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Protocolo sanitário deve ser divulgado hoje e vai estabelecer regras para distanciamento social controlado em AL

Foto: Reprodução/internetRs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=trueGovernador Renan Filho durante coletiva online

O governador Renan Filho apresentou, na manhã desta segunda-feira (15), um balanço dos atendimentos realizados no Hospital Metropolitano durante os 30 primeiros dias que em realizou o acolhimento de pacientes com Covid-19 em Alagoas e confirmou que vai entregar hoje o protocolo sanitário que estabelece regras permitindo o retorno de algumas atividades no estado.

Segundo ele, o que será executado dentro do protocolo é um distanciamento social controlado e não uma flexibilização. “Vamos testar as possibilidades para que gradativamente e responsavelmente a gente possa analisar isso. Tem sido importante o papel dos MPS e certamente vamos construir um caminho que possa contar com apoio de todos. A gente precisa conversar com todos para que a gente encontre o melhor caminho”, disse Renan sobre o questionamento feito pelo MPF e MPE.

O governador afirmou ainda que mesmo a aplicação desse distanciamento social controlado, o estado vai continuar testando e avaliando a curva da doença, para que se necessário, o isolamento total possa ser adotado novamente.  “Se isso ocorrer o estado vai verificar quais são as ferramentas para controladamente é evoluir”, completou ele.

30 dias de Atendimento no Hospital Metropolitano

Durante os primeiros 30 dias de funcionamento, o Hospital Metropolitano atendeu 303 pessoas, sendo 157 receberam alta média, 108 permanecem internados e dois foram transferidos. Além disso, o governo ainda com a disponibilidade de mais de 10 novas UTIs no Hospital Veredas.

“Hoje, 30 dias de entrega do hospital metropolitano. Viemos agradecer a cada um que está na frente do combate ao coronavírus. Já são mais de 100 dias de pandemia e estamos trabalhando diariamente. Esse mês salvaremos mais vidas e criaremos condições necessárias para salvar a vida dos alagoanos”, reforçou Renan.

Segundo a pesquisa da Universidade de Pelotas, 10% da população em Maceió já possui anticorpos, o que significa que já foram 100 mil pessoas contaminadas. "Mas como se a gente só identificou 20 mil casos? Algumas pessoas podem perguntar isso. Nós temos crescido o número de testes e mais pessoas confirmadas vão aparecer. Há uma redução de demanda por leitos hospitalares e redução no número de mortes", assegurou ele.

O governador detalhou que o cenário da pandemia vem mudando em Alagoas quando é perceptível que o número de casos estão caindo em Maceió e crescendo em algumas cidades do interior, o que vem aumentando a demanda hospitalar.

O Hospital em Porto Calvo deve ser inaugurado nos próximos dias e vai ajudar ao governo a fazer essa expansão dos atendimentos no interior. “Vou ligar para o ministro da saúde e dizer que precisamos de respiradores para o Hospital do Norte, já que os outros foram utilizados nos outros hospitais".

Sara Winter, militante bolsonarista, é presa pela PF

Mandado de prisão foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal

↑ Sara Winter (Fotos: Reprodução)

Aativista Sara Winter, apoiadora do presidente Jair Bolsonaro e integrante do grupo 300 do Brasil, foi presa na manhã desta segunda-feira 15, em Brasília.  Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o mandado de prisão foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal.

Sarah é uma das investigadas no inquérito das fake news comandado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Após ter sido alvo de busca e apreensão, a ativista publicou um vídeo em suas redes sociais ameaçando Moraes e outros ministros do STF.

Em seguida o grupo liderado por Sara realizou um protesto em frente a Suprema Corte utilizando símbolos de supremacistas brancos e neonazistas. Neste final de semana, o “300 pelo Brasil” atirou fogos de artifícios contra o prédio do STF.

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Fonte: Carta Capital

FGTS: calendário do saque emergencial vai de junho até novembro

ECONOMIA

Por Jonas Valente - Repórter da Agência Brasil - Brasília  0

 

No país, 60 milhões de pessoas receberão até R$ 1.045

Opagamento do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) começará no fim de junho e irá até o meio de novembro. As datas serão organizadas de acordo com o mês de nascimento dos beneficiados. De acordo com a estimativa da Caixa, 60 milhões de pessoas receberão, cada uma, R$ 1.045 em todo o país.

O cronograma foi anunciado hoje (13) em entrevista coletiva virtual concedida pelo presidente do banco, Pedro Guimarães. O anúncio havia sido feito em abril pele equipe econômica do Site da Caixa.

Os saques poderão ser feitos em postos de autoatendimento da Caixa e em lotéricas. Também será possível a partir desta data realizar transferências para outras contas da Caixa ou de outros bancos. Guimarães argumentou que o impedimento da transferência logo quando do envio do crédito visou evitar aglomerações de pessoa que repassavam o dinheiro para outras contas e iam retirá-lo.


Calendários

>> Para crédito em conta

 



>> Disponível para saques e transferências

 


Perguntado sobre o tempo para início do pagamento, o presidente da Caixa justificou o cronograma pela necessidade de planejar os procedimentos. “Em nenhum momento se falou em pagar todos na segunda-feira. O que se falou com começar o calendário e o pagamento. Estamos fazendo de forma digital de forma mais acelerada do que o saque imediato. Vamos começar no dia 29 porque precisamos abrir as contas digitais, que são 60 milhões e você não abre isso da noite para o dia. É uma base de dados muito grande”, afirmou.

Todos com saldo de FGTS têm direito ao benefício. Contudo, há um limite para o saque. Se a pessoa tem menos do que R$ 1045 de saldo, poderá apenas retirar o que estiver na sua conta. Quem não desejar receber o recurso deve notificar este desejo por meio do App do FGTS, até 10 dias antes do crédito. Se o correntista não fizer nada e não mexer no dinheiro, ele será devolvido à conta do FGTS após o fim de novembro.

A conta poupança digital aberta não envolve a cobrança de tarifa. Mas a movimentação nela tem o limite de até R$ 5 mil. No total, serão movimentados R$ 37,8 bilhões na disponibilização dos recursos para o saque emergencial.

Edição: Bruna Saniele

Saiba quando fazer a sorologia para detectar o coronavírus

Infectologista alerta que o exame não é recomendado para todos, nem pode ser realizado a qualquer momento

↑ (Imagem: Agência Alagoas)

Oteste de sorologia para detectar o novo coronavírus (Covid-19) tem sido objeto de muitos questionamentos pela população alagoana. O exame serve para avaliar se o organismo desenvolveu anticorpos para a doença. Com isso, muitos acabam recorrendo ao teste na ansiedade por alguma resposta.

Mas a infectologista Luciana Pacheco, gerente médica do Hospital Escola Dr. Helvio Auto (HEHA), alerta que o teste não é recomendado para todos, nem pode ser realizado a qualquer momento.

“O anticorpo IgM deve ser feito a partir do 7° dia de sintomas da doença, porque a presença dele significa que o organismo reagiu à presença recente do vírus . Ele pode ser feito até em torno 20° dia. Já o IgG, a partir do 20° dia, significando resposta tardia do sistema imunológico. Não adianta realizar o teste no início do quadro porque pode ser um falso negativo”, explica.

Ela acrescenta que o IgM é um anticorpo que o organismo produz em resposta à fase aguda da doença. Só depois disso que o organismo produz o IgG, anticorpo de imunidade tardia ou duradoura, que indica se a pessoa está temporariamente imunizada para aquele vírus. Ainda não se sabe, porém, quanto tempo dura essa proteção, e nem se todos os infectados atingem o nível suficiente de anticorpos para imunizá-los.

A infectologista aponta que os exames não devem ser feitos como diagnósticos. Estes devem ser realizados a partir de uma avaliação clínica. “As sorologias não devem ser feitas para dar diagnóstico, porque elas representam a resposta do organismo à infecção”.

Desta forma, é preciso ter precisão nos dados clínicos iniciais para a solicitação do exame no tempo correto. “O ideal é que sejam solicitados por médicos no tempo oportuno, que saibam orientar as pessoas adequadamente de acordo com os resultados”, afirma.

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Fonte: Agência Alagoas / Texto: Mariana Lessa

CNBB age para evitar ruptura após ala católica oferecer apoio a Bolsonaro

Por Felipe Frazão

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizou uma reunião emergencial para contornar o acirramento de divergências políticas e evitar uma ruptura no clero. O encontro, na terça-feira, dia 9, foi convocado após o Estadão revelar a oferta de apoio ao governo Jair Bolsonaro, vinda de dirigentes rádios e TVs de inspiração católica. Em troca, padres e leigos pediram ao presidente a ampliação do alcance de suas redes de radiodifusão, além de verbas, na forma de publicidade estatal.

O chamado para a reunião episcopal partiu do presidente da CNBB, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, e do bispo referencial da Pastoral da Comunicação, Dom Joaquim Mol. Eles conversaram, frente a frente, pela internet, com os bispos das dioceses cujos sacerdotes haviam participado da audiência com Bolsonaro: Campinas, Curitiba, Goiânia e São Paulo. Na conversa, “olho no olho”, descrita como “límpida e sincera”, mais uma vez surgiram manifestações divergentes, indício do potencial de conflito no episcopado, mas os bispos tentaram superar os desentendimentos, segundo fontes.

Os padres fizerem chegar à CNBB que não esperavam tamanha reação e que foram alvos de insultos nas redes sociais. Temiam ter suas atividades prejudicadas. A tensão aumentou depois das manifestações de repúdio emanadas por diversos segmentos do clero, entre eles a própria conferência. De perfil moderado, d. Walmor agiu apaziguar as animosidades.

O bispo de Itacoatiara (AM), Dom José Ionilton Lisboa de Oliveira, foi um dos que cobrou publicamente punição aos envolvidos. Ele disse ter reagido com as seguintes palavras ao tomar conhecimento do teor da conversa entre sacerdotes e Bolsonaro: “Vergonhoso. Mercenários”. Para o prelado, os padres se “venderam” ao governo e fizeram da fé católica um “mercado”, ao pedir dinheiro e prometer apoio ao governo. “Espero que os padres desobedientes sejam religiosamente corrigidos, se retratem ou que se tomem outras providências”, escreveu d. Ionilton, vice-presidente da Comissão Pastoral da Terra.

O descontentamento no clero agravou-se no início desta semana, quando o arcebispo de Curitiba (PR), Dom José Antônio Peruzzo, contrariou publicamente a CNBB, ao defender os pedidos do padre Reginaldo Manzotti, um ícone pop da Igreja, a Bolsonaro. Em nome de todas as redes católicas, Manzotti cobrou do presidente a ampliação e mais agilidade nas autorizações de funcionamento de rádios e TVs ligadas à Igreja, as quais, segundo o sacerdote, desejavam “caminhar junto” ao governo. Ele pediu para apresentar uma proposta de comunicação “isenta e positiva” e destacou que Bolsonaro sabe o peso da “mídia negativa”. Por meio de nota, a conferência classificou o teor da conversa presidencial como “barganha” e se dissera “indignada”. Para d. Peruzzo, a CNBB foi “infeliz e “detrativa”.

Dom Peruzzo argumentou que, mesmo em ambientes coesos e harmônicos, ocorrem mal entendidos. “As amarguras fazem parte dos ambientes mais nobres e o perdão também. A reconciliação é parte da fé que professamos”, disse, em um programa de rádio e TV do padre Manzotti, na quarta-feira, 10. “Embora irmãos vivam a fraternidade, às vezes surgem diferenças e divergências. Não foi conflito, foram diferenças marcadas por mal entendidos involuntários. Há quem queira dizer que há rupturas internas na CNBB. Não houve nada disso.”

Os bispos cogitaram passar a submeter ao crivo da CNBB os convites para audiências no governo, mas desistiram de impor um aval porque a conferência não possui autoridade eclesial para enquadrar os controladores das rádios e TVs de inspiração católica – nem sequer as dioceses, hierarquicamente subordinadas ao Vaticano. Coube ao arcebispo de Curitiba relevar a proposta de intervenção no diálogo de religiosos católicos com o governo. “Houve até algumas proposições quando surgirem convites dessa natureza de que conversemos para evitar mal entendidos, mas não há, por parte da CNBB, muito menos do setor de comunicações (Pascom), qualquer intenção de neutralizar, restringir ou criar resistências à atuação das TVs católicas e rádios. E essas também não estão em linha de ruptura com a CNBB, nem de longe”, disse.

Alas

Apesar de os bispos terem pedido desculpas de lado a lado, o assunto pode não estar ainda pacificado. Setores da Igreja têm se manifestado de forma antagônica entre si. No mesmo dia da reunião dos bispos, o Conselho Nacional do Laicato do Brasil, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz, a Conferência Nacional dos Institutos Seculares e o Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara expressaram “total e irrestrita” concordância com a CNBB.

“Repudiamos, veementemente, qualquer atividade religiosa que ousa comercializar a fé, principalmente quando eventuais negócios se realizam com promotores de políticas que produzem a morte (necropolítica)”, escreveram os colegiados. “Consideramos melhor uma Igreja pobre e verdadeira do que preocupada em negociações de verbas publicitárias e outorgas de concessão pública.” As quatros entidades afirmaram “não reconhecer” a representatividade da Frente Parlamentar Católica na Câmara dos Deputados, que intermediou a videoconferência com o Palácio do Planalto.

A cúpula da frente é formada pelos deputados Francisco Jr (PSD-GO), Eros Biondini (PROS-MG) e Diego Garcia(Podemos-PR), todos da base governista e ícones do Ministério Fé e Política da Renovação Carismática Católica, um movimento de leigos conservadores que tomou posições historicamente opostas aos progressistas do clero. A RCC disse não possuir “tendências político-partidárias” e afirmou que não teve interesses apresentados na reunião presidencial. O movimento afirma que os deputados “agem em nome próprio”.

“Qualquer alusão a uma desvinculação da RCC com a CNBB é um absurdo e não coaduna minimamente com a verdade”, disse a renovação, em nota. Os deputados também negaram divergências com a CNBB e argumentaram que o apoio ao presidente não foi “condicionado” ao atendimento das demandas religiosas.

Já as solicitações do padre Eduardo Dougherty, da TV Século21, um jesuíta precursor da renovação carismática no País, fizeram a Província dos Jesuítas do Brasil lamentar o ocorrido. Ele apelou pela emissão de um passaporte e pediu ao governo que o recebesse para apresentar tecnologias e investidores estrangeiros. A entidade afirmou não estar institucionalmente representada e que o padre Eduardo participou por “interesse próprio”.

A Comunidade Aliança de Misericórdia disse que seu fundador, padre João Henrique Porcu, expressou-se sobre conteúdo “espiritual”. O padre sugeriu ao presidente que fosse mais atuante na Igreja e afirmou que ambos enfrentam “batalhas” comuns. Ele foi o único religioso a não levar demandas explícitas ao presidente.

Em 9 dias, Hospital de Emergência do Agreste atende 480 pacientes com Covid-19

Homens representam 60% das pessoas internadas com a doença

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Dos pacientes atendidos, 103 ficaram em leitos de UTIDos pacientes atendidos, 103 ficaram em leitos de UTIDavi Salsa
 
Texto de Davi Salsa
 

O Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca, atendeu 480 pacientes infectados pelo novo coronavírus entre os dias 1º e 9 de junho. O balanço foi apresentado nesta sexta-feira (12) pela Coordenação de Planejamento Hospitalar, por meio de boletim epidemiológico da Covid-19.

 

O levantamento mostra que, do total de pacientes atendidos, 345 ficaram em leitos clínicos e 103 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ainda de acordo com o boletim epidemiológico, 57% dos leitos da UTI são ocupados por homens, enquanto as mulheres representam 43% dos internamentos.

 

O levantamento também mostra que, por faixa etária, a maioria dos pacientes com Covid-19 é formada por pessoas com idade entre 61 a 70 anos. Na sequência aparecem os pacientes com mais de 71 anos.

 

*Recuperados* - Nos leitos clínicos de retaguarda para tratamento da doença, o perfil é semelhante. Os homens com idade entre 51 e 71 anos representam 60% dos internamentos, enquanto as mulheres ocupam 40% dos leitos.

 

Segundo revela o coordenador de Planejamento Hospitalar do HE do Agreste, enfermeiro Evânio Silva, 70% dos pacientes já receberam alta médica. O boletim revela que 17% das pessoas internadas foram transferidas para outras unidades de saúde e 13% evoluíram para óbito devido a complicações mais graves da Covid-19.

 

Isso porque, os óbitos ocorreram porque a maior parte dos pacientes já possuía comorbidades associadas à Covid-19. Uma situação que revela um panorama preocupante, uma vez que as doenças pré-existentes deram entrada no hospital com o quadro de saúde muito grave.

Alunos têm até domingo (14) para se inscreverem em cursos profissionalizantes EAD

São 8.400 vagas para alunos da 3ª série do ensino médio e Educação de Jovens e Adultos

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Os cursos serão à distância, com carga horária que varia de 160 a 200 horasOs cursos serão à distância, com carga horária que varia de 160 a 200 horasValdir Rocha
 
Texto de Karyne Gomes
 

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) está com inscrições abertas para cursos profissionalizantes de formação inicial e continuada (FIC) para os estudantes da rede estadual que estejam cursando a 3ª série do ensino médio ou a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os cursos são de curta duração. Os interessados podem se inscrever até domingo (14) pelo site http://sigepro.educacao.al.gov.br/selecao/. O edital está disponível no Diário Oficial do Estado (DOE), do dia 28 de maio.

Os cursos são do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e Bolsa Formação na Ação BF Novos Caminhos TD FIC e as  8.400 vagas estão distribuídas em 21 cursos FIC com carga horária que varia de 160 a 200 horas: Inglês Básico, Espanhol Básico, Agente de Projetos Sociais, Operador de Telemarketing, Assistente Administrativo, Assistente de Recursos Humanos, Agente de Inclusão Digital em Centros Públicos de Acesso à Internet, Instalador e Reparador de Redes de Computadores, Programador de Dispositivos Móveis, Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão, Encanador Instalador Predial, Almoxarife de Obras, Editor de Vídeo, Fotógrafo, Agricultor Orgânico, Agente Cultural, Piscicultor, Bovinocultor de Leite, Cerimonialista, Condutor de Turismo em Espaços Culturais Locais e Organizador de Eventos.

Os candidatos só poderão fazer a inscrição para um único curso, de acordo com a ordem de inscrições. Após a conclusão do procedimento, não será possível fazer alterações.

Para ter acesso aos conteúdos, as aulas serão ministradas em ambiente virtual na plataforma http://ead.educacao.al.gov.br/.

Já o resultado preliminar está previsto para ser divulgado no dia 15 de junho. Para obter mais informações sobre o processo seletivo é só acessar o edital, que está disponível no site da Seduc (www.educacao.al.gov.br) e na edição de 28 de maio do Diário Oficial do Estado de Alagoas (www.imprensaoficialal.com.br), páginas 25 a 27.

Como se inscrever –  Confira abaixo o passo a passo para efetuar sua inscrição nos cursos:

Entrar no site: http://sigepro.educacao.al.gov.br/selecao/;

Selecione a opção “Aluno”;

Informar qual curso pretende realizar;

Preencher todos os dados cadastrais: nome completo, RG, CPF, nome dos pais ou responsáveis(completo), e-mail, número da Carteira de Trabalho e Previdência Social, endereço, bairro, estado, cidade, dentre outros;

Preencher os títulos.

Pronto! Sua inscrição está efetuada com sucesso.

 Outros resultados - O resultado preliminar da seleção para professor EAD do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e bolsa- formação já se encontra disponível no site (http://sigepro.educacao.al.gov.br/selecao/).

Queimadas e pandemia projetam cenário de desastre na Amazônia

 

Um estudo indica que há uma área equivalente a três cidades de São Paulo ameaçada pelos incêndios florestais

 

(Foto: Victor Moriyama/Greenpeace/2019)

As maiores taxas de desmatamento da última década na Amazônia foram registradas no ano passado. Mas 2020 pode ser ainda pior. Um estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) indica que há uma área desmatada de pelo menos 4.500 quilômetros quadrados que pode ser queimada este ano. Quatro estados concentram 88% dessa área: Pará (com 42%) dos 4,5 mil km2, Mato Grosso (23%), Rondônia (13%) e Amazonas (10%). “Se tudo virar fumaça, a região pode enfrentar estado de calamidade pública na saúde devido a sobreposição de queimadas com pandemia de Covid-19, o que sobrecarregará ainda mais a rede saúde já em colapso nos atendimentos à população”, diz o estudo.

“Coibir as queimadas e o desmatamento neste ano, além de uma ação de proteção ambiental, é também uma medida de saúde”, afirma um dos autores do estudo, o pesquisador Paulo Moutinho, doutor em Ecologia e membro do Ipam. A preocupação reflete os dados do ano passado, quando os municípios que mais queimaram na Amazônia viram o ar ficar 53% mais poluído, em média, em relação a 2018. 

Moutinho destaca que “uma não ação dos poderes públicos na prevenção do desmatamento e das queimadas poderá representar perdas de vidas humanas para além das previstas com a pandemia”. “Precaução é a palavra chave agora”, conclui Moutinho.

“Durante a temporada de fogo, extensas áreas da Amazônia têm qualidade do ar pior que no centro da cidade de São Paulo devido às queimadas. Isso tem forte efeito na saúde, especialmente em crianças e idosos, que são as populações mais vulneráveis”, explicou o físico Paulo Artaxo, da Universidade de São Paulo (USP), que colaborou com o trabalho.

“Como a poluição das queimadas viaja por milhares de quilômetros, comunidades isoladas de índios respiram esta atmosfera insalubre, que é muito acima dos padrões de qualidade do ar da Organização Mundial da Saúde”.

Paulo Moutinho, durante debate em Manaus promovido pela Amazônia Real
(Foto: Alberto César Araújo/2017)

O estudo do Ipam indica que cerca de 45% da área desmatada em 2019 ainda não foi queimada A área geográfica é equivalente a três vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

Para a diretora de Ciência do Ipam, Ane Alencar, que também assina a nota técnica do estudo, as autoridades ambientais precisam ser “muito assertivas” no combate ao desmatamento ilegal e às queimadas. “Se isso não acontecer, temos chances de ter uma pressão muito grande no sistema de saúde da Amazônia e levá-lo, de fato, ao colapso”, explica ela.

Mapa IPAM

O pesquisador Paulo Moutinho alerta para a possibilidade de um “desastre” nos sistemas de saúde se os desmatamentos e as queimadas não forem controlados a tempo. “Precaução é a palavra-chave agora”, aconselha Moutinho. Mas o problema é que os sinais dados pelo governo federal estimula, na ponta, a destruição florestal.  Em 22 de abril, em reunião ministerial com o presidente Jair Bolsonaro, o próprio ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que é preciso aproveitar a pandemia para “passar a boiada”.

Pelos cálculos dos cientistas, se o ritmo acelerado de desmatamento continuar nos próximos meses, um total de quase 9 mil quilômetros quadrados poderá virar cinzas, já que a época mais intensa de derrubada e queima se inicia agora, com a chegada do período seco na região. “Se pelo menos metade dessas áreas queimarem, teremos um cenário pior do que o que tivemos ano passado”, acrescenta o documento. 

Mapa do desmatamento elaborado pelo IPAM

Queimadas sobem 38% no Acre

Queimadas no Acre em setembro de 2019
(Fotos: Katie Maehler / Mídia NINJA) [CC-BY-NC]

Os focos de calor, que são os dados capturados por satélite, já ultrapassam os registrados em 2019, no estado do Acre. Até segunda-feira (8), ocorreram 61 focos de queimadas, ante 44 no mesmo período de 2019 – um aumento de 38%. Pelos dados oficiais, o Acre registrou 6.802 focos de queimadas no ano passado. No mesmo ano, o número de queimadas urbanas foi de 6.867, segundo o Corpo de Bombeiros.

“Não sei o que é mais difícil o controle das queimadas ou da pandemia. Todos os anos nós passamos por dificuldades, mas a população continua queimando”, afirma o porta-voz do Corpo de Bombeiros do Acre, major Cláudio Falcão. Ele explica que só em Rio Branco, capital do estado, foram registrados 999 incêndios ambientais até domingo (7). No mesmo período do ano passado, o número era de 544, o que representa um aumento de 84%. Em todo o estado do Acre, já foram contabilizadas 1.086 queimadas urbanas.

“Infelizmente, temos registrados um aumento de queimadas urbanas e rurais. E isso faz com que o sistema de saúde se sobrecarregue ainda mais porque começam a aparecer doenças respiratórias. Vamos ter um problema muito sério”, prevê Falcão. Embora já exista um plano de contingência em curso, a pandemia fez com que ações presenciais e preventivas fossem retraídas por conta das restrições do isolamento social. “É preciso conscientização da população e intensificação dos órgãos de fiscalização para podermos diminuir essa situação”.

De acordo com o Laboratório de Geoprocessamento Aplicado ao Meio Ambiente da Universidade Federal do Acre (Ufac), em 2019 foram mais de 175 mil hectares queimados. Os municípios que mais queimaram foram Sena Madureira, Rio Branco, Feijó, Tarauacá e Brasiléia. Pelo menos 1.700 hectares foram afetados pelas queimadas ocorridas na região do Alto Acre. Inclusive parte importante dos incêndios florestais ocorreram na Resex Chico Mendes e Terras indígenas. 

A lógica destrutiva das queimadas

Queimadas no Parna Jamanxim, em Novo Progresso, no Pará, em 24 de agosto de 2019
(Foto: Victor Moriyama/Greenpeace)

Na história da destruição florestal na Amazônia, após o desmatamento acontece uma queimada. “Ninguém vai gastar dinheiro para derrubar vários hectares de floresta para depois não usar essa área, mesmo que seja para especulação. Essa área vai ser queimada”, explica a pesquisadora Ane Alencar. Assim, sempre que a taxa de desmatamento cresce na Amazônia, há uma relação direta com o aumento de focos de calor. “Foi o que vimos acontecer em 2019 e, infelizmente, se nada for feito, é o que deveremos ver em 2020, já que a derrubada continua num ritmo elevado”, acrescenta a pesquisadora do Ipam, Ane Alencar.

Os 4.500 quilômetros quadrados apontados pelo Ipam equivalem a três vezes a área da cidade de São Paulo. De acordo com a Nota Técnica, a situação no Pará é a mais grave, pois concentra 42% do total desmatado no período analisado. Em seguida, vem o Mato Grosso, com 23%; Rondônia, com 13%; e Amazonas, com 10%. 

As queimadas aumentam a quantidade de fumaça no ar, transportando material particulado fino, os chamados aerossóis. Nas áreas mais atingidas pelas nuvens poluidoras, há uma explosão de pacientes que procuram o atendimento médico com agravamento de doenças respiratórias. No entanto, desde março, os sistema de saúde estão sobrecarregados com os casos de covid-19, e três estados da Amazônia estão entre os que registram o maior número de casos da doença no Brasil.

Segundo o estudo, até o final de maio de 2020, o Brasil contabilizava 29.314 óbitos, sendo que 20% destes ocorreram na região Norte, que também registra a maior taxa de incidência (584,6) e de mortalidade (30,9) por 100 mil habitantes e, na época, contava com 107.752 casos confirmados, ou 20% do total nacional.

“No Amazonas, no Pará e em Mato Grosso, mais de 20% das pessoas moram em áreas que exigem um deslocamento de até quatro horas para chegar ao município mais próximo com condições de atendimento em casos graves de covid-19. As pequenas e médias cidades, se atingidas simultaneamente por fumaça das queimadas e infecções pelo novo coronavírus, tendem a não conseguir absorver a necessidade da população”, diz a nota técnica.

Áreas mais críticas

Trator em área de desmatamento ilegal em São Félix do Xingu, no Pará, em 2012
(Foto: Alberto César Araújo/Amazônia Real)

“É fundamental que o poder público, como os governos federal e estaduais, ajam de forma integrada. Nosso estudo, inclusive, indica onde estão essas áreas que foram derrubadas e não queimadas”, diz Paulo Moutinho. Para o Ipam, o monitoramento deve ser prioritário nos Estados do Acre, Pará e Amazonas, que possuem grandes áreas críticas.

No Pará, há “um arco de fogo que liga a região de Altamira e São Félix do Xingu, com destaque para as terras indígenas Itauna-Itatá, Apiterewa e Trincheira-Bacajá, e mais a Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu”. O estudo aponta como áreas mais críticas a região ao longo da rodovia Transamazônica (BR-230) de Altamira a Rurópolis, com destaque para a Terra Indígena Cachoeira Seca, também faz parte das áreas críticas apontadas pelo Ipam, assim como Novo Progresso e Castelo dos Sonhos, com destaque para Floresta Nacional Jamanxim, e o Baixo Amazonas.

No Acre, os municípios ao redor de Rio Branco e ao longo das rodovias BR-364, com destaque para Bujari e Sena Madureira, e BR-317, nas cidades de Senador Guiomar, Capixaba e Xapuri, são os mais ameaçados pelas queimadas e incêndios florestais. E no Amazonas, o Ipam aponta como mais preocupantes os municípios localizados no sul do Estado, onde há forte pressão da agropecuária e retirada de madeira: Apuí e Nova Aripuanã, ao longo da Transamazônica, e Boca do Acre, na divisa com o Acre.

Caracaraí e Rorainópolis, no estado de Roraima, Colniza, Cotriguaçu, Aripuanã, Apiacás, Marcelândia, União do Sul e regiões a oeste do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, e a capital Porto Velho, em Rondônia, também estão ameaçadas pelas queimadas.

Alta no desmatamento em 2019

Desmatamento na TI Pirititi, em 2019
(Foto: Ibama)

Nesta terça-feira (9), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou a taxa de desmatamento do Prodes, que apontou uma alta de 34,4% na devastação da Floresta Amazônica entre o período de agosto de 2018 e julho de 2019 em comparação ao mesmo período de 2017 e 2018. Foram desmatados 10.129 quilômetros quadrados – a maior taxa desde o ano de 2008, que foi de 12.911 quilômetros quadrados.

Fonte: Amazônia Real

Secretário de Direitos Humanos do Maranhão pede punição de Bolsonaro

 

Francisco Gonçalves avalia que presidente estimula desobediência civil armada ao aumentar limite de compra de munição

 

(Foto: Reprodução)

Na última quarta-feira (10), a Justiça Federal em São Paulo, suspendeu a Portaria Interministerial n° 1.634, de 22 de abril de 2020, editada pelos ministérios da Defesa e da Justiça e Segurança Pública, que aumentou o limite de compra de munições para quem tem porte e posse de arma de fogo. Na reunião ministerial do dia 22 de abril, tornada pública pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, o presidente Jair Bolsonaro manifestou a intenção de armar a população dizendo que a portaria era “um recado para as autoridades que defendem o isolamento social durante a pandemia”.

O despacho da 25ª Vara Cível Federal de São Paulo foi em resposta à ação do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP). A decisão liminar foi proferida pelo juiz federal Djalma Moreira Gomes.

Em função do fala e da própria portaria, o secretário de Estado dos Direitos Humanos e de Participação Popular do Maranhão, Francisco Gonçalves, junto à Justiça Federal da 1ª Região, também pediu, além da suspensão já concedida pela Justiça, a nulidade da portaria e a condenação dos que a assinaram, incluindo o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro.

Na avaliação do secretário, a ampliação do limite máximo de quantidade de munição comprada impactada diretamente na política de segurança pública do país. O ato administrativo aumentou de 200 por ano para 550 munições por mês. Para além da quantidade, o secretário de Direitos Humanos do Maranhão considera que a portaria gera interferência em ações que são da alçada do Ministério da Defesa e da Polícia Federal. Ele ainda destaca problemas no parecer que serviu de base para a publicação da portaria.

“Eu entrei com essa ação contra o presidente Jair Bolsonaro, contra o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva e contra o general Eugênio Pacelli Vieira Mota, porque os três estão diretamente implicados nessa questão. A primeira é de que essa portaria é manifestadamente nula por se embasar em uma manifestação técnica de uma autoridade pública que já não exercia sua função mais na época, e não tinha mais vínculo com a administração pública. No caso, o general Eugênio Pacelli Vieira Mota”.

A Justiça Federal em São Paulo utilizou esse mesmo argumento para anular a portaria: “Em suma, a edição da Portaria Interministerial 1.634/GM-MD, padece de vício que a nulifica, tornando inválido o processo de sua formação, tanto por falta de competência do emissor do ‘parecer’ produzido para subsidiar a edição da Portaria Interministerial quanto por ausência de motivação”, diz a decisão.

“Para se ter uma ideia, a manifestação que foi feita foi um e-mail de duas linhas transmitido por esse agente com o texto dizendo: – ok. Você imagina fazer uma mudança tão brusca na compra de munição em um dos itens mais importantes da segurança pública, somente por um “ok” de alguém que não estava autorizado para fazer essa manifestação?”, questiona Gonçalves.

O secretário entende que não há razões que justifiquem a portaria, além de haver um “claro desvio de finalidade”, porque o porte de arma é permitido somente em três circunstâncias: defesa pessoal justificada; esporte, uma vez que há quem considere o ato uma prática, como por exemplo, caçar animais; e posse de agentes públicos como policiais. Assim, na análise do secretário, o fato de o presidente ter dito que ia “mandar um recado” por meio da portaria para prefeitos e governadores é ilegal e inconstitucional.

“O que o presidente da República estava enunciando era exatamente a reação armada contra a decisão legítima dos prefeitos e governadores de proteção à vida. O presidente da República está estimulando, desse modo, a desobediência civil armada, o que implica em formação de milícias políticas para enfrentar autoridades públicas que estão cumprindo com o dever constitucional de defender a vida das pessoas em um momento de pandemia. Isso é de uma gravidade que tem que ser enfrentada não só do ponto de vista político, mas do ponto de vista jurídico”.

Alerta

Um alerta feito pelo secretário de Direitos Humanos são as recorrentes ações do presidente que vêm facilitando a aquisição de armas e munições. Para ele, é difícil controlar onde se encontram essas armas e munições. Isso coloca em risco não só a segurança das pessoas, mas das instituições democráticas do país.

“Isso que nós estamos vivendo no Brasil é um momento muito perigoso, e por isso precisamos ter uma atitude estratégica e ética de defesa da vida. Eu estou convencido de que enfrentando os nossos temores, nós precisamos enfrentar essa política de morte, essa política de destruição da vida”, concluiu. A suspensão da Justiça também considerou que o aumento significativo na permissão de compra de munições é contrário ao Estatuto do Desarmamento, que prevê o combate ao aumento da letalidade no meio social.

Fonte: Brasil de Fato

Por Gabriela Sarmento, G1

 

 
Elba Ramalho comenta live de São João e saudade de shows: 'Todo mundo está louco para sair na rua'
Junot Lacet Filho / Divulgação

Com quase 40 anos de carreira, Elba Ramalho já viajou muito pelas cidades do Brasil durante junho, já fez show de São João grávida de oito meses, já fez uma turnê inteira com chikungunya e agora se prepara para celebrar essa festa tão importante para a cultura do Nordeste através de lives.

A cantora paraibana costuma fazer cerca de 20 shows no período, mas viu o número cair para três lives neste ano. A primeira acontece neste sábado (13) e vai ser transmitida de casa em São Conrado, no Rio.

"É um ano atípico, então vai ser algo inusitado que a gente está tentando improvisar e realizar da melhor forma possível para que a gente mantenha viva a chama do São João", diz Elba ao G1.

 

"Evidente que não é a mesma coisa. Todo mundo está louco para sair na rua, louco para se vestir bonito, para encontrar, paquerar, beber, namorar, mas a gente está vivendo um momento adverso àquilo que a gente está acostumado."

 

Na entrevista, Elba lembra do dia do nascimento do filho no dia de São João e da relação com Luiz Gonzaga e Dominguinhos.

Pé no chão e sincera, a paraibana diz que é "estradeira" e sente falta da produção para os shows, das viagens, mas não reclama do tempo em casa durante quarentena.

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