Odeputado federal Isnaldo Bulhões Júnior (MDB-AL), foi eleito por aclamação como o novo líder do Partido Movimento Democrático Brasileiro na Câmara dos Deputados. O MDB usou as redes sociais na noite desta segunda-feira (28), para fazer o anúncio do seu novo líder.
Bulhões substitui o deputado Baleia Rossi (MDB-SP), que é candidato à Presidência da casa. A candidatura tem apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e de um bloco de 11 partidos: PT, DEM, PDT, PSB, MDB, Cidadania, Rede, PV, PCdoB, PSDB e PSL. Ao todo, 269 deputados compõem o grupo.
Nas redes sociais, Isnaldo Bulhões relatou sua alegria e sentimento de união, por receber de seus pares a responsabilidade de representá-los na liderança do MDB. “Esta missão confiada a mim vai necessitar ouvir ainda mais cada um dos colegas, e transmitir com toda força as necessidades de cada canto do nosso Brasil. Me sinto preparado para esta nova jornada, e tenho a certeza de que com fé e muito trabalho teremos bons resultados em 2021. Vamos em frente”, escreveu o parlamentar.
Isnaldo Bulhões Barros Júnior é filho do saudoso prefeito Isnaldo Bulhões e da senadora da República, Renilde Bulhões. Tem como irmãs a prefeita de Santana do Ipanema, Christiane Bulhões, a arquiteta Renild Bulhões e a empresária Lisyane Bulhões.
Ele foi vereador por Maceió no período de 1997 a 1998, sendo eleito em 1998 deputado estadual onde ocupou o cargo por 5 legislaturas: 1999 a 2002, 2003 a 2006, 2007 a 2010, 2011 a 2014 e 2015 a 2018. Em 2018, disputou o cargo de deputado federal, sendo eleito com 71.847 votos. Em 2019 assumiu o cargo de deputado federal, construiu um bom espaço político no parlamento e no Governo Federal, o que o faz dele um político atuante e reconhecido a nível nacional, vem presidindo sessões na Câmara, mostrando capacidade de articulação e possibilidade de influenciar em decisões importantes.
Governo publica MP e define salário mínimo de R$ 1.100 em 2021
Valor está acima dos R$ 1.088 previstos pela equipe econômica e passa a valer em 1º de janeiro. Reajuste repõe apenas perdas com inflação, ou seja, mínimo não terá alta real.
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O governo federal publicou nesta quinta-feira (31) no “Diário Oficial da União” a medida provisória (MP) que define o salário mínimo de R$ 1.100 em 2021.
O anúncio do valor foi feito nesta quarta (30) pelo presidente Jair Bolsonaro. O valor atual do salário mínimo é de R$ 1.045, e o novo valor vale a partir de 1º janeiro de 2021.
Para o reajuste, o governo usou uma previsão de alta de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que serve de base para a correção anual do salário mínimo. Isso significa que não haverá aumento real no salário mínimo em 2021 mas sim a correção pela inflação (leia mais abaixo).
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MP que define salário mínimo de 2021 foi publicado no DOU desta quinta-feira (31) — Foto: Diário Oficial da União
O salário mínimo de R$ 1.100 está acima dos R$ 1.088 previstos pelo governo na proposta de alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enviada em 15 de dezembro ao Congresso Nacional.
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Evolução do salário mínimo — Foto: G1
O que explica a diferença?
Na proposta, o governo revisou de R$ 1.067 para R$ 1.088 em razão do crescimento da inflação nos últimos meses.
O crescimento da inflação fez a área econômica do governo aumentar a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), base para a correção anual do salário mínimo.
De acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 49 milhões de trabalhadores no Brasil.
Em entrevista na quarta (30), o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, disse que o reajuste do salário mínimo está em linha com o que foi feito em 2019.
Para o reajuste, o governo usou uma previsão de alta de 5,22% para o INPC. Segundo Guaranys, esse valor leva em consideração o valor fechado do índice até novembro e a última estimativa do boletim Focus, divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (28). Com isso, será mais um ano sem alta real no salário mínimo.
Fonte: G1













