DVDs, todos com suspeita de armazenarem arquivos contendo material de pornografia infanto-juvenil. Os materiais apreendidos foram encaminhados para perícia técnica e serão juntados ao inquérito policial que apura o crime.

A Polícia Federal esclarece que contou com todo o apoio da direção do CMEP para o sucesso da investigação e para identificação e apreensão dos equipamentos. O suspeito não é servidor do Centro de Monitoramento Eletrônico de Presos de Alagoas-CMEP, apenas presta serviços de manutenção em equipamentos do órgão. O mesmo foi ouvido pela autoridade policial.

Breve histórico

Em 2017, a Operação Download cumpriu um mandado de busca e apreensão; sendo apreendido mídias digitais contendo o material ilícito. Um dos investigados não foi identificado à época, tendo continuada a investigação até que, em 2019, foi comprovado que o mesmo voltou à atividade ilícita, sendo finalmente identificado.

As apreensões decorrentes desta Operação serão devidamente formuladas e juntadas ao Inquérito Policial que está em andamento, na Polícia Federal em Alagoas.

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Fonte: Ascom PF/AL

Lideranças de 10 partidos unem-se contra Bolsonaro no movimento ‘Direitos Já’

Entre as legendas estão PSDB, PDT, PT e Cidadania, cujas lideranças se encontraram para formar um grupo suprapartidário de oposição

↑ Encontro foi organizado pelo escritor Fernando Guimarães, do PSDB, e pelo advogado Marco Aurélio Carvalho, do PT; ideia é organizar uma frente em oposição a Jair Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa/PR)

Lideranças de dez partidos, entre eles PSDB, PDT, PT e Cidadania, reuniram-se na noite desta segunda-feira (20), em São Paulo, para organizar o lançamento do movimento “Direitos Já, Fórum pela Democracia”. O objetivo é formatar um grupo suprapartidário de oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL). O encontro foi organizado pelo escritor Fernando Guimarães, do PSDB, e pelo advogado Marco Aurélio Carvalho, do PT.

O movimento começou como um grupo de WhatsApp que ultrapassou 200 integrantes de vários partidos. Segundo eles, a ideia agora é lançar um manifesto e organizar um ato no Tuca, o teatro mantido pela PUC em São Paulo. Ainda não existe uma data fechada para isso.

“A ideia é ver se a gente quebra o gelo e atua com uma plataforma comum”, disse o advogado Pedro Serrano, que cedeu seu apartamento para o encontro. Carvalho seguiu na mesma linha e defendeu a busca por uma “pauta comum”. “O que nos une é maior do que aquilo que nos divide”, disse ele.

‘DIRETAS-JÁ’

Reportagem dos jornalistas Pedro Venceslau e Ricardo Galhardo ainda informa que Entre os cerca de 40 convidados, estavam políticos como o ex-ministro Aloizio Mercadante, o ex-prefeito Fernando Haddad e o vereador Eduardo Suplicy, todos do PT; o ex-ministro da Justiça José Gregori, o ex-senador José Aníbal e o vereador tucano Daniel Anneberg, pelo PSDB; o candidato derrotado do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos, o presidente do PV, José Pena; José Gustavo, porta voz da Rede; além de lideranças do PDT, Cidadania, PSOL e PCdoB e dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), UNE e do movimento negro.

Fernando Haddad defendeu que o grupo se organize em torno de uma agenda mínima de temas como educação, relações exteriores, geração de empregos e direitos humanos, e busque a adesão do centro e do “centro- direita liberal”. “Não vou assinar um texto pró-establishment. A gente não pode jogar o jogo dele (Bolsonaro). Não tem establishment contra anti-establishment. O que tem é progresso contra atraso.”

Os participantes disseram que não foram representando seus partidos. Vários deles não têm cargo relevante de direção nas siglas. Mas se comprometeram a levar o que foi discutido para suas respectivas legendas.

O líder do PCdoB na Câmara, Orlando Silva, usou a palavra “degelo” para classificar o encontro. “Temos de lutar contra o sectarismo na política brasileira.” Entre os próximos passos do movimento, está tentar atrair adesões em outras regiões, como dos governadores do Nordeste.

“Uma mistura dessas só vi nas Diretas-Já”, disse Gregori, ao encontrar Suplicy no elevador. Os convidados que chegavam ao evento recebiam um broche onde se lia “Direitos Já”.

 

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Fonte: Brasil 247

Polícia Federal desencadeia operação conjunta na capital e no interior de Alagoas

Homem apontado como peça-chefe do bando morreu em confronto com policiais. Uma mulher também foi presa.

↑ Sede da Polícia Federal em Maceió (Foto: Adailson Calheiros)

Uma operação conjunta, envolvendo as forças policiais de Alagoas e a Polícia Federal, foi deflagrada nas primeiras horas da manhã desta terça (21). De acordo com informações repassadas pela assessoria da PF no estado, os alvos são suspeitos de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e assalto a banco. Até o momento três pessoas haviam sido detidas.

Informações extraoficiais dão conta que estão sendo cumpridos 30 mandados de prisão, busca e apreensão e condução coercitiva em vários bairros da capital. Uma mulher, que estava hospedada em um hotel na Avenida João Davino, no bairro Mangabeiras, em Maceió, foi presa pelos policiais. O carro dela também foi apreendido.

Um suspeito, que não teve a identidade revelada, apontado como peça-chave no organograma do tráfico, foi ferido durante um confronto com agentes da Divisão de Investigação e Captura (Deic) e militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope), chegou a ser socorrido, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

Parte dos alvos está sendo conduzida para a sede da Deic e os demais para a Polícia Federal, em Jaraguá. A coordenação da operação é do delegado Cayo Rodrigues.

As cidades de Jaboatão/PE e Arapiraca/AL também são alvos da ação conjunta.

 

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Fonte: Tribuna Hoje, com agências

Cepram aprova criação da APA da Serra da Caiçara, no Sertão de Alagoas

MEIO AMBIENTE

Por Redação com G1/AL  0

Criação de APA da Serra da Caiçara é aprovada pelo Cepram

O Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram) de Alagoas aprovou, por unanimidade, a criação da Área de Proteção Ambiental (APA) da Serra da Caiçara, que abrange cinco municípios do Sertão de Alagoas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (15).

Os municípios da APA são:

Maravilha;
Canapi;
Ouro Branco;
Poço das Trincheiras;
Santana do Ipanema.

A decisão foi tomada em sessão extraordinária do conselho realizada nessa terça-feira (14) e ainda depende de sanção do governador Renan Filho (MDB) para ser oficializada.

A Serra da Caiçara tem uma área total de 89.904,32 hectares, e aproximadamente 800 metros de altura.

Durante a sessão, foram apresentados dados mostrando o contexto atualizado da Serra da Caiçara, elaborados com base em estudos e levantamentos realizados pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA).

Essa pesquisa mostra que a criação da APA é justificada pela necessidade de proteção de áreas que possuem sítios arqueológicos e paleontológicos; proteção de remanescentes de vegetação nativa, que serve de refúgio para diversas espécies e áreas serranas vegetadas, possuindo ainda alta capacidade de retenção hídrica e vitais no fornecimento da água para a população daquela região.

A sessão foi presidida pelo secretário da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), que reafirmou que a criação da APA assegura a proteção dos sítios arqueológicos e paleontológicos e dos recursos naturais.

Fetag avalia prejuízo de 100 mil famílias com atraso no Programa de Sementes

Segundo presidente, não há mais tempo hábil para plantar e aproveitar chuvas em Alagoas

↑ Givaldo Teles, presidente da Fetag (Foto: Edilson Omena)

A Federação dos Trabalhadores Rurais e Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Alagoas (Fetag/AL) avalia um prejuízo de 80 mil a 100 mil famílias alagoanas que serão prejudicadas com o atraso no Programa de Sementes.

Na última sexta-feira (10), o conselho do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep) autorizou a liberação de recursos para a aquisição de sementes na ordem de R$ 5,9 milhões.

De acordo com o presidente da Fetag/AL, Givaldo Teles, mesmo que sejam liberadas as sementes, não haverá tempo hábil para que os agricultores possam plantar e aproveitar as chuvas em Alagoas.

“Vão abrir um edital, mas não vejo futuro, por causa do prazo. Ainda vem o processo de licitação e a parte burocrática. A demora é demais. Serão muitas famílias prejudicadas, principalmente nas regiões Agreste e Sertão”, explica Teles.

O presidente da Fetag/AL teve um encontro com técnicos da Secretaria de Agricultura na quarta-feira (15), para saber do andamento do processo: “A ata do Fecoep ainda não tinha chegado. A licitação só será aberta depois que a ata chega e aí vão mais uns 40 dias pelo menos”, atenta.

O processo para a realização do Programa de Sementes, explica Teles, é iniciado no mês de janeiro, com cadastro dos agricultores no site da Secretaria de Estado de Agricultura. A Emater já anunciou que vai realizar um cadastro individual dos produtores interessados em obter as sementes.

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Fonte: Assessoria

Requalificação de marcos históricos fortalece turismo de Marechal Deodoro

Obras do Largo da Matriz e da antiga Casa de Câmara e Cadeia foram entregues nesta quinta-feira pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra

↑ Obras do Largo da Matriz e da antiga Casa de Câmara e Cadeia foram entregues em Marechal Deodoro (Foto: Edilson Omena)

Foram entregues nesta quinta-feira, 16, as obras de requalificação urbana do Largo da Matriz e de conservação da antiga Casa de Câmara e Cadeia, importantes espaços do Centro Histórico de Marechal Deodoro, berço da república e primeira capital de Alagoas.

O ministro da Cidadania, Osmar Terra; a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, e o prefeito de Marechal Claudio Ayres fizeram a entrega oficial perante a população de Marechal Deodoro e visitantes. Juntas, as intervenções somam recursos de quase R$ 5,1 milhões do Iphan, investidos no Patrimônio Cultural da cidade.

Osmar Terra salientou que Marechal e municípios próximos são cidades que estão recebendo grandes investimentos do governo federal na questão do patrimônio histórico, porque têm importantes histórias a revelar para o Brasil e mundo. “Permite que haja uma exploração do turismo no sentido de que mais gente passe a conhecer essa história bonita que além da terra de Marechal Deodoro, tem séculos atrás na história”, frisou.

Osmar Terra, Ministro da Cidadania, veio a Alagoas participar da entrega das obras (Foto: Edilson Omena)

“Vim para a entrega, mas também para acompanhar largos e espaços que estão recebendo investimento do governo, não podemos abandonar a nossa história, e esta é a razão da requalificação, para que os brasileiros tenham orgulho da sua história”, ressaltou.

Para o prefeito Claudio Ayres o momento é importante de resgate histórico, em que a terra do proclamador da república ganha destaque com entrega de obras de requalificação como o Largo da Matriz e a Casa de Câmara e Cadeia.

“Visitamos também o Lago Taperaguá, onde começou a cidade de Marechal, fomos no Museu onde as obras estão bem avançadas. É um conjunto de obras e equipamentos entregues e visitados para que a gente possa fortalecer o turismo cultural, religioso e histórico para que Alagoas, o Brasil e o mundo conheçam o berço da república. Marechal Deodoro agora se torna um destino completo com gastronomia, belezas naturais e o patrimônio histórico gerando emprego e renda”, frisou.

Prefeito de Marechal Deodoro, Cláudio Ayres ressalta a importância do resgate histórico (Foto: Edilson Omena)

A presidente do Iphan, Kátia Bogéa, relembrou que a cidade Marechal Deodoro é patrimônio cultural brasileiro, reconhecida e tombada pelo Instituto, e com isso tem a responsabilidade junto com o município e a população cuidar dela. “O prefeito Claudio vem fazendo a parte dele junto com todo o seu secretariado e equipe técnica, o que é muito importante, porque o Iphan faz o seu trabalho em parceria com o município. Temos aqui um tesouro importante que o poder federal, estadual e o município como governo façam a sua parte”, disse.

Ela acrescentou que a população tem o papel importante quanto à conservação do patrimônio histórico. “Se a população como guardiã deste tesouro não preservar de nada vai falar o esforço. Estamos fazendo a nossa parte, qualificando e organizando a cidade para receber os turistas, porém a população tem que defender e acarinhar a cidade, e, sobretudo, ter amor por ela”, concluiu.

Largo da Matriz

Área que se estende a partir da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição até a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, o Largo da Matriz agora terá nova configuração urbana, que permite a valorização do percurso no qual se encontram relevantes edifícios do centro histórico da cidade, como o da Orquestra Filarmônica Santa Cecília. A obra contou com investimentos de R$ 4,7 milhões, advindos do PAC Cidades Históricas.

Foram 11 mil metros quadrados requalificados, em obra que durou cerca de um ano e meio, além das entradas da Rua São Raimundo e do Beco da Caixa d’Água. A intenção era tornar mais bonito e agradável o espaço de convivência, lazer e circulação, valorizando a arquitetura colonial da cidade. Assim, foram realizados a execução das redes de drenagem de águas pluviais, implantação de novo mobiliário urbano e de projeto paisagístico, ordenamento do trânsito local e o importante embutimento da fiação de iluminação e telefonia, eliminando a poluição visual e destacando a beleza do casario. Além disso, a padronização das calçadas e vias, por meio de serviços e materiais, permite uma uniformidade com o Largo do Carmo, também recentemente requalificado pelo Iphan.

Casa de Câmara e Cadeia

Entre os edifícios em destaque no Largo da Matriz está a antiga Casa de Câmara e Cadeia de Marechal Deodoro, que também passou por obra emergencial de conservação e agora abrigará a Secretaria Municipal de Cultura. Alguns espaços terão uso compartilhado com o Iphan, para atendimento aos cidadãos e outras atividades culturais.
Antes da intervenção, a estrutura do sobrado estava bastante comprometida, com infiltrações e instalações elétricas danificadas, além de acervo em situação de risco. Em nove meses de obras, o Iphan investiu mais de R$ 385 mil no edifício, que tem tipologia arquitetônica típica do período colonial, e agora, em plenas condições de uso, funcionará como referência de gestão compartilhada e diálogo entre a União e o Município.

Presidente do Iphan lembrou que Marechal Deodoro é Patrimônio Cultural Brasileiro (Foto: Edilson Omena)

 

Investimentos no Patrimônio Cultural

O evento em Marechal Deodoro é parte de uma extensa agenda dos representantes do Ministério da Cidadania em Alagoas. Na ocasião, eles ainda visitarão a obra de requalificação do Largo da Igreja do Bonfim, conhecido como Largo de Taperaguá, iniciada no último mês de março. Também incluída no PAC Cidades Históricas, a ação tem previsão de investimentos de R$ 7,9 milhões para a melhoria da praça e seu entorno, aprimorando as condições de uso da população, já que o local é bastante utilizado em diversos eventos populares. Essa é a terceira obra do Programa na cidade, que já concluiu também a requalificação do Largo do Carmo. Em Alagoas, Marechal Deodoro e Penedo vêm recebendo, nos últimos anos, diversas ações de preservação de seu Patrimônio Cultural custeadas pelo PAC Cidades Históricas, que já investiu quase R$ 30 milhões em obras nas duas cidades.

Além disso, também em Alagoas, a equipe do Iphan participará da entrega da obra de restauração do Fortim Bass, monumento encontrado durante pesquisa arqueológica na cidade de Porto Calvo e que trouxe à tona vestígios importantes da ocupação holandesa no norte alagoano. Já na capital Maceió, a comitiva irá entregar a segunda etapa da obra do conjunto do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL), edifício que abriga o mais importante acervo da história sociocultural do estado.

 

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Fonte: Tribuna Hoje / Ana Paula Omena

Reforma da Previdência reduz valor de pensão por morte e aposentadoria por invalidez

Com a reforma, aposentado por invalidez que contribuir 20 anos só receberá 60% da média salarial

↑ Reforma da Previdência proposta pelo Governo Federal muda regras da aposentadoria (Foto: Pedro França/Agência Senado)

A maquiadora Michelle Peres Gomes, 33 anos, moradora de Valparaíso de Goiás (GO), tem direito a pensão pela morte do marido, causada pela infecção por hantavírus em 2017. Ele trabalhava como vigilante e ela agora recebe R$ 1,9 mil para cobrir as despesas com os dois filhos do casal, de 12 e 8 anos. O dinheiro é usado principalmente no transporte deles para a escola e na compra de roupas, além de pagar as contas de luz, água e condomínio.

Para complementar a renda, Michelle passou a trabalhar fora e conta com a ajuda da avó das crianças em casa.

— A pensão é fundamental. Eu dependo dela para quase tudo, sem ela nem tinha como sobreviver. Só que até para a alimentação, ou para a escolinha de futebol dos meninos, eu tenho que pagar por fora, com o dinheiro do meu trabalho — explica.

Novas regras
Assim como Michelle, milhões de pessoas no Brasil dependem da pensão por morte para sustentar a família. Atualmente o valor do benefício equivale a 100% da aposentadoria recebida pelo segurado ou ao valor a que teria direito se fosse aposentado por invalidez. Se houver mais de um dependente, a pensão é dividida entre eles.

Se a reforma da Previdência proposta pelo governo federal (PEC 6/2019) for aprovada sem alterações no Congresso Nacional, haverá novas regras no pagamento do benefício para dependentes de servidores públicos, do Regime Próprio de Previdência Privada (RPPS), e trabalhadores da iniciativa privada, do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), administrado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O valor da pensão passará a ser gradual, de acordo com o número de dependentes.

A regra geral para o cálculo da pensão será a seguinte: 50% do valor do benefício que o segurado recebia (parcela fixa) mais 10% por dependente (cota individual para o cônjuge ou o filho não emancipado menor de 21 anos), até atingir o máximo de 100%. O limite do RGPS é o valor do teto do INSS: R$ 5.839,45 em 2019.

O valor de 60% corresponde a 20 anos de contribuição previdenciária. Se os pagamentos ultrapassaram esse período, o valor será acrescido de 2% para cada ano.

O benefício será de 100% em caso de morte por acidente de trabalho e doenças profissionais.

As pensões concedidas antes da nova lei entrar em vigor não terão seus valores alterados.

Salário mínimo
Um questionamento de analistas da proposta é que não foi estipulado nenhum valor mínimo para o pagamento do benefício, abrindo a possibilidade de a pensão ficar abaixo de um salário mínimo, o que é proibido pela Constituição.

Na avaliação do economista Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, a questão deve ser discutida pelo Congresso para solucionar o problema de vincular as políticas sociais ao salário mínimo.

— Vamos acabar então com a indexação? Não necessariamente. Você pode criar um indicador social para indexar os benefícios sociais. Você pode colocar valores que sejam um pouco abaixo para evitar essa correção automática. Então, há vários caminhos que podem ser escolhidos para que, inclusive, a política de salário mínimo tenha mais liberdade para ser corrigida — analisa.

Acúmulo de benefícios
Além disso, a proposta do governo é limitar o acúmulo da pensão por morte com a aposentadoria. Atualmente é permitida a soma desses benefícios de forma integral. Também é possível o acúmulo de aposentadorias de diferentes tipos de regimes (público e privado).

Pelo texto da PEC, o segurado escolherá o benefício de maior valor, mantido em 100%, e receberá um percentual adicional do segundo, que terá descontos em percentuais crescentes em função do valor, até quatro salários mínimos. Quanto maior a soma dos benefícios, maior será esse limite.

A nova regra não será aplicada nas exceções prevista em lei: caso dos médicos e professores ou no acúmulo das aposentadorias do INSS com as do serviço público.

Servidores
Caso a reforma seja aprovada, as mudanças serão mais sentidas pelos dependentes dos servidores falecidos com a redução dos valores pagos pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS).

Quanto menor for a média do salário de contribuição. menor será o valor da pensão por morte, independentemente do valor da última remuneração do servidor falecido.

A projeção dos analistas é de que os atuais servidores e os que ingressaram no serviço público antes da criação da previdência complementar (pela Lei 12.618, de 2012) e não migraram para o novo regime, ou antes da promulgação da emenda constitucional, sejam bastante onerados.

Aposentadoria por invalidez
A proposta de reforma da Previdência também reduz o valor do benefício do segurado que precisa se afastar do trabalho por estar sem condição física ou mental de exercer a sua atividade profissional. O texto substitui o conceito de aposentadoria por invalidez permanente para o de “incapacidade permanente para o trabalho”, quando for impossível reabilitar ou reaproveitar o trabalhador em outra área.

Pelas regras atuais, um segurado incapaz de trabalhar, e que contribuiu para a Previdência por 20 anos, receberá 100% da sua média salarial calculada sobre as maiores remunerações.

Com a reforma, esse mesmo segurado sem condições de voltar ao trabalho receberá valor equivalente a 60% da média salarial, contando todos os salários. Se ele tiver mais de 20 anos de contribuição terá direito a acréscimo de 2% para cada ano de recolhimentos da Previdência.

A exceção é a aposentadoria por acidente de trabalho ou doença profissional, em que o segurado receberá 100% da média de remunerações, independentemente do tempo de contribuição.

Em qualquer dos casos previstos, o valor de um salário mínimo ficaria garantido como benefício por invalidez.

Doenças
José Antonio Milet Freitas, representante do Grupo Vítimas da Invalidez (GVI), lembra que a aposentadoria integral é concedida somente aos que ingressaram no serviço público até 2003 e forem vítimas de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, como prevê a Constituição.

— Lei que contempla menos de uma dúzia de doenças. Aos demais é garantida somente a paridade. Ou seja, a grande maioria dos servidores públicos recebem [o benefício] proporcional com paridade. Muitos recebem valor abaixo do salário mínimo, pois não há lei que regulamente a questão — lamenta.

O grupo agora trabalha junto aos parlamentares para o oferecimento de uma emenda ao texto da reforma. A emenda é oriunda de outra proposta, a PEC 56/2014, da ex-deputada Andreia Zito, desarquivada a pedido do senador Paulo Paim (PT-RS).

A proposta concede proventos integrais ao servidor que ingressou no serviço público até 2003, e for aposentado por invalidez permanente, independentemente da circunstância que motivou a aposentadoria. Dessa forma, os benefícios já concedidos deverão ser recalculados.

— Mas o relator já se manifestou contrário ao pagamento dos proventos de aposentadoria integral com paridade aos aposentados da ativa que cumprirem o tempo exigido. Imagine a nós, aposentados por invalidez, que o governo tem como privilegiados — completou Milet.

Impacto
Com a reforma das pensões por morte e aposentadorias por invalidez, os cálculos da IFI apontam para um economia nas contas públicas em torno de R$ 175 bilhões em dez anos. Nas estimativas do governo, esse valor chega a R$ 190 bilhões.

— É um efeito muito relevante em dez anos, aliás, todo efeito, do ponto de vista da IFI, é relevante. Porque como nós temos um déficit público elevado, qualquer centavo é importante — ressalta Felipe Salto, da IFI.

Críticas
Para os críticos da reforma, como o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), Paulo Paim, nestas como em outras alterações propostas no texto, o trabalhador de baixa renda e que sempre contribuiu para a Previdência é o mais prejudicado.

— Vai na mesma linha porque tanto os aposentados por invalidez quanto os pensionistas, como também os deficientes, todos serão prejudicados. O governo diz que vai combater os privilégios. Me diga, quais? Eu não consigo enxergar um privilégio que ele combata ali. O servidor, como já está no regime acima do teto do regime geral, como já está na capitalização, o governo paga metade e eles pagam a outra metade, também não são tão prejudicados. Os maiores prejudicados são os pobres. Porque hoje a aposentadoria por invalidez é integral, então como vai ser parcial todos perderão. Não tem ninguém que ganhe com essa reforma, o servidor não ganha, o trabalhador do regime geral não ganha e os tais dos privilégios de que eles falam, eles não atacam — avaliou Paim.

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Fonte: Agência Senado

Maioria dos atendidos pela Rede de Assistência às Vítimas de Violência Sexual é criança

Em um universo de 413 pessoas protegidas, 320 são crianças e adolescentes

↑ Maioria dos atendimentos realizados pela RAVVS é com crianças e adolescentes até os 17 anos (Foto: Carla Cleto)

Desde que foi criada, em outubro do ano passado, a Rede de Atenção às Vítimas de Violência Sexual (RAVVS) da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) já conseguiu assistir e proteger 413 pessoas em situação de vulnerabilidade. Deste total, 379 são do sexo feminino, sendo 320 casos entre o grupo de crianças e adolescentes de 0 a 17 anos. A maior parte das agressões ocorre na residência dos menores, em sua maioria por pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente, como amigos e vizinhos.

De acordo com Camile Wanderley, coordenadora estadual da RAVVS, o número é muito significativo, pois quanto mais cedo for descoberto o abuso, mais fácil será evitar que o agressor continue com o ciclo vicioso. Para ela, abordar a educação sexual e, sobretudo, os casos de violência na escola, é importante para que, diante das ocorrências de abuso em sala de aula, os professores estejam preparados para identificá-los e saber quais procedimentos tomar. “Muitos educadores ainda não sabem o que fazer diante dessas situações, mas muitas vezes eles são os únicos que podem interromper o ciclo da violência”, afirma.

A coordenadora destacou que qualquer pessoa, vítima de violência, pode ser atendida pela RAVVS. Todavia, como a maioria dos casos acontece com o público infanto-juvenil, é preciso preservar as crianças e os adolescentes, já que o impacto que a violência sexual causa na estrutura deste grupo demanda tempo para ser reparado. Como os casos de abuso sexual são de difícil prevenção, e em muitas vezes, praticados dentro da própria família, uma relação aberta com as crianças e os adolescentes é necessária.

Via de regra, segundo Camile, não tem como perceber o abuso fisicamente, contudo, o comportamento da criança é alterado. O abuso atinge de tal maneira que ela não consegue fugir. A criança passa a somatizar todo o problema, e isso revela mudanças em seu comportamento. A vítima se torna mais agressiva ou, ao contrário, mais introspectiva, depressiva, calada. Qualquer tipo de alteração comportamental é um sinal de alerta.

“A escola também é porta de entrada para a violência sexual, porque quando detectado nesse ambiente os professores, coordenadores, diretores ou até mesmo os amigos podem entrar em contato com a RAVVS ou com o Conselho Tutelar para que seja dado o procedimento e o encaminhamento do caso. Não podemos nos deter apenas aos equipamentos da saúde”, destacou Camile Wanderley.

Segundo ela, entre os casos exitosos que a RAVVS conseguiu resolver está a de uma menina de 10 anos que, em meados do final de outubro e início de novembro do ano passado, ao visualizar uma reportagem da Rede na tevê, anotou o número num bloquinho para denunciar que era abusada sexualmente pelo padrasto. Contudo, quando o agressor viu a enteada escrever o número no papel, bateu nela com tanta violência que a criança, com medo, fugiu para a casa de uma tia.

“Quando a tia entrou em contato com a RAVVS, imediatamente fizemos uma articulação com o Conselho Tutelar. A criança foi atendida no HGE [Hospital Geral do Estado] e, ao chegar lá, foi feito todo o procedimento junto ao Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente e o IML [Instituto Médico Legal]. Abrimos um BO [Boletim de Ocorrência] para que fossem tomadas as providências legais em relação ao agressor. A vítima começou a ser segmentada pela Rede e esse foi um dos casos que impactou muito pelo fato de que, quantas crianças e adolescentes ainda sofrem caladas, às vezes por falta de conhecimento, de vergonha e, principalmente, com medo”, destacou.

Segundo Camile Wanderley, atualmente a criança permanece com a guarda da tia. No entanto, a coordenadora estadual da RAVVS foi enfática ao dizer que a menina vai precisar de tempo para voltar a sua rotina. “Uma criança de 10 anos está começando a entrar precocemente na puberdade, pois o corpo não está nem formado. Além da violência psicológica, existe o dano da estrutura do próprio organismo que não está nem concebido, formado. Por muitas vezes, as vítimas desenvolvem o transtorno de estresse pós-traumático e aí precisamos trabalhar de forma assertiva para que isso possa ser equacionado a fim de que ela possa voltar à vida e não desenvolva nenhum tipo de comportamento agressivo, psicótico e até depressivo”, garantiu a coordenadora.

Camile Wanderley explicou que, segundo a literatura, o agressor, geralmente, foi agredido em algum momento da vida. Por isso, é importante o cuidado com essas vítimas para que elas não desenvolvam determinadas patologias, tampouco repliquem um tipo de comportamento abrupto, a fim de que não seja um futuro agressor. “Ela verbalizava bem e chorava muito enquanto relatava o caso. Esse tipo de violência é crônico. Nos momentos de contato com essa vítima recordo-me que ela queria, no desespero, dar vazão, expulsar tudo aquilo que estava angustiando, maltratando e adoecendo. O psicológico fica adoecido, o trauma fica recorrente. Consequentemente a criança vai ficar com aquela imagem repassando várias vezes em sua cabeça, com pensamentos automáticos o tempo todo”, salientou Camile.

Inocência Perdida – Outro caso que teve um desfecho positivo foi o de uma adolescente de 13 anos. Conforme a coordenadora estadual da RAVVS, a Rede foi acionada por um conselheiro tutelar, após os professores identificarem que a menina estava retraída dentro e fora da sala de aula. Logo, a mãe foi chamada para conversar e, de pronto, sua filha encaminhada para a Delegacia da Criança e do Adolescente.

No local, ela contou que era abusada sexualmente pelo pai desde os seis anos de idade. De acordo com Camile, o genitor ameaçava a menina, dizendo que, se ela falasse alguma coisa para alguém, mataria sua mãe e sua irmã mais velha, que também tinha sido abusada sexualmente por ele. Em depoimento, a mãe relatou que nunca percebeu um comportamento estranho do companheiro para com as filhas e que só teve coragem de ir à delegacia quando soube, de forma inesperada, o que tinha acontecido com as meninas. Ele encontra-se foragido desde a denúncia, enquanto as irmãs estão protegidas e bem-cuidadas num abrigo da capital.

Mãe e filhas abusadas – Outro caso que chamou a atenção da RAVVS e que teve o atendimento célere e humanizado foi o de uma de mãe que procurou a Delegacia da Criança e do Adolescente quando descobriu que seu companheiro estava abusando das três filhas. A mulher disse ainda que foi abusada pelo mesmo indivíduo na adolescência, mas que, por vergonha e medo, nunca contou para ninguém. O homem está preso desde a denúncia.

Resultados surpreendem – Após seis meses de implantação, Camile Wanderley disse que a RAVVS ainda precisa crescer em vários aspectos. Contudo, diante de tão pouco tempo apresenta resultados surpreendentes. “Já conseguimos entrar nas unidades de saúde e fazer com que os profissionais tenham um entendimento sobre a Rede e como devem proceder para assistir a essa vítima da melhor maneira possível. Como profissionais de saúde, estamos discutindo mais sobre a situação da violência sexual no Estado, e isso é um saldo bastante significativo para toda a nossa equipe”, avaliou.

Para ela, criar espaços de discussão faz com que a Rede se fortaleça no atendimento a essas vítimas, visto que, aos poucos, barreiras vão sendo desmitificadas. No olhar de Camile Wanderley, existem ainda muito medo e preconceito da sociedade em relação ao tema e, por isso, é preciso que as pessoas comecem a entender que o falar proporciona, sim, maiores esclarecimentos.

Parceiros – Na tentativa de ajudar a identificar as vítimas e encaminhá-las o mais rápido possível para os cuidados necessários, em seis meses a RAVVS já conseguiu estabelecer um canal de comunicação com as secretarias da Educação, de Segurança Pública, da Mulher e dos Direitos Humanos, da Assistência e Desenvolvimento Social, da Prevenção à Violência, bem como a Defensoria Pública, o Ministério Público, Poder Judiciário e o Departamento de Psicologia da Universidade Tiradentes (Unit).

A parceria tem possibilitado mostrar a população alagoana que existe um serviço preparado para garantir o atendimento médico de forma humanizada e integral, a fim de que a vítima de exploração sexual possa voltar a ser reinserida novamente na sociedade.

Atendimento – O serviço oferece assistência multidisciplinar em saúde, com transporte entre os pontos de atenção 24 horas por dia, de domingo a domingo. A Rede pode ser acessada através dos telefones 0800 284 5415, 3315-2059 e 9 8882-9765, e atua de forma integrada com os órgãos de segurança pública, a exemplo do Instituto Médico Legal (IML) e delegacias.

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Fonte: Agência Alagoas

 

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Combate à cefaleia: os gatilhos podem estar presente no seu dia a dia e você não sabe

Alimentos gordurosos e condimentados como chocolate, queijos gordurosos, embutidos, molhos e café podem interferir de maneira negativa no organismo e disparar o gatilho da dor

De intensidade que varia de leve a grave, a cefaleia é qualquer dor de cabeça que o indivíduo possa sentir durante a vida. Normalmente, acomete toda a cabeça, é mais comum surgir no final da tarde e já é considerada pela Organização Mundial da Saúde como a sétima dor mais incapacitante do mundo. Para minimizar esse problema tão presente em nosso dia a dia, a médica especialista em dor Dra. Denise Katz (CRM 63548-SP), selecionou os principais fatores precipitantes da cefaleia e vai ensinar como evitá-los. Confira:

Não dormir o suficiente

Sabia que quando temos uma noite normal de sono é liberado um hormônio chamado melatonina, responsável por realizar a liberação de analgésicos naturais no nosso corpo. Se não descansamos o suficiente e esse analgésico natural não circular em nosso organismo é provável que se sinta dor de cabeça no dia seguinte.

Estresse, ansiedade e tensão são vilões da cefaleia

O processo do estresse no nosso corpo pode comprometer a circulação sanguínea normal e ocorrendo uma vasoconstrição sentimos dor de cabeça. Ansiedade, tensão, e irritações também são gatilhos para a dor.

Jejum prolongado pode causar dor de cabeça

Jejum por longos períodos abaixa os níveis de açúcar no sangue e também estimula o processo de vasoconstrição, que causa dor na cabeça.  Por isso, mantenha sempre o seu corpo alimentado.

Alimentos podem causam dor, fique de olho!

Alimentos gordurosos e condimentados como chocolate, queijos gordurosos, embutidos, molhos e café podem interferir de maneira negativa no organismo e disparar o gatilho da dor. De forma oposta, alimentos ricos em ômega 3, como os peixes e frutas como banana, kiwi, morango, tangerina melhoram a circulação sanguínea e consequentemente a dor de cabeça.

“Se mesmo fugindo dos fatores precipitantes a cefaleia é recorrente, pode-se aliviar os sintomas com analgésicos à base de Ibuprofeno, como Alivium Cápsulas Líquidas. Caso a dor persistir por mais de 3 dias, não hesite e procure auxílio médico”, alerta a especialista.

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Fonte: Assessoria

Câmara de Vereadores de Santana do Ipanema entrega nesta sexta-feira (10) o título de Cidadão Honorário ao Dr. Gerson Vicente Santos

GERAL

Por José Malta Fontes Neto-Jornalista MTE/AL 1740  0

 

Na próxima sexta-feira (10) a Câmara Municipal de Santana do Ipanema realizará sessão solene para a entrega do título de Cidadão Honorário ao médico Dr. Gerson Vicente Santos.

A outorga do título para Dr. Gerson Vicente Santos aconteceu por meio do Decreto Legislativo nº 06/89 de 15 de março de 1986, indicação feita pelo então edil Luciano Gaia Nepomuceno e aprovado por unanimidade naquela época.

Após trinta anos acontecerá a entrega da justa homenagem desse médico que muito tem feito por Santana do Ipanema. 

A sessão solene está marcada para às 20h e acontecerá no plenário da Câmara Municipal de Santana do Ipanema, localizada na Av. Nossa Senhora de Fátima, 160 - S. do Ipanema - AL

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