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Presidente do TJ/AL institui comissões de prevenção e combate ao assédio

Medida segue resolução do CNJ; comissões atuarão no Tribunal de Justiça e no 1º Grau

↑ Imagem: Dicom TJAL
O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), Klever Loureiro, instituiu as comissões que atuarão na prevenção e enfrentamento ao assédio e à discriminação no âmbito do Judiciário estadual. A medida segue resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

 

No TJAL, a comissão será formada pelos seguintes membros:

 
– Manoel Cavalcante (juiz indicado pela Presidência)
– Ewerton Protázio (servidor indicado pela Presidência)
– Nigel Stewart (servidor indicado pelo presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJAL)
– Sóstenes Alex (juiz indicado pela Associação Alagoana de Magistrados)
– Cleyson da Silva (servidor indicado pelo Sindicato dos Servidores do Judiciário de Alagoas)
– Williams de Andrade (servidor indicado pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça)
– Andrea de Azevedo (servidora eleita em votação direta)
– Marisa Cordeiro (colaboradora terceirizada indicada pela Diretoria de Administração)
– Gabriel Costa (estagiário indicado pela Coordenação de Estágios da Escola da Magistratura)
– Suhed Acioli (representante da Ordem dos Advogados)
– Carlos Tadeu Vilanova (representante do Ministério Público)
 
Já a comissão que atuará no 1º Grau conta com os seguintes integrantes:
 
– Maysa Cesário Bezerra (juíza indicada pela Superintendência do Fórum da Capital)
– Maria Cícera Santos Pinto (servidora indicada pela Superintendência do Fórum da Capital)
– José Aluciano Martins de Souza (servidor indicado pelo Serjal)
– Larissa Augusta Santo Trindade (servidora indicada pelo Sindojus)
– Sóstenes Alex (juiz indicado pela Almagis)
– Emanuela Porangaba (juíza eleita em votação direta)
– Jennyfer Nascimento Silva (servidora eleita em votação direta lotada na Capital)
– Anderson Protázio (servidor eleito em votação direta lotado no Interior)
– Maria de Lourdes da Silva (colaboradora terceirizada indicada pela Diretoria de Administração)
– Alícia Giordana de Souza Barbosa (estagiária indicada pela Esmal)
– Paula Simony Lopes Ferreira (representante da OAB/AL)
– Carlos Tadeu Vilanova (representante do MP/AL)
 
O objetivo do TJAL é desenvolver ações de prevenção e combate a mecanismos, gestão e atitudes que favoreçam o assédio ou o desrespeito aos valores profissionais do serviço público. A portaria que institui as comissões foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta quarta-feira (19).
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Fonte: Dicom TJAL

Advogado Edson Magalhães e a Vereadora Dra. Carol Magalhães vão ao MPF falar sobre precatórios do Fundef para Santana

  • Assessoria
  • 14/05/2021 19:34
  • Cidades
 
Arquivo pessoal

"Uma boa luta tem que ser travada em várias frentes". Assim definiu o Advogado Edson Magalhães e a vereadora por Santana do Ipanema, Dra. Carol Magalhães (Cidadania), sobre mais uma das suas movimentações em prol do pagamento aos servidores da Educação, em relação aos precatórios do antigo Fundef.

Nesta semana, a parlamentar protocolou um documento, na sede do Ministério Público Federal em Alagoas (MPF), no qual apela a aquele poder, ajuda para saber detalhes sobre os recursos recebidos pela Prefeitura de Santana do Ipanema.

Magalhães chama atenção que tem sido cobrada pelos profissionais do magistério santanense, a fim de saber informações sobre o pagamento dos repasses, principalmente após a aprovação de uma lei no Congresso Nacional, que autoriza os gestores fazerem o chamado abono.  

"A população cobra diariamente deste parlamento, ações efetivas do nosso mandato, sobretudo, neste momento quem está a nos cobrar soluções sobre seus direitos referentes aos precatórios do Fundef são os servidores públicos da Educação", frisou a vereadora e o Advogado Edson Magalhães.

Israel anuncia que matou comandante da Jihad Islâmica; 200 mortes no conflito

Abu Hussam Abu Harbeed, o líder da divisão Jihad Islâmica no norte, foi morto em um ataque aéreo. Israel fez novos bombardeios na madruga desta segunda-feira.

Um dos principais comandantes do grupo Jihad Islâmica na Faixa de Gaza morreu em um ataque aéreo executado pelos israelenses nesta segunda-feira (17).

O comandante era Abu Hussam Abu Harbeed, o líder da divisão Jihad Islâmica no norte.

 
Sobe para 197 o número de mortos na Faixa de Gaza vítimas de bombardeios de Israel

Em um comunicado em que informa a morte do comandante, o exército de Israel afirma que ele organizou ataques contra civis israelenses —um deles nesta segunda-feira, em que um civil israelense foi ferido.

Israel combate dois grupos que atuam na Faixa de Gaza: a própria Jihad Islâmica e o Hamas, que governa o território palestino.

Novos bombardeios

O exército israelense voltou a bombardear Gaza na madrugada desta segunda-feira.

Em uma semana de ataques, quase 200 pessoas morreram no confronto entre Israel e o grupo islamita Hamas. As das partes continuam a ignorar os apelos internacionais para o fim das hostilidades.

Na madrugada de segunda-feira, a aviação israelenses efetuou dezenas de bombardeios em poucos minutos, o que provocou cortes de energia elétrica.

Centenas de edifícios foram destruídos na Faixa de Gaza, segundo as autoridades locais, que ainda não divulgaram um balanço de vítimas.

O exército israelense informou em um comunicado que atacou noves casas que pertencem a comandantes do Hamas, incluindo algumas que eram utilizadas para “armazenar armas”.

“Nunca aconteceram bombardeios deste calibre”, afirmou Mad Abed Rabbo, de 39 anos, que mora na zona oeste da cidade de Gaza e disse que tem o sentimento de “horror, medo”.

No domingo, 42 palestinos, incluindo oito menores de idade e dois médicos, morreram no território governado pelo Hamas, segundo o ministério da Saúde local.

Desde 10 de maio, quando teve início a espiral de violência, ao menos 197 palestinos morreram, incluindo 58 menores de idade, e mais de 1.200 ficaram feridos.

Do lado de Israel, 10 pessoas morreram, incluindo uma criança, e 294 ficaram nos ataques de foguetes lançados a partir da Faixa de Gaza.

Campanha a pleno vapor

Os grupos armados palestinos, incluindo o braço militar do Hamas, lançaram mais de 3.100 projéteis contra Israel desde o início das hostilidades, informou o exército. A maioria dos foguetes foi interceptada pelo escudo antimísseis Domo de Ferro.

“Nossa campanha contra as organizações terroristas segue a pleno vapor”, afirmou no domingo o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que justificou o bombardeio de um edifício de 13 andares que abrigava os escritórios do canal Al Jazeera (Catar) e da agência americana de notícias Associated Press (AP).

Era um “alvo perfeitamente legítimo”, declarou, antes de explicar que o ataque foi baseado em informações dos serviços de inteligência.

O exército israelense, que alega ter como alvos as áreas e equipamentos do Hamas, alguns comandantes e túneis subterrâneos, acusa o movimento islamista de usar os civis como “escudos”.

Em sua ofensiva contra o Hamas, o exército israelense anunciou que atacou as residências de Yahya Sinouar, líder do grupo islamita na Faixa de Gaza, e de seu irmão, “um militante terrorista”. Fontes das unidades de segurança palestinas confirmaram o bombardeio, mas não informaram sobre o paradeiro de Sinouar.

Histórico de confrontos

O último grande confronto entre Israel e Hamas aconteceu em 2014. O conflito de 51 dias destruiu a Faixa de Gaza e deixou pelo menos 2.251 mortos do lado palestino, a maioria civis, e 74 em Israel, a maioria soldados.

A violência “tem o potencial de provocar uma crise de segurança e humanitária incontrolável e estimular ainda mais o extremismo”, alertou no domingo o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança.

“Este ciclo insensato de derramamento de sangre, terror e destruição deve parar imediatamente”, implorou, mas a terceira reunião virtual sobre o tema acabou sem avanços.

Representantes dos Estados Unidos se negaram a divulgar uma declaração conjunta que permita alcançar rapidamente o fim dos confrontos.

Início dos confrontos

A onda de violência começou após uma série de foguetes lançados pelo Hamas contra Israel em “solidariedade” com centenas de palestinos feridos nos distúrbios com a polícia israelense em Jerusalém Oriental, em manifestações provocadas pela ameaça de expulsão forçada de famílias palestinas a favor de colonos israelenses no bairro de Sheikh Jarrah.

No domingo à noite, um veículo avançou neste bairro contra uma viatura israelense e deixou vários feridos. A polícia informou que matou o agressor.

 

Também anunciou “um certo número de detenções” após os confrontos noturnos registrados em outros setores de Jerusalém Oriental, ocupado e anexado por Israel.

As hostilidades chegaram à Cisjordânia, território palestino também ocupado por Israel desde 1967, onde os confrontos com o exército israelense deixaram 19 mortos entre os palestinos na última semana.

Israel também enfrenta em seu território violência intercomunitária nas cidades mistas onde vivem judeus e árabes israelenses.

 
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Fonte: G1

Governo de Alagoas lança edital para concurso da Polícia Militar com 1.060 vagas

Certame oferta cargos de soldado e oficial; inscrições custam R$ 95 e podem ser feitas até o dia 28 de junho

↑ Ilustração

Ociclo de concursos e oportunidades de Alagoas segue sendo entregue, como anunciado, para a população. Nesta segunda-feira (17), o Governo do Estado, por meio da Secretaria do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), divulgou um dos editais mais esperados pelos alagoanos. O documento, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), se refere ao concurso da Polícia Militar, que prevê 1.060 vagas para ingresso efetivo na corporação. O candidato poderá conferir o edital na íntegra no site da Seplag clicando aqui.

De acordo com o edital, estão sendo ofertadas 1.000 vagas para soldado combatente e 60 para oficial. Os salários, após o Curso de Formação de Praças e de Oficiais, são em torno de R$ 4.250,06 para soldado e R$ 8.099,94 para oficial. Além disso, conforme já definido anteriormente, o processo seletivo será regido pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), com auxílio da Seplag e da PM/AL.

“Todo o processo de realização do ciclo de concursos tem se baseado, sobretudo, na transparência. O Governo de Alagoas, hoje, se sobressai em realizar diversos certames mesmo em um ano difícil. Sem dúvidas, esse é um grande passo e investimento para melhorar a gestão pública local e, consequentemente, a vida dos alagoanos. O certame da PM, em especial, é uma oportunidade de entregarmos à sociedade um time cheio de gás para fortalecer a segurança pública e desenvolver ainda mais projetos nessa área”, explica o secretário titular da Seplag, Fabrício Marques Santos.

Inscrições

Os candidatos que desejarem participar da seletiva devem se atentar ao período de inscrições, que começa a partir das 10h do próximo dia 24 de maio e prossegue até às 18h do dia 28 de junho de 2021, seguindo o horário de Brasília. O procedimento deverá ser feito somente via internet através do site do Cebraspe. Conforme divulgado, a taxa de inscrição é de R$ 95,00.

Provas

As provas, segundo o edital, ocorrerão em turnos diferentes. Para o cargo de aspirante a oficial, serão aplicadas, pelo turno da manhã, provas objetivas e subjetivas, com duração de 4h e 30 minutos. Para soldado, acontecerão no turno da tarde, com duração de 3h e 30 minutos, sendo aplicada apenas prova objetiva. Essa medida foi adotada pelo Governo para garantir mais oportunidades a quem vai concorrer nos dois cargos.

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Fonte: Assessoria

Conflito em Gaza se intensifica com artilharia e bombardeios aéreos

Pelo menos 103 pessoas foram mortas em Gaza

↑ Foto: Reuters

Palestinos dispararam mais foguetes em regiões comerciais de Israel nesta quinta-feira (13) enquanto o governo israelense mantém uma pesada campanha de bombardeios na Faixa de Gaza e acumula tanques e tropas na fronteira do enclave.

Após quatro dias, os conflitos além das fronteiras não mostram sinais de diminuição, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que a campanha “irá levar mais tempo”. Autoridades de Israel afirmam que o grupo Hamas, que comanda Gaza, precisa receber um forte golpe de dissuasão antes que qualquer acordo de cessar-fogo seja atingido.

A violência também se espalhou por comunidades mistas de judeus e árabes em Israel, uma nova frente no conflito. Sinagogas foram atacadas e os conflitos estouraram nas ruas de algumas cidades, levando o presidente de Israel a alertar para a possibilidade de guerra civil.

Pelo menos 103 pessoas foram mortas em Gaza, incluindo 27 crianças, nos últimos quatro dias, segundo autoridades médicas palestinas. Na quinta-feira apenas, 49 palestinos foram mortos no enclave, maior número diário desde segunda-feira.

Sete pessoas foram mortas em Israel: um soldado que patrulhava a fronteira de Gaza, cinco civis israelenses, entre eles duas crianças, e um trabalhador indiano, disseram autoridades.

Temendo que a pior de troca de hostilidades na região em anos possa sair ainda mais do controle, os Estados Unidos estão mandando seu enviado, Hady Amr. Iniciativas por uma trégua mediadas por Egito, Catar e a Organização das Nações Unidas ainda não geraram nenhum sinal de progresso.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu nesta quinta-feira o fim da escalada da violência, dizendo que gostaria de ver uma redução significativa dos ataques de foguetes.

Militantes dispararam salvas de foguetes em Tel Aviv e cidades próximas, com o sistema antimísseis chamado de Doma de Ferro interceptando muitos deles. Comunidades próximas à fronteira de Gaza e da cidade de Beersheba, na região desértica no sul do país, também foram alvos dos disparos.

Cinco israelenses ficaram feridos após um foguete atingir um prédio próximo a Tel Aviv na quinta-feira.

Três foguetes também foram disparados a partir do Líbano para Israel, mas caíram no Mar Mediterrâneo, segundo as Forças Armadas do país. O ataque pareceu um gesto de solidariedade com Gaza por grupos palestinos no Líbano, e não o início de uma nova ofensiva.

Em Gaza, aviões militares israelenses atingiram um prédio residencial de seis andares que, segundo eles, pertencia ao Hamas. Netanyahu disse que Israel já atingiu um total próximo a 1.000 alvos de militantes no território palestino.

Aeronaves israelenses também atacaram uma central de Inteligência do Hamas e quatro apartamentos pertencentes a comandantes do grupo, segundo as Forças Armadas, acrescentando que as casas eram utilizadas para planejar e dirigir ataques a Israel.

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Fonte: Agência Brasil/Reuters

 
 
 

Saiba como identificar mensagens com informações falsas

Conteúdos falsos compartilhados nas redes sociais costumam apresentar características semelhantes

↑ (Imagem: Agência Alagoas)

Circulam todos os dias nas redes sociais informações falsas que são compartilhadas instantaneamente pelos usuários. Batizados de “fake news”, os conteúdos falsos são criados e propagados por diversos motivos. Muitas vezes é possível identificar mensagens falsas sem precisar ir muito longe nas investigações, pois elas apresentam diversas características semelhantes.

Desde o fim de 2019, o principal alvo das informações falsas é a pandemia da Covid-19. “Álcool em gel não tem eficácia, mas vinagre tem”, “máscaras causam problemas de saúde” e “médicos recebem acréscimo de mil reais por atestado para Covid-19” são alguns títulos de conteúdos falsos já desmentidos por várias agências de checagens de fatos e, inclusive, por esta editoria.

Apenas nos últimos dois meses a editoria Alagoas Sem Fake já identificou e desmentiu mais de 40 mensagens falsas que circularam no estado. Para ajudar os leitores a identificar possíveis fakes esta editoria lista abaixo algumas dicas para desmascarar mensagens falsas.

O primeiro passo é avaliar a fonte da possível notícia, pois muitos sites que publicam os conteúdos falsos tentam se passar por portais de notícias já conhecidos e confiáveis. Um dos pontos fracos desse tipo de mensagem é a formatação do texto, que apresenta erros de português, letras em caixa alta e uso exagerado de pontuação. Algumas informações são até verdadeiras, mas é preciso se atentar à data da publicação, pois o fato pode ter acontecido já há algum tempo e não representar entendimentos mais atuais, que surgem diante de novas circunstâncias.

Antes de compartilhar mensagens de conteúdo duvidoso, o leitor pode pesquisar se a informação foi divulgada por outros sites de notícias. Quando for compartilhado um link apenas com o título do texto, é recomendado que seja feita a leitura de todo conteúdo, pois em alguns casos o que está em destaque não condiz com a reportagem. Além disso, ainda há possibilidade de se tratar de alguma matéria de sites de humor com o objetivo de ironizar algum fato.

De maneira geral, os boatos têm sempre um tom alarmista ou soluções simplistas e milagrosas para problemas complexos. Além disso, normalmente não é informado o autor do texto. É preciso uma atenção especial a vídeos, fotos e áudios, porque podem ser editados e utilizados fora de contexto. Um exemplo é o vídeo de uma mulher dançando com um fuzil na mão que circulou nas redes sociais. A legenda informava que ela seria a mãe de um jovem morto em operação no Jacarezinho, na zona norte do Rio de Janeiro, mas a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro negou o boato.

Como as informações falsas acabam sendo ainda mais compartilhadas do que as notícias reais, o próprio WhastApp já informa ao usuário quando uma mensagem é “encaminhada com frequência” e tem origem duvidosa. A ferramenta tem o objetivo de estimular o leitor a pesquisar e verificar a veracidade das informações antes de compartilhar. O aplicativo também limitou a quantidade de encaminhamentos de mensagens a cada vez.

Beto Macário, mestre em Sociedade, Tecnologias e Políticas Públicas e especialista em Processos Midiáticos e Novas Formas de Sociabilidade, explica como as informações falsas se disseminam com tanta facilidade.

“Boa parte da estrutura de textos de fakes news não é centrada em dados reais, mas em valores morais, ataques pessoais e reforça sempre um código estruturante ou vigente, como ideologia ou pensamento, que representa uma fatia da sociedade que quer associar ou se manter no poder. Quando esse conteúdo é disseminado através de redes sociais, ele se alia a algum movimento da chamada pós-verdade e ganha apoio na reafirmação de certos valores que conduzem o nosso convívio em sociedade, ou seja, as pessoas compartilham porque se identificam com a mesma linha de pensamento que está por trás das informações falsas. Por isso, elas ganham visibilidade em todo segmento e classe social”, explica o especialista.

Lei contra fake news

Em Alagoas, quem divulga ou compartilha informação falsa sobre situações que envolvem o enfrentamento à Covid-19 pode ser punido com multa de até R$ 5.394. A Lei nº 8.266 foi sancionada em junho de 2020 e tem o objetivo de combater a divulgação de “fake news” sobre epidemias, endemias e pandemias no estado.

Alagoas Sem Fake

Com foco no combate à desinformação, a editoria Alagoas Sem Fake verifica, todos os dias, mensagens e conteúdos compartilhados, principalmente em redes sociais, sobre assuntos relacionados ao novo coronavírus em Alagoas. O cidadão poderá enviar mensagens, vídeos ou áudios a serem checados por meio do WhatsApp, no número: (82) 98161-5890. Clique aqui para enviar agora.

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Fonte: Agência Alagoas

Juiz John Silas morre aos 70 anos em Maceió vítima da Covid-19

John Silas ingressou na magistratura alagoana em setembro de 1995 e estava à frente da 8ª Vara Criminal da Capital

↑ Juiz John Silas - Foto: Reprodução

Morreu, nesta quinta-feira (13), em Maceió, o juiz e professor John Silas da Silva, vítima da Covid-19. O magistrado tinha 70 anos de idade e faleceu no mesmo dia da primeira visita do presidente Jair Bolsonaro à cidade. Silas estava internado em um hospital particular da capital alagoana desde o último dia 10 de março.

John Silas fazia uso do ECMO, que é um equipamento que serve como pulmão artificial. A Associação Alagoana de Magistrados (Almagis) confirmou o óbito.

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas (TJAL), desembargador Klever Rêgo Loureiro, lamentou profundamente o falecimento do juiz e professor.

Em nota, o desembargador disse que John Silas, ao longo de sua carreira como magistrado, prestou relevantes serviços à Justiça Estadual, notabilizando-se pela dedicação às varas criminais de Arapiraca e Maceió, especialmente na condução de julgamentos no Tribunal do Júri.

“Destacava-se igualmente na celebração de casamentos coletivos, tornando-os cerimônias que se revestiam de características próprias e, também, de conteúdo espiritual emocionante capaz de a todos encantar. Sua obra, dedicação e exemplo jamais serão esquecidos”, frisou o presidente do TJAL.

Casos emblemáticos

John Silas ingressou na magistratura alagoana em setembro de 1995 e estava à frente da 8ª Vara Criminal da Capital. Ele atuou em diversos julgamentos emblemáticos no estado, como o do caso Bárbara Regina e do ex-cabo Luiz Pedro.

Ele também era professor na Universidade Federal de Alagoas (Ufal) de Direito Processual Civil, Ética Profissional e também atuava no Escritório Modelo da instituição.

Dos 65 dias internado, o magistrado permaneceu durante 45 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Até a conclusão desta reportagem, não havia informações sobre velório e sepultamento do magistrado.

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Educação anuncia investimento de R$ 60 mi para obras de infraestrutura de universidades

Por Rafaela Pimentel

Aporte inclui serviços de reforma da Uncisal e construção de um novo campus da rede, além de ampliação de salas e melhorias estruturais da Uneal. Investimentos na infraestrutura das universidades estaduais de Alagoas somam R$60 milhões e englobam obras de reforma, construção de nova unidade e ampliação de salas de aula / Foto: Ascom Seduc

Com reflexo direto na melhoria do ensino-aprendizagem de alunos e professores, a infraestrutura da rede pública ganha agora celeridade nos investimentos realizados pelo governo de Alagoas. O secretário de Educação, Rafael Brito, anunciou nesta semana um aporte global de R$60 milhões para obras de reforma, construção e ampliação da estrutura das duas unidades estaduais de ensino superior: a Universidade de Ciências da Saúde (Uncisal) e a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal).

A proposta é descentralizar o processo de recuperação e expansão dos ambientes físicos das unidades de ensino no estado. No último dia 11, o governador Renan Filho deu início a esse movimento com a assinatura da ordem de serviço para reforma do prédio da Uncisal e todas as suas unidades, com orçamento na ordem de R$8 milhões, além da liberação de R$ 7 milhões para compra de equipamentos e reestruturação do acervo bibliográfico da universidade, totalizando R$ 15 milhões.

Somados a esses investimentos, também já foram liberados mais R$15 milhões para ampliação de salas de aula e melhorias estruturais do campus de Arapiraca e Palmeira dos Índios da Uneal e R$30 milhões destinados à construção de uma nova sede da Universidade de Ciências da Saúde, em Maceió.

O montante foi garantido de forma inédita pelo governo, a fim de assegurar ampla modernização das universidades estaduais e consequente avanço do ensino superior em Alagoas, beneficiando diretamente mais de 10 mil alunos e 550 professores. É o que ressalta o secretário de Educação, Rafael Brito.

“Nossas redes de ensino desempenham um papel extremamente importante na formação dos alunos para sua futura inserção no mercado de trabalho e a infraestrutura das escolas e faculdades são fundamentais nesse contexto. Por determinação do governador Renan Filho, esse movimento terá agora mais celeridade com a meta de chegar a todos os 102 municípios de Alagoas com escolas regulares e creches. Vamos apostar na melhoria dos ambientes físicos e construção de novas unidades de ensino. Estamos arrumando a casa e nos preparando para um retorno às aulas com segurança sanitária necessária para todos os professores e alunos”, salienta.

CSA vence CSE e é o 1º finalista do Campeonato Alagoano

Azulão vai enfrentar o outro finalista que sairá do jogo desta quarta entre CRB e Aliança

↑ Reprodução

Nesta terça (11), o CSA se garantiu para a final do Campeonato Alagoano de 2021. No Estádio Rei Pelé, o Azulão precisava de um empate, mas venceu o CSE por 3 a 0. Agora, o Azulão vai enfrentar o outro finalista que sairá do jogo desta quarta-feira (12), entre Galo e Aliança.

Os gols do CSA foram marcados pelo artilheiro Bruno Mota, um em cada tempo; e por Dellatorre, na segunda etapa. Bruno Mota chegou ao seu oitavo gol no Estadual. No primeiro jogo da semifinal entre azulinos e tricolores, houve empate por 1 a 1 em Palmeira dos Índios.

A primeira partida da final do Campeonato Alagoano será disputada no próximo sábado (15) e a volta ocorrerá no sábado da semana que vem (22).

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Fonte: Redação

CRB vence Aliança de virada e garante vaga na final

Galo vai decidir com o CSA quem vai ser o campeão alagoano

↑ Foto: CRB

OCRB garantiu vaga na final do Campeonato Alagoano. O Galo venceu o Desportivo Aliança por 2 a 1, no Estádio Rei Pelé, na noite desta quarta-feira (12), pelo segundo jogo da semifinal.

No jogo desta quarta, Jonathan marcou primeiro para o Aliança. Lucão e Hyuri anotaram os gols regatianos, garantindo a vitória de virada.

O CRB contava com a vantagem do empate na soma do placar agregado e avançaria à decisão mesmo se tivesse perdido por um gol de diferença.

Jogo

O Aliança começou melhor o jogo e, aos 6 minutos, Diego fez boa jogada pela esquerda, cruzou rasteiro e o atacante Jonathan, de carrinho, empurrou para o gol: 1 a 0. O Galo reagiu no final do primeiro tempo. Aos 45 minutos, o zagueiro do Aliança, Gabriel, disputou no alto com o Wellington, que foi derrubado e o árbitro marcou pênalti. Lucão foi para a cobrança e balançou as redes: 1 a 1. Na segunda etapa, aos 38 minutos, Diego Torres cruzou na área, Hyuri subir livre e marcou o gol dá virada para o CRB: 2 a 1.

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Fonte: Redação

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