Aprincípio, o tema escolhido para minha crônica de hoje, o termo: árvore. Mas, uma coisa puxa outra. Daí chegamos ao título a cima, convenhamos, bastante instigador. De onde vem o termo: “ÁRVORE: vem do Latim ARBOR, que tinha o significado de “árvore”, possivelmente do Indo-europeu herdhos, “ereto, qualidade do que é erguido ou aprumado”. Fonte: Google.com.br
ETIMOLOGIA DO TERMO ÁRVORE: Do galego-português árvor, árvore, do Latim: arbor; latim antigo: arbos; ardus “elevado”; comparado com advérbio grego: árden (elevado de forma bem alta) “aíro”: elevar, levantar. Fonte: wikitionary.org.br
Creio que o termo “Garden” em inglês que significa “Jardim” deva ter surgido de “Árden”.
ÁRVORE DA VIDA E DO CONHECIMENTO: Sobre esta árvore surge uma grande dúvida, seria apenas uma ou duas as árvores: uma da vida e outra do conhecimento? Algumas passagens bíblicas podem dar indício para quem tiver interesse descobrir: “Árvore do conhecimento do bem e do mal; livro de Gênesis: 2:9; Gênesis 3:3, 3:15; Livro do Apocalipse 22:2; Apocalipse: 22:14; 2-Coríntios 3:6. Então, vejamos pelo menos duas dessas passagens: “O Senhor Deus fez brotar da terra toda sorte de árvores, de aspecto agradável, e de frutos bons para comer; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore da ciência do bem e do mal. Gênesis: 2:9.” “Ele é que nos fez aptos para ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do espírito. Porque a letra mata, mas o espírito vivifica. 2-Coríntios: 3:6.”
QUAL O SIGNIFICADO DE “A LETRA MATA MAS O ESPÍRITO VIVIFICA”?
“A expressão significa, que não podemos alcançar a salvação por nosso próprio mérito. Ninguém consegue cumprir as leis de Deus perfeitamente; precisamos de Jesus. Somente o Espírito Santo nos capacita a viver uma vida santa, que agrada a Deus.Fonte: resposta.com.br”
VOCÊ SABIA? “A páscoa também conta com uma árvore comemorativa? Ela se chama Osterbaum. Sua origem vem da Alemanha, e é pagã. Uma vez que a data coincide com a chegada da primavera no hemisfério norte. Tornou-se comum, colorir galhos secos de árvore, para celebrar o fim do frio. Aos poucos a árvore passou a ser incorporada às comemorações religiosas. Pomerode, cidade brasileira do estado catarinense, de origem alemã, já chegou a ter a maior ‘Osterbaum' do mundo. Significado cristão: A árvore, de galhos totalmente secos, sem folhas simboliza a frieza da morte de Jesus Cristo. Nos galhos são colocados cascas de ovos intactas, pintadas de várias cores com símbolos pascais. Geralmente é exposta na sexta-feira santa e retirada a partir do segundo domingo da páscoa. Fonte: abcasa.org.br
Chegar até PEARL HABOR foi um pulo, mas descobri que nada tem a ver: “O ataque a “Pearl Harbor foi um ataque surpresa do Serviço Aéreo Imperial da Marinha Japonesa, contra uma base naval dos Estados Unidos com esse nome, localizada no Havaí. O s Estados Unidos que estava neutro, entrou na segunda guerra mundial por conta deste ataque. Ocorrido, na manhã de 7 de domingo de 1941. Tradução de Pearl Harbor: Porto das Pérolas. Fonte: Wikipédia.org.br”
ÁRVORE GENEALÓGICA Também pode ser chamada de heredograma, do Latim “heredium”, ‘herança’. É a representação gráfica das relações de parentesco entre indivíduos de uma família.
ÁRVORE DE LIVROS É a maior plataforma de leitura digital do Brasil, e está presente em centenas de escolas e bibliotecas por todo país. Disponibiliza acervo diversificado e atraente Também suporte pedagógico aos educadores. Projetos que estimulam o hábito da leitura em crianças e jovens. Fonte: arvoredelivros.com.br”
UM POUCO DE HUMOR PARA ENCERRAR
Seu LUNGA levou uma queda. A mulher acudiu trazendo um copo com água.
-VÔTE! Levei uma queda, não comi Doce.
BODE GAIATO NA BLITZ
-Hum! Moto sem placa?
-É Porque ela usa COLGATE TOTAL 12.
PIADAS DE ÁRVORE, TÃO VELHAS QUE DÓI:
Três macacos, em cima duma árvore resolvem brincar de fruta. Um diz:
-Eu sou uma Melancia!
-Eu sou um Abacaxi!
O terceiro enfia o dedo no fiofó, cheira e:
-Eu sou uma Jaca, mas já tô é podre!
E pula lá de cima.
O dono de um sítio flagra o filho do vizinho roubando manga no seu pomar e:
-Te peguei! Vou falar pra teu pai.
-Aproveita que ele está na outra galha!
Fabio Campos, 11 de Abril de 2021. Feliz Domingo da Misericórdia do Senhor!
Distritão vai na contramão da democracia, diz cientista político
Proposta pode eliminar do jogo político as minorias e favorecer os candidatos com mais densidade eleitoral
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Voltou à cena na Câmara dos Deputados a proposta de adoção do modelo “distritão” para as eleições proporcionais – deputados federais, estaduais e vereadores – no país, mesmo o tema já tendo sido derrotado por duas vezes em Brasília. Para o cientista político Ranulfo Paranhos, o modelo vai na contramão da democracia.
“A ideia do distritão está na contramão dos avanços para democracia porque, se a gente pensar, o processo democrático é de compartilhamento, de ampliação da participação dos indivíduos, mas quando a gente olha para o modelo do distritão, ele vai no sentido da individualização, ele vai no sentido contrário a noção de partido político. Partido político é um grupo de pessoas em torno de uma ideia, o distritão é, aquele mais votado é mais e mais importante do que o partido político”, argumenta Ranulfo Paranhos.
Em sua avaliação, se desta vez for aprovado, o modelo “distritão” eliminará as minorias do cenário político-institucional e tende a fortalecer as candidaturas de “celebridades”.
“O modelo atual [proporcionalidade em lista aberta] permite que a gente aproveite de partidos pequenos que conseguiram juntar esses votos e conquistar uma cadeira legislativa, mas no modelo do distritão, os votos dessas minorias são colocados na lata do lixo”, afirma Ranulfo Paranhos. “Só candidatos muito conhecidos ou com muita estrutura de campanha, ou que controlam partido, ou que tem algum tipo de apoio, é que conseguirão se sobressair e obter positivos em eleições. Perdem os candidatos representantes das minorias, que dependem de partidos pequenos e que esses partidos lançam vários candidatos para conquistar uma cadeira”, completa.
Já a também cientista política Luciana Santana ressalta que o modelo “distritão” favorece os grandes partidos. Contudo, em sua avaliação, eleger celebridades – ou outsiders – dependerá mais das táticas partidárias que do modelo em si.
“O distritão favorece os partidos mais nacionalizados ou estadualizados. A tendência é que eles tenham mais chances de eleger deputados em detrimentos de outros perfis. Se vai eleger mais celebridade ou outsiders depende muito das estratégias que serão adotadas para selecionar candidaturas. Não acho que seria mais do que já temos hoje, até porque os políticos querem ocupar espaços no Legislativo”, argumenta Luciana Santana.
Para valer já nas eleições de 2022, a troca de modelo deve ser aprovada até outubro deste ano. O tema já foi rejeitado pela Câmara dos Deputados por duas vezes, mas desta vez, os apoiadores do “distritão” incluíram o tema numa PEC em que não permite eleições em datas próximas a feriados nacionais. Assim, o assunto não passa pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e segue direto para uma Comissão Especial. No caso, o assunto será relatado pela deputada Renata Aberu (Podemos).
Se aprovado na Comissão Especial, o tema precisa ser aprovado por duas vezes no plenário da Câmara e duas vezes no plenário do Senado.
DISTRITÃO
Só existente em quatro países – Ilhas Pitcairn, Vanuatu, Jordânia e Afeganistão –, no “distritão”, os mais votados para os parlamentos são os eleitos. Ou seja, como se fosse uma eleição majoritária. Para quem defende o modelo, assim não existiria mais os puxadores de votos nos partidos e coligações. O modelo é chamado assim porque cada localidade passa ser um distrito.
O atual modelo é o proporcional em lista aberta. Ou seja, são eleitos os mais votados de um partido – coligações estão extintas para os parlamentos –, mas a quantidade de cadeiras depende do total de votos recebidos pela legenda. Divide-se esse montante pela quantidade de vagas nas respectivas casas legislativas.





