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Presidente do TJ/AL conhece projeto para afastar jovens da criminalidade em Pão de Açúcar

Caio Loureiro69bc40d5 811a 4956 a99b 9682fde620c1Tutmés Airan conheceu o projeto Virando o Jogo, em Pão de Açúcar

O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), desembargador Tutmés Airan de Albuquerque, esteve em Pão de Açúcar, nesta sexta-feira (12), para conhecer o projeto "Virando o Jogo", que está em fase de elaboração e tem como objetivo afastar crianças e adolescentes da criminalidade.

Idealizado por uma equipe multidisciplinar do município, o projeto envolve visitas a escolas de Pão de Açúcar e a realização de palestras, dinâmicas, oficinas de teatro e artesanato para os estudantes. "Buscamos o apoio do Tribunal de Justiça para mobilizar os jovens e fazer com que eles se afastem do mundo das drogas", afirmou uma das coordenadoras do projeto, Ana Lucilene.

De acordo com o juiz Edivaldo Landeosi, titular da comarca, iniciativas para prevenir a violência e o uso de drogas são sempre positivas. "Mais de 50% dos crimes violentos e letais ocorridos no município, nos últimos três anos, tiveram como vítima ou autor do fato usuários de drogas. É um índice muito elevado, daí a relevância da ação", ressaltou o magistrado. 

O presidente do TJAL considerou o projeto importante para semear a cultura da paz. "O trabalho de prevenção é fundamental. Vamos sentar e conversar para ver qual será a nossa participação".

 
 

Arquivo Público de Alagoas preserva 3 milhões de memórias do povo alagoano

Fotografias, mapas, jornais, cartões postais e uma gama de documentos estão a serviço da população no órgão, que também promove atividades de difusão da história

↑ Arquivo público está sempre de portas abertas para comunidade alagoana (Foto: Reprodução)

Fotografias, mapas, jornais, cartões postais e uma gama de documentos compõem as memórias e registros do povo alagoano, armazenados no Arquivo Público de Alagoas (APA), órgão vinculado ao Gabinete Civil. Uma das mais importantes instituições públicas do Estado, o Arquivo Público é responsável por resguardar e preservar a reminiscência administrativa e histórica da população.

Os documentos abrigados pelo APA ocupam um dos armazéns antes pertencente à Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), no bairro do Jaraguá, em Maceió. Com salas modernas e ambientes climatizados, o Arquivo oferece aos diversos públicos, especialistas e curiosos, o direito à informação histórica, cultural e social não somente de Alagoas, como também de todo o país.

“O Arquivo Público de Alagoas é fundamental para a preservação da memória do estado. É preciso reunir todos os arquivos que o tempo deixou, porque agora é o povo que se torna dono de tudo isso”, declara Wilma Nóbrega, superintendente do órgão, graduada em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal da Paraíba.

Com a temperatura monitorada e mantida em 25° e a umidade em até 60°, os 3 milhões de arquivos, datados do ano de 1711 em diante, do Império à República, são entregues aos cuidados do funcionário Fernando Alberto, responsável pelo cadastro e higienização dos documentos. “Trabalhar com livros, fotografias, documentos que contam uma história acaba me enriquecendo. É um trabalho muito puxado, mas é gratificante”, afirma Fernando. Ele ainda aproveita para auxiliar e aprender novas técnicas, como a restauração dos registros danificados.

Na sala de restauração é onde a verdadeira mágica acontece. Lombadas de livros, páginas corroídas por insetos e fungos, desgaste de tintas e documentos deteriorados, que pelo senso comum seriam descartados, são reconstruídos e prolongam seu tempo de serviço à sociedade.

A mais nova pretensão do APA é a digitalização de todo seu acervo para acompanhar as mudanças tecnológicas e também tornar o acesso ainda mais democrático. “É nosso dever disponibilizar todo o material em diversos formatos, inclusive no digital. O Governo do Estado, através do Gabinete Civil, que está sempre nos apoiando, está analisando a possibilidade de parceria com uma empresa que digitalize o acervo”, contou a superintendente do órgão, Wilma Nóbrega.

Sob a gestão de Wilma, diversos projetos estão sendo realizados, como o evento cultural Chá de Memória e o projeto Memória Reveladas, que permite à sociedade o acesso a fontes, antes sigilosas, do período da Ditadura Militar, além de todo o material da Delegacia de Ordem Política e Social (Dops) digitalizado e disponível no Arquivo Nacional. Também foi criado o Fundo do Governo do Estado de Alagoas para comportar todas as mensagens, decretos, leis e outros documentos administrativos dos governos estaduais de 1912 até os dias atuais.

O Arquivo Público de Alagoas é o órgão central responsável pelo Sistema Estadual de Arquivos, que tem como finalidade implementar a política de gestão documental para a construção do acervo do patrimônio arquivista do Governo. Por meio de visitas técnicas às instalações dos registros de cada secretaria do Estado, o APA ministra cursos para dar suporte ao Sistema, com orientações sobre organização e preservação.

Aproximação com a população

Nessa gestão, o Arquivo se consolidou como equipamento próximo da sociedade, ao criar propostas inovadoras e expandir as ações, como o já tradicional Chá de Memória, projeto cultural que contabiliza 30 edições até o momento e promove o debate de temas relevantes para os alagoanos.

Como todo projeto de sucesso, o evento acabou se espalhando para outras cidades do estado. Quatro municípios, além da capital, já têm formalmente seus próprios Arquivos Públicos Municipais e realizam os Chás de Memórias em suas comunidades. São José da Laje conseguiu colocar o evento no calendário local, realizando 16 edições. Penedo, Coruripe e Ibateguara também movimentam as cidades com o evento cultural, aceito com muito carinho pela população e incentivado pelas grandes personalidades das regiões.

As novidades e pedidos não param de bater nos portões do Arquivo. Recentemente a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio de Janeiro, solicitou autorização para usar cinco imagens do catálogo de fotografias de Luiz Lavenére – negativos de vidro únicos que foram lançados em dezembro de 2018 – para compor a exposição Cartas de Oswaldo Cruz, que passou por Maceió no início do século, em 1905.

Legado de Moacir Sant’Ana

No entanto, essa quantidade de realizações do Arquivo Público de Alagoas, que beneficia a sociedade, não data da fundação do órgão. Em tempos remotos, o historiador, escritor e fundador do órgão, Moacir Medeiros Sant’Ana foi pioneiro na luta contra os descasos com os arquivos públicos, que ficavam abrigados nos porões do Palácio Floriano Peixoto, encobertos por poeira e se desgastando a cada dia.

“Outro Moacir Sant’Ana em Alagoas só daqui a 200 anos”, afirma o historiador Messias de Caldeira, que trabalhou no Arquivo Público de 1978 até 2007. Messias hoje trabalha voluntariamente no APA, por paixão e companheirismo com a pequena, mas eficiente, equipe do Arquivo.

Moacir e Messias estiveram juntos quando ocorreu a invasão do Palacete Barão de Jaraguá, onde funciona a Biblioteca Pública Graciliano Ramos, pelos militares em 17 de julho de 1997, com a renúncia do então governador Divaldo Suruagy. “Eles (os militares) destelharam o teto para poder se abrigar, e justamente nesta noite choveu e molhou muitas caixas repletas de documentos do APA, que na época dividia espaço com a biblioteca”, relembra Messias Caldeira.

Wilma Nóbrega, também reflete sobre os tempos de trabalho ao lado de Moacir Sant’Ana, enquanto era gestora da Biblioteca Pública Estadual, no período de 1995 a 2006. “Nós chorávamos e riamos diante das situações que surgiam. Trabalhar ao lado dele foi uma experiência muito rica. Moacir me ensinou que o meu trabalho é mais do que minha obrigação profissional, é meu dever. Como cidadã alagoana, preciso zelar pela memória do meu povo”, relata.

Em dezembro do ano passado, o APA recebeu, como comemoração ao aniversário de 57 anos, mais mil títulos da coleção particular do fundador do órgão. Como forma de agradecimento e homenagem, dois projetos estão em andamento: a construção de um anexo para expor o acervo particular doado e a confecção da mascote “Moacirzinho”.

O Moacirzinho será atração para as crianças e jovens que visitam o Arquivo Público em excursões vindas das escolas públicas e privadas alagoanas. A mascote vai guiar as crianças através do tempo contando como tudo começou e quais procedimentos são realizados para manter a história de Alagoas resguardada.

“Isso vai instigar o conhecimento sobre a nossa terra, vai permitir ainda mais acesso à informação”, afirma Wellington Gomes, graduado e mestre em História, que já trabalhou como bolsista no APA e hoje realiza pesquisas no Arquivo sobre a história da escravidão africana em Alagoas.

Wellington Gomes foi um dos vencedores do Concurso de Monografias do APA, ganhando a publicação em livro de seu Trabalho de Conclusão de Curso. O concurso é uma forma de estimular a pesquisa no próprio órgão. A 3ª edição, que abrirá inscrições em junho, trará novidades sobre os trabalhos.

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Fonte: Assessoria

Governador recebe lideranças de seis movimentos sociais sem-terra

Renan Filho propôs realização de amplo seminário para montar Projeto de Lei destinado ao fortalecimento da agricultura familiar em Alagoas

↑ Governador propôs que a Seagri e o Iteral promovam, em parceria com os movimentos sociais, um amplo seminário para extrair ideias que serão condensadas em um Projeto de Lei destinado ao fortalecimento da agricultura familiar em Alagoas (Foto: Márcio Ferreira / Agência Alagoas)

Lideranças de seis movimentos sociais que lutam pela reforma agrária em Alagoas foram recebidas, na manhã desta terça-feira (16), pelo governador Renan Filho no Salão de Despachos do Palácio República dos Palmares. Eles entregaram ao chefe do Executivo estadual uma pauta de reivindicações contendo 13 pontos.

O governador propôs que a Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seagri) e o Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral) promovam, em parceria com os movimentos sociais, a realização de um amplo seminário para extrair ideias que serão condensadas em um Projeto de Lei destinado ao fortalecimento da agricultura familiar em Alagoas.

“O fundamental é transformar essa pauta numa agenda, preparar um Projeto de Lei e enviá-lo à Assembleia Legislativa, estabelecendo uma política de fortalecimento da agricultura familiar”, sugeriu o governador.

Para o coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Carlos Lima, a reunião foi produtiva. De acordo com ele, os pontos da pauta tiveram encaminhamentos concretos. “Foi uma reunião que andou, não ficou nas promessas. Os pontos tiveram encaminhamentos concretos e saímos daqui com uma boa expectativa”, afirmou Carlos Lima.

Segundo ele, um dos pontos principais da reunião foi a discussão acerca da disponibilização, para reforma agrária, das terras da Usina Laginha como pagamento da dívida da massa falida. “Trata-se de uma área com 11 mil hectares de terra em disputa e cerca de 4 mil famílias acampadas. O governador deixou bem claro que a sua posição política é de assentar essas famílias, resolver essa questão agrária comprando as terras a partir de um encontro de contas”, disse o coordenador da CPT.

Além da criação de uma política estadual de fomento e fortalecimento da agricultura familiar e da reforma agrária em Alagoas, a pauta discutiu pontos como a destinação de um assento no Conselho Deliberativo do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), utilização da água do Canal do Sertão para consumo e irrigação de assentamentos localizados naquele perímetro, construção de escolas de ensino médio nos núcleos rurais e a recuperação de estradas vicinais, de nascentes e rios.

“Estou completamente afinado com todos os pontos da pauta. São itens que estão sendo tocados aqui, mas que a gente precisa dar passos novos. Vou criar as condições para materializar mais coisas do que fizemos nos últimos quatro anos”, garantiu Renan Filho.

Abril Vermelho

Desde o domingo (14), os movimentos sem-terra estão mobilizados em Alagoas. Eles participam das atividades relacionadas ao “Abril Vermelho”, ação de abrangência nacional realizada em memória dos trabalhadores rurais do MST assassinados no massacre de Eldorado dos Carajás (PA), em 17 de abril de 1996.

Além do governador Renan Filho, participaram da reunião no Palácio República dos Palmares o secretário de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura, Ronaldo Lessa; o diretor-presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral), Jaime Silva; o superintendente de Aquicultura da Seagri, Reinaldo Falcão; o secretário-chefe do Gabinete Civil, Felipe Cordeiro; e o capitão PM Diogo Perdigão, do Centro de Gerenciamento de Crises, Direitos Humanos e Polícia Comunitária (CGCDHPC). Estiveram presentes as lideranças dos movimentos sociais sem-terra do MST, CPT, MLST, MTL, MVT e MLT.

As lideranças fizeram questão de parabenizar Renan Filho pela escolha do ex-governador Ronaldo Lessa para a pasta da Agricultura e pela manutenção de Jaime Silva no Iteral. “Foi acertado demais o nome de Ronaldo Lessa para a Agricultura. Ele pode transformar a pasta”, afirmou Josival Oliveira, do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MSLT).

“Ronaldo Lessa conhece muito bem as demandas dos movimentos sociais. Isso facilita o diálogo. A pasta terá papel preponderante para estabelecer uma política pública que defenda o fomento, a capacitação do agricultor, as feiras agrárias e para que as águas do Canal do Sertão sejam voltadas à agricultura familiar”, acrescentou o coordenador da CPT.

Ronaldo Lessa afirmou que a agricultura familiar está na base da economia alagoana. Ele falou da importância desta atividade, cuja produção gera distribuição de renda e inclusão social. “Nosso estado é eminentemente agrícola e a Seagri pode responder aos desafios colocados aqui porque estamos imbuídos de fazer o máximo para incentivar a produção da agricultura familiar, sobretudo no momento em que estamos vivendo, onde o Governo Federal fechou muitas portas e a gente precisa responder aqui no Estado”, avaliou Lessa.

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Fonte: Agência Alagoas / Texto: Severino Carvalho

Padre e motorista de ônibus são vítimas de sequestro relâmpago

Vítimas foram levadas por criminosos e deixados em canavial em Rio Largo

↑ Padre Arnaldo faz apelo pelas redes sociais para recuperar carro da paróquia (Foto: Divulgação)

Um padre do município de Satuba, localizado na região metropolitana de Maceió, e um motorista de ônibus foram vítimas de sequestro relâmpago na madrugada desta quarta-feira (10).

Informações de policiais do 8º Batalhão Militar, que estiveram no local, dão conta de que três suspeitos estavam em um veículo Fox, de cor branca, placa QLH-5990/AL, roubado durante a madrugada junto com o motorista, que saia de casa para o trabalho quando foi rendido pelos bandidos.

Em seguida, os criminosos colocaram o motorista no banco de trás e seguiram para Satuba, onde roubaram outro veículo, um Ford KA, de cor branca e placas QLB-8368/AL, que pertence a paróquia do padre Arnaldo, que estava no estacionamento da igreja, se preparando para celebrar uma missa numa comunidade na zona rural.

O padre e o motorista de ônibus foram levados em direção a um canavial na cidade de Rio Largo, onde foram deixados pelos ladrões. Após o delito, as vítimas caminharam alguns quilômetros até conseguir pedir ajuda e ligarem para a família.

Os bandidos ainda não identificados fugiram levando o carro e um celular.

 

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Fonte: Tribuna Hoje, com Informações do Ciosp

Frei Damião é considerado venerável pelo Vaticano e fica mais perto da beatificação

RELIGIÃO

Por G1 PE  0

rei Damião de Bozzano nasceu na Itália e morreu no Recife



Uma decisão do Papa Francisco deixou Frei Damião de Bozzano, missionário que atuou no Nordeste no século 20, mais perto da beatificação. Um decreto do sumo pontífice, editado no Vaticano, reconheceu como venerável o frade capuchinho, que nasceu na Itália e morreu no Recife. (Veja vídeo acima)

De acordo com Frei Jaciel Gomes, postulador da causa e responsável pelo acompanhamento do processo de beatificação e canonização de Frei Damião, a decisão de tornar o capuchinho venerável foi tomada no sábado (6).

“Houve o reconhecimento pela Comissão dos Bispos e Cardeais. É o penúltimo passo antes da beatificação”, afirmou.



Gomes informa também que o decreto do Papa Francisco reconhece para a comunidade da Igreja Católica que Frei Damião exerceu, em grau heroico, as virtudes cristãs.

A decisão saiu durante em um encontro entre o papa e o prefeito da Congregação da Causa de Todos os Santos, cardeal Angelo Becciu.



“Falta, agora, o reconhecimento de um milagre para ele ser considerado beato”, acrescentou Gomes. Para Frei Damião ser considerado santo, é preciso comprovar mais um milagre.

Diante da notícia do decreto papal, os postuladores da causa de Frei Damião planejam uma celebração de ação de graças, na Zona Sul do Recife. “Estamos organizando as celebrações, na sede dos Capuchinhos, no Pina”, observou.

Processo



O processo de beatificação e canonização de Frei Damião foi aberto em 2003. O primeiro passo foi dado quando a Igreja Católica reconheceu o capuchinho como Servo de Deus.

Em 2012, os postuladores da causa levaram documentos para o Vaticano. Seis anos depois saiu o parecer da Comissão dos Teólogos, na Congregação da Causa de Todos os Santos, que aprovou o processo de beatificação.

Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, é preciso manter a cautela no processo de beatificação e santificação de Frei Damião. Segundo ele, os católicos devem rezar para que a Igreja conceda ao capuchinho o título de santo.

História



Segundo informações da Igreja Católica, Frei Damião chegou ao Brasil, em 1931, e passou a morar no Recife. Pio Giannotti, seu nome de batismo, participou de “Santas Missões” durante 66 anos de vida religiosa.

Ele nasceu em Bozzano, na Itália, em 5 de novembro de 1898. Aos 13 anos ingressou na vida religiosa, e em 1915, aos 17 anos, emitiu os primeiros votos religiosos e recebeu o nome de Damião.

Frei Damião morreu no Recife, em 1997, aos 98 anos. Ele ficou internado, por vários dias, em um hospital particular.

Polícia detém dois e apreende armas e cartões do Bolsa Família em Piranhas

Valdemir Santos Souza, de 45 anos, e Cenisval Ferreira Lima, de 61, foram presos na zona rural do município

↑ Material apreendido durante a ação policial na zona rural de Piranhas (Foto: Ascom PC/AL)

Uma ação conjunta das polícias Civil e Militar deflagrada nesta quarta-feira (10), no Sítio Tanquinho, zona rural do município de Piranhas, resultou na prisão de duas pessoas e apreensão de armas e munições.

Os policiais prenderam Valdemir Santos Souza, de 45 anos, e Cenisval Ferreira Lima, 61, e apreenderam dois revólveres, calibres 22 e 38, uma espingarda calibre 36, um rifle calibre 32, munições desses calibres, três aparelhos celulares, e mais de R$ 11 mil em dinheiro, além de cartões do programa Bolsa Família, do governo federal.

Os presos foram levados, inicialmente, para a 32ª Delegacia Distrital de Piranhas (32ª DP) onde foram autuados, sendo constatado que havia um mandado de prisão por crime de homicídio qualificado contra Cenisval Ferreira.

Em seguida, ambos foram levados para a 1ª Delegacia Regional de Delmiro Gouveia (1ª DRP), onde estão à disposição da Justiça.

A ação teve a participação de policiais civis e militares da Companhia de Operações Policiais (Copes-Caatinga), pertencente ao 9º Batalhão da Polícia Militar.

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Fonte: Ascom PC/AL

PRF apreende carga de 3 mil unidades de vestuário

Agentes da Policia Rodoviária Federal apreenderam a carga após uma varredura no veículo

↑ Carga de 90 mil reais teria vindo de Santa Cruz do Capibaribe (Foto: Ascom PRF)

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam uma carga de 3 mil unidades de vestuário sem nota fiscal na tarde de ontem (09). A ação ocorreu durante patrulhamento de rotina no km 152, BR-316, município de Palmeira dos Índios, interior do estado.

Policiais Rodoviários Federais abordaram por volta das 18 horas um veículo Fiat/Ducato Minibus, de cor branca e placa de Craíbas – Alagoas, transportando 35 fardos de peças de vestuário diversas.

Durante os procedimentos de fiscalização aos documentos pessoais e do veículo, o condutor apresentou seus documentos e Carteira Nacional de Habilitação (CNH), porém confessou que as peças não possuíam documento fiscal. De acordo com o mesmo, a carga avaliada em aproximadamente 90 mil reais teria vindo de Santa Cruz do Capibaribe, Pernambuco.

Diante dos fatos, os policiais apreenderam o veículo e as mercadorias, sendo encaminhados à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) de Arapiraca/AL para procedimentos cabíveis.

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Fonte: Assessoria

Promotoria de Santana alerta que vender bebida para crianças e adolescentes é crime
Por: MPE/AL  
 
 Foto: MPE/AL

A 1ª Promotoria de Justiça de Santana do Ipanema expediu recomendação a comerciantes daquele município para que eles não vendam bebidas alcoólicas para menores de 18 anos. Descumprir essa proibição, que está expressa no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), prevê o pagamento de multa que pode chegar a R$ 10 mil, além da interdição do estabelecimento comercial.

“Recomendamos a todos os proprietários de bares e restaurantes de Santana do Ipanema que eles se abstenham de vender, fornecer, servir ou entregar, ainda que gratuitamente, a criança ou a adolescente, bebida alcoólica, sob pena de responderem criminalmente. Esse ilícito consta no artigo 243 do ECA, com previsão de pena de detenção entre dois e quatro anos”, explicou o promotor de justiça Denis Guimarães.

“O que estamos fazendo visa cumprir o caráter protecionista do Estatuto da Criança e do Adolescente que, em artigo 70, diz que é dever de todos nós prevenir a ocorrência de ameaça ou violação dos direitos desse público”, acrescentou ele.

Aqueles comerciantes que forem flagrados infringindo a lei, poderão ser punidos com a aplicação de uma multa que varia entre R$ 3 mil e R$ 10 mil, além sofrerem medida administrativa de interdição do seu negócio até o recolhimento do valor da sanção pecuniária.

Papel dos conselhos tutelares

A recomendação, expedida no último dia 29, também foi encaminhada para o Conselho Tutelar de Santana do Ipanema: “que ao tomarem conhecimento da contravenção e/ou crime em tela, comuniquem o fato imediatamente ao delegado de polícia e/ou policiais locais, a fim de que sejam tomadas as providências necessárias, sem prejuízo da aplicação das medidas de proteção à criança ou adolescente que estejam em situação de risco e autuação pela prática de infração administrativa”, diz um trecho do documento.

À Prefeitura, foi recomendado que, “quando da expedição de alvarás de funcionamento de estabelecimentos de lazer, imponha-se a condicionante de colocação de cartazes advertindo da proibição de venda de bebida alcoólica a menores de 18 anos, com a finalidade de coibir a prática do crime descrito no art. 243 do ECA”.

Cópias da recomendação também foram encaminhadas às Polícias Civil e Militar, ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), e a outros órgãos e instituições que compõem a rede de proteção à infância e juventude.

“Esse processo de conscientização é importante porque o Ministério Público está preocupado com o consumo indiscriminado de bebidas alcoólicas pelos adolescentes em estabelecimento de lazer, a exemplo de bares e similares. Também é motivo de preocupação nossa o crescente consumo de drogas ilícitas no município de Santana do Ipanema, notadamente nas comunidades mais carentes. Por isso a recomendação foi expedida e precisa ser cumprida”, reforçou Denis Guimarães.

A recomendação faz parte do projeto Paz nas Escolas, que trabalha cidadania nas unidades de ensino de Santana do Ipanema.

 

 

Campanha de vacinação contra a gripe começa esta semana em todo o país

Nesta primeira fase, serão priorizadas crianças com idade entre 1 ano e 6 anos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas

↑ Vacinação (Foto: Sandro Lima / Arquivo)

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa na próxima quarta-feira (10) em todo o país. De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização, este ano, foi antecipada em cerca de 15 dias em relação aos anos anteriores, quando a campanha teve início na segunda quinzena de abril.

Nesta primeira fase, serão priorizadas crianças com idade entre 1 ano e 6 anos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto). A escolha, segundo o ministério, foi feita por causa da maior vulnerabilidade do grupo.

A partir de 22 de abril, todo o público-alvo da campanha poderá receber a dose, incluindo trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A definição, de acordo com o ministério, também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente o vírus da gripe. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos elegíveis para vacinação.

Amazonas

No Amazonas, a vacinação contra a gripe começou no fim de março, com antecipação de 21 dias em relação às demais unidades federativas. A decisão, segundo a pasta, se deu em função da ocorrência de casos e óbitos por influenza desde fevereiro deste ano.

Em todo o ano de 2018, o Amazonas registrou 17 casos e três mortes por influenza, sendo um caso pelo vírus H1N1. Até meados de março deste ano, já foram notificados 666 casos suspeitos, sendo 107 confirmados para H1N1, além de 28 mortes também confirmadas pelo vírus.

A doença

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

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Fonte: Agência Brasil

Domingo, 07 Abril 2019 17:34

Deus e o diabo na Terra são um só

Deus e o diabo na Terra são um só

 

por Fernando Soares Campos(*)

 

A inútil tentativa de separar deus do diabo é fruto do nosso maniqueísmo fanático, ignorância gerada pelo puritanismo hipócrita dos que se assemelham a túmulos caiados.   

 

Deus, em qualquer das formas que possamos nele crer, é amor e ódio, é ignescente lava vulcânica e montanhas de eterno gelo glacial. Deus é doce mel e amargo fel, é o Bem, o Mal e as nuances que os confundem. 

 

Tudo depende apenas da forma, da imagem e ideia que fazemos do nosso deus pessoal e intransferível. Com isso, não estou afirmando que deus é uma invenção humana, refiro-me apenas à maneira como cada um de nós o percebe. 

 

Essa história de que o Bem sempre vence o Mal é balela, feliz apoteose de novela épica. O Bem não vive em conflito com o Mal, o Bem e o Mal se complementam e se dispõem numa só forma. O conflito é nosso, é íntimo, não é externo. É de dentro para fora; não, o contrário; e ele se dá em função dos nossos interesse pessoais, imediatos, inalienáveis. A distinção entre um e outro está condicionada apenas à nossa consciência, ao que dela fizemos, ao que nela plasmamos, mas isso não quer dizer que podemos tratar essa questão atribuindo-lhe uma condição relativa, pois o Bem e o Mal se fundem e são inseparáveis, são objetos, sujeitos, não são qualificações de objetos, de sujeitos, como o que consideramos bom ou mau.

 

Por necessidade fundamentada no nosso atrasado estágio evolutivo, inerente ao processo de desenvolvimento e aperfeiçoamento do saber e dos princípios éticos, podemos até personificar deus, levando em conta a hierarquia necessária ao equilíbrio funcional de todas as coisas. ("Ninguém vai ao Paisenão por Mim" João, 14,6). Mas o verdadeiro Deus, princípio de todas as coisas, não é alguém. Deus, por uma de suas infinitas definições, é a soma dos potenciais existentes em todas as coisas, no âmago da matéria, em qualquer de suas formas, sejam minerais, vegetais ou animais; e acrescente-se, acima de tudo, os potenciais disponíveis na alma humana, a nossa capacidade de sentir, pensar e agir por conta própria, por livre-arbítrio diante do que está suscetível aos efeitos de nossa ação. 

 

Deus impessoal é a Lei Universal, sobre o que conhecemos muito pouco, ou fazemos questão de conhecer apenas os seus introitos, mesmo assim interpretando-os conforme o interesse de nossas semiconsciências, apenas o suficiente para nos odiarmos uns aos outros, mas fazendo caras e bocas de amor ao próximo.

 

Conforme preceitos bíblicos, "Nem uma folha cai sem que seja a vontade de Deus". Acredito que o mais correto seria dizer que "Nada acontece sem a permissão de Deus". "Vontade" é força que realiza desejos, ou que se empenha para realizá-los. Deus não deseja. Deus é a Lei Universal, completa, perfeita e imutável. "Permissão", neste caso, é conquista da liberdade de ação (boa ou má). "Permissão" aqui não significa o aguardo de ordens superiores, mas a conquista das condições favoráveis à ação. Com a permissão para agir, com a disponibilidade dos elementos adequados ao empreendimento da ação, passamos ao exercício do chamado livre-arbítrio, que se manifesta de acordo com o estágio da formação do caráter personalista de cada um de nós.

 

A permissão divina não pressupõe conivência de Deus, ou sua incondicional anuência, com o ato praticado. Deus (a Lei Universal) faculta as ações para que os homens testem a si próprios. Observe que Jesus, ao nos ensinar a orar, não recomendou que pedíssemos a deus que não fôssemos tentados, mas que não caíssemos em tentação. "Não nos deixeis cair em tentação." É como se pedíssemos permanente inspiração e alerta ao Pai para superar as nossas más inclinações e, assim, nos livrar das permanentes tentações concernentes aos prazeres mundanos (aqui entendemos o Pai Nosso, sobre quem Jesus falou, como sendo deus personificado.

 

"Nunca me corrompi!", diria o homem que nunca sofreu a tentação planejada por um corruptor externo, alguém que poderia lhe oferecer privilégios em troca da liberalização do vírus da desonestidade nele incubado, como qualquer agente infeccioso que percorre seu corpo em busca de oportunidade para se manifestar. Pessoas que ainda não tiveram oportunidade de provar para si mesmas que não se renderiam a propostas indecentes e se autoproclamam honestas até no controle de suas mais irreprimíveis emoções, estas são como uma virgem numa ilha deserta: quando o cio lhe provoca a fúria do desejo sexual, só lhe resta masturbar-se, ou seja, não extravasa sua voluptuosa sensação com alguém, até de forma desregrada, porque não tem com quem. 

 

A ocasião não faz o ladrão, apenas desperta a tendência à ladroagem, e se esta inclinação não for reprimida (pela lei e pela consciência), o cidadão se desvela como ladrão.

 

A permanente luta para domar o Mal dentro de nós mesmos. Esta, se não é a única, é, provavelmente, a mais importante virtude humana.

 

Se algum de nós já não sente qualquer impulso para a prática do Mal, conforme os conceitos ditados pela nossa consciência, contrapondo-o ao que possa vir a ser o Bem, então esse alguém já não pertence à categoria humana, sublimou-se, já alcançou esferas muito mais elevadas, extrapolou a perfeição moral relativa à vida na Terra. Se estiver encarnado aqui entre nós, encontra-se na condição de missionário divino; mas como um missionário divino poderia conviver entre nós, almas potencialmente corruptas? Seria agindo como um ser ainda em conflito com a formação do seu caráter, como nos encontramos aqui na Terra? Não. Ele seria apenas compreensivo, entenderia a fraqueza humana e, por isso, compreenderia o criminoso, mas sem justificar ou tolerar o crime cometido.

 

Certa ocasião meu analista me perguntou: "O ser humano ri porque se sente feliz, ou se sente feliz porque ri?" "Choramos porque ficamos tristes, ou ficamos tristes porque choramos?"

 

Naquele momento tive o impulso de dizer que rimos porque nos sentimos felizes e choramos porque ficamos tristes, porém me contive, pois outros pensamentos assomaram à minha alma semipensante: "O homem fica feliz por suas vitórias no campo de batalha, ou pela derrota do seu adversário?" "Triste porque perdeu a batalha, ou porque aquele adversário venceu?"

 

Aparentemente, tudo isso aí tem o mesmo sentido, mas as aparências enganam.

 

Aquele que se autoproclama honesto até no controle de suas mais irreprimíveis emoções diria que sua felicidade se concentra totalmente em suas próprias vitórias, conquistas, feitos, méritos e supostas virtudes pessoais. Jamais admitiria que um prazer mórbido insiste em comemorar o fracasso alheio, ou chorar pela vitória de outrem, seja a glória de um dos seus desafetos ou, pior, pelo triunfo de um daqueles a quem ele chama de "amigo". A inveja corroendo-lhe a alma.

 

Voltando à vaca fria

 

A crise existencial nossa de cada dia pode estar relacionada com esta nossa tentativa de separar deus do diabo, aplicando conceitos pessoais, semiconscientes, sobre o Bem e o Mal, sem considerarmos que, dentro de nós, um não existiria sem o outro. Num mundo só de luz, não adiantaria alguém tentar explicar o que viria a ser a sombra. Também num mundo somente de sombras, seria inútil alguém tentar explicar o que possa ser a luz. "Quem não soube a sombra não sabe a luz" (Taiguara, em "Teu sonho não acabou"). 

 

A coexistência dos opostos determina a unicidade das coisas. Deus é único. Deus em separado do diabo é fruto do nosso preconceito.  

 

Deus personificado é infinitamente múltiplo,

portanto, único ("Vós sois deuses", João, 10:34. "Vós podeis fazer o que eu faço e muito mais" João, 14:12). Somos deuses porque há em nós um latente potencial para realizarmos maravilhosos feitos. Tantos já foram realizados porque muitos de nós já consegue fazer bom uso de uma ínfima parte desse potencial.

 

Mas deus impessoal não é alguém nem é ninguém. Deus é a Lei Universal, única, perfeita, imutável, e se manifesta em nós pela nossa consciência. Todos temos noção do que venha a ser o Bem e o Mal, mas um ou outro aflora em nós, em nossa consciência imediata, como nos convém, na forma do que nos seja ou pareça bom ou mau, o que não raro confundimos com bem e mal.

 

Atração e repulsão ou complementares e expansivos?

 

Na natureza, os polos positivo e negativo são complementares. Um não existiria sem o outro.  

 

Em vez de dizer que polos diferentes se atraem, prefiro dizer que estes se complementam. Trato assim porque, nos relacionamentos humanos, os iguais se atraem e se completam quantitativamente, em busca da realização de seus propósitos, mas nem sempre em benefício do conjunto, geralmente visam vantagens individuais; enquanto os verdadeiros complementos devem ser entendido pela soma dos diferentes, complementação qualitativa, considerando que, neste caso, há uma troca de informações, conhecimentos, experiências, um auxilia na evolução do outro. 

 

Entretanto, na natureza, em que não se manifesta afetividade conforme os valores humanos, polos iguais, a meu ver, não se repelem, apenas se expandem em busca de unidades complementares para formar elementos temporariamente estáveis, até que, em função das necessidades vitais do universo, se desagregam e reiniciam o processo de expansão e complementação. Assim funciona a dinâmica da natureza: tudo se transformando através de infinito processo de expansão, complementação, expansão... 

 

Polos diferentes se complementam, polos iguais se expandem, isso ocorre simplesmente para manutenção da vida. É a incondicional solidariedade do universo no seu mais alto grau de pureza e perfeição.

 

No conjunto do universo, nada é adverso, tudo se complementa. Na natureza tudo se harmoniza.Só existe adversidade quando nossos desejos ou nossas necessidades pessoais são colocadas à prova, portanto deus e o diabo são um só, e estão separados apenas em nossos conceitos, que em geral são formados tendo como base os nossos desejos e afetividades. 

 

 

 (*)Fernando Soares Campos é escritor, autor de “Fronteiras da Realidade – Contos para meditar e rir... ou chorar”. Chiado Editora, Portugal, 2018.

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