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98% dos colaboradores da TIM querem manter a rotina de home office após pandemia

Pesquisa realizada pela operadora destaca qualidade de vida e aumento de produtividade e insere o smart working em uma posição relevante para o futuro das organizações

Aumento de produtividade e engajamento, melhora na qualidade das interações de trabalho, treinamentos e comunicação eficazes são alguns destaques positivos da experiência dos colaboradores da TIM com o home office. Recente pesquisa realizada pela operadora sobre esse modelo de trabalho – adotado amplamente no mundo durante a pandemia de COVID-19 – mostra que 98% dos funcionários querem atuar de casa pelo menos uma vez por semana, mesmo em um cenário de normalidade; 90% adotariam a modalidade duas vezes por semana ou mais.

“Os indicadores reforçam a inovação e a agilidade presentes em nossa cultura organizacional e ressaltam que há uma oportunidade em relação ao smart working, algo que as empresas já estão avaliando no mundo pós-pandemia. A rotina flexível e digital da TIM nos permitiu implementar o home office em todo o Brasil com grande engajamento e espírito de coletividade, mesmo em um cenário desconhecido para todos.  Seguiremos com o suporte necessário para que os colaboradores continuem no desafio de conciliar as atividades remotas com a rotina das famílias no isolamento social”, explica Maria Antonietta Russo, VP de Recursos Humanos da TIM Brasil.

O estudo revela uma melhora significativa na execução das atividades, fluxo de trabalho e planejamento das tarefas. Mesmo com o distanciamento social, as interações com a equipe direta são consideradas boas ou ótimas por 78%, assim como a disponibilidade da liderança imediata (90%). Qualidade de vida é destaque, com o fim das horas perdidas em engarrafamentos, economia, mais segurança, proximidade com a família e possibilidade de inserir outras atividades na rotina.

A visão dos líderes também é positiva: 96% dos gerentes e diretores afirmam que o engajamento de seus times se manteve, melhorou ou melhorou muito. As ferramentas de trabalho têm avaliação positiva e o suporte oferecido pela TIM para lidarem com esse período por meio de ações de aprendizagem e contato diário com os colaboradores foram reconhecidos como diferenciais: 79% destacam os treinamentos como bons ou ótimos e 93% consideram a comunicação eficaz.

Todos esses indicadores elevados refletem nas entregas: 72% dos colaboradores se sentem tão ou mais produtivos quanto antes. A pandemia, entretanto, faz com que 20% declarem algumas limitações, sendo o maior desafio conciliar trabalho e vida pessoal, incluindo a rotina com crianças. “Era um impacto esperado, mas, aliado aos demais indicadores, demonstra que o home office é uma aposta importante para o futuro, em um ambiente mais saudável, onde a rede de apoio volta a funcionar”, ressalta Maria Antonietta.

O estudo, respondido por mais de 5 mil funcionários, é base para o plano de retomada das atividades presenciais na TIM, que permanecerá 100% em home office até o final de agosto. São cerca de 7,5 mil colaboradores em trabalho remoto desde 20 de março, incluindo os profissionais do call center próprio e das centrais de monitoramento de rede. As equipes de campo atuam na manutenção da infraestrutura da empresa apoiadas por um rigoroso plano de contingência e mitigação de riscos. Em paralelo, a companhia iniciou o plano de reabertura gradual das lojas próprias em regiões que não possuem restrições governamentais, seguindo todas as orientações oficiais de prevenção a COVID-19. A TIM monitora a evolução do contágio e do contexto externo para avaliar os próximos passos, priorizando sempre a saúde e o bem-estar dos funcionários e dos clientes.

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Fonte: Assessoria

Reflexões para o agora em live com tributo a Cazuza

O Acta Multiplataforma realiza mais uma live solidária, neste sábado (6), às 14h

↑ Diogo Oliveira e banda após ensaio para a live (Foto: Divulgação)

Meio bossa nova e rock ’n’ roll, mas totalmente atuais, as canções feitas pelo cantor e compositor Cazuza nunca estiveram tão frescas (talvez até mais do que quando foram compostas). Em tempos de fake news, racismo crescente, a onda violenta de homofobia e o totalitarismo delirante da censura, versos como “A burguesia fede” nunca foram tão necessários de serem reverberados. E para quem deseja relaxar e não perder a militância, neste sábado (6), a partir das 14h, em seu canal do YouTube, o Acta Multiplataforma realiza mais uma live solidária e dessa vez com o cantor Diogo Oliveira interpretando canções do imortal Cazuza. À frente do Tributo a Cazuza desde 2003, Diogo Oliveira, ex-vocalista da banda alagoana Mente Profana, disse que preparar um repertório variado do compositor carioca. Segundo ele, no setlist estão músicas mais pulares como Exagerado, Bete Balanço e Brasil e canções do chamado lado B, como Filho Único e Cobaia de Deus.

De acordo com Diogo, o repertório escolhido foi atual e tem relação direta com o momento pelo que passa o Brasil. “O cancioneiro de Cazuza é atual, nunca esteve tão de acordo com a realidade em que estamos vivendo. Aliás, isso é o que sempre me aproximou da obra deste homem, o seu olhar crítico para as questões sociais, seu olhar de dentro pra fora, afinal ele vem da parcela da sociedade que chamamos de alta sociedade ou burguesia. Ele conseguiu se distanciar dos eu próprio universo, e lançar um olhar humanizado para o que estava ao redor. Essas músicas são uma reflexão para o agora”, disse o cantor que tem formação em Música pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e especialização em arte e educação.

Cazuza e suas polêmicas

Cazuza (1958-1990) foi um cantor e compositor brasileiro, um dos maiores ídolos da geração do pop-rock dos anos 1980. “Exagerado”, “Codinome Beija-flor”, “Brasil” e “Faz Parte do Meu Show”, são alguns dos seus grandes sucessos.

Cazuza (Agenor de Miranda Araújo Neto) (1958-1990) nasceu no Rio de Janeiro no dia 4 de abril de 1958. Filho de João Araújo, produtor fonográfico, e da cantora Lucinha Araújo, cresceu no meio artístico convivendo com grandes cantores da Música Popular Brasileira.

Cazuza estudou no tradicional colégio Santo Inácio de Loyola e no Colégio Anglo-Americano. Ainda jovem já escrevia poemas. Em 1976, foi aprovado no vestibular de Comunicação, mas desistiu do curso três semanas depois. Começou a frequentar o Baixo Leblon, levando uma vida de boêmio.

Foi levado por seu pai para trabalhar na gravadora Som Livre, onde fez triagem de fitas de novos cantores e escreveu releases para divulgar os artistas. No final de 1979 foi para os Estados Unidos, onde fez curso de fotografia na Universidade de Berkeley, em São Francisco. Em 1980 retornou ao Rio de Janeiro e ingressou no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone, no Circo Voador. Foi nessa época que cantou em público pela primeira vez, na peça “Paraquedas do Coração”.

Em 1981, Cazuza foi indicado pelo cantor Léo Jaime para vocalista de uma banda que estava se formando na casa do tecladista Maurício Barros, no bairro do Rio Cumprido. Estava se formando a banda “Barão Vermelho”, que despontou nas paradas com as músicas “Pro Dia Nascer Feliz”, “Bete Balanço”, entre outras. Em 1984, a banda lança o álbum “Maior Abandonado”, cuja faixa-título foi o último sucesso da banda com a participação de Cazuza.

Em 1985, Cazuza iniciou sua carreira solo, e nesse mesmo ano gravou seu primeiro álbum, “Exagerado”, que fez grande sucesso com as músicas “Exagerado”, “Mal Nenhum”, “Codinome Beija-Flor”, entre outras. Nesse mesmo ano descobre ser portador do vírus HIV. Em 1987 vai para os Estados Unidos tentar um tratamento para a doença.

Ainda em 1987, lançou o álbum “Só Se For a Dois”, onde se destacou a música “O Nosso Amor a Gente Inventa”. Em 1988, lançou “Ideologia” que levou às paradas as músicas “Faz Parte do Meu Show” e “Brasil”.

Em fevereiro de 1989, Cazuza declarou publicamente que era portador do vírus da AIDS. Nesse mesmo ano lançou seu último álbum, intitulado “Burguesia”. Ao receber o Prêmio Sharp de Melhor álbum para “Ideologia” e de Melhor Canção para “Brasil”, compareceu à premiação numa cadeira de rodas, já bastante debilitado pela doença.

Cazuza faleceu no Rio de Janeiro, no dia 7 de julho de 1990.

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Fonte: Assessoria

PM registra aumento de 78% nas denúncias relativas ao Decreto Emergencial

Na sexta-feira (05), a Polícia Militar flagrou 39 casos de descumprimentos

↑ Ao todo, foram utilizados mais de 800 militares para averiguação das denúncias (foto: Divulgação)
Nessa sexta-feira (05), a Polícia Militar flagrou 39 casos de descumprimentos ao Decreto de Situação de Emergência do Governo de Alagoas em enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19), nas áreas do Comando de Policiamento da Capital (CPC), que abrange a Região Metropolitana de Maceió, e do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM), no Agreste do Estado.
 
O número de flagrantes aumentou em 78% dos casos verificados no dia anterior, quando foram registradas 22 denúncias. Confira a incidência por tipos de enquadramento de ocorrência:
 
Grande Maceió:
– Nove flagrantes de funcionamento irregular do ramo de bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres;
– Dois flagrantes de descumprimento no segmento templos, igrejas e demais instituições religiosas;
– Um flagrante de funcionamento irregular de academias, clubes, centros de ginástica e estabelecimentos similares;
– Dezessete flagrantes de atividade esportiva e/ou aglomeração em área pública.
 
3º BPM (unidade responsável pelo policiamento em Arapiraca, Girau do Ponciano, Taquarana, Campo Grande, Olho D’Água Grande, Jaramataia, Junqueiro, Feira Grande, Traipu, Lagoa da Canoa, Teotônio Vilela, São Sebastião, Limoeiro de Anadia, Coité do Nóia e Craíbas):
– Três flagrantes de funcionamento irregular do ramo de bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres;
– Três flagrantes de descumprimento no segmento de Lojas ou estabelecimentos que pratiquem o comércio ou prestem serviços de natureza privada;
– Quatro flagrantes de atividade esportiva e/ou aglomeração em área pública/privada.
 
Efetivo mobilizado: 810 militares, divididos em 280 viaturas do policiamento ordinário e do Programa Força Tarefa, além das unidades distribuídas pelas demais cidades do Estado. A ação da PM contempla policiamento ostensivo, rondas nos pontos comerciais e fiscalização da restrição do transporte rodoviário intermunicipal. Nas rodovias, equipes do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) também estão atuando nas barreiras sanitárias instaladas em pontos estratégicos que ligam Alagoas a outros estados.
 
Fique em casa! Em caso de descumprimentos denuncie e ligue:
 
190 – para flagrante de funcionamento irregular de estabelecimentos comerciais não listados no decreto como serviço essencial;
181 – (Disque-denúncia) – para ações que foram divulgadas para ocorrer, como um show.
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Fonte: Ascom PM

Covid-19: Alagoas se aproxima da marca de 14 mil casos e número de óbitos sobe para 557

Foto: GFRs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=trueCovid-19

Mais 843 casos de Covid-19 foram conformados em Alagoas. Dessa forma, segundo o Boletim Epidemiológico divulgado nesta sexta-feira, dia 05, o estado tem um total de 13.939 casos confirmados do novo coronavírus até o momento, dos quais 4.535 estão em isolamento domiciliar e 384 internados em leitos públicos e privados. Outros 8.461 pacientes já finalizaram o período de isolamento, não apresentam mais sintomas e, portanto, estão recuperados da doença. Há 1.412 casos em investigação laboratorial.

A assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde informou que foram registradas mais 26 mortes em território alagoano. Com isso, Alagoas tem 557 óbitos por Covid-19.

Das 26 mortes confirmadas, laboratorialmente, por conta da Covid-19,  19 vítimas residiam em Maceió, 14 eram homens e tinham idades de 90, 80, 72, 71, 61, 57, 88, 46, 72, 55, 77, 47, 65 e 64 anos. As cinco vítimas do sexo feminino que residiam na capital tinham 76, 77, 64, 90 e 62 anos.

A vítima de 90 anos tinha trombose bilateral e faleceu na Santa Casa de Maceió; o homem de 80 anos era hipertenso e faleceu na Medradius; o homem de 72 anos tinha hipocausia, oligofrenia e sarcopenia e faleceu na Santa Casa de Maceió; a vítima de 71 anos tinha diabetes e faleceu no Hospital Geral do Estado (HGE); o homem de 61 anos era hipertenso e cardiopata e faleceu na Santa Casa de Maceió; o homem de 57 anos era obeso e faleceu no Hospital Arthur Ramos; o homem de 88 anos não tinha registro de comorbidades e faleceu na UPA Tabuleiro; a vítima de 46 anos tinha diabetes e faleceu no Hospital Veredas; o homem de 72 anos tinha doença cardíaca crônica e faleceu em sua residência; o homem de 55 anos era diabético e faleceu na Unimed; o homem de 77 anos era diabético e faleceu em sua casa; a vítima de 47 anos era diabética, hipertensa e ex-tabagista e faleceu na UPA Benedito Bentes; o homem de 65 anos era diabético e faleceu na UPA Tabuleiro; e o homem de 64 anos era portador de linfoma e faleceu no Hospital Universitário.

A mulher de 76 anos não tinha registros de comorbidades e faleceu no Hospital da Mulher; a vítima de 77 anos era diabética e faleceu no Hospital Veredas; a mulher de 64 anos era hipertensa e tinha doença renal crônica, e faleceu no Hospital Vida; a vítima de 90 anos não tinha registros de comorbidades e faleceu no Hospital da Mulher; e a mulher de 62 anos era diabética e faleceu no Hospital Humanité.

Mais sete óbitos foram registrados em pessoas que moravam no interior do estado, sendo quatro homens e três mulheres. Residente em Junqueiro, o homem de 59 anos era obeso, diabético e hipertenso, e faleceu no Hospital Municipal Teófilo Pereira; o homem de 72 anos, que morava em Rio Largo, era cardiopata e faleceu no Hospital Universitário; o homem de 56 anos, residente em Pindoba, não tinha registros de comorbidades e faleceu no Hospital Sanatório; e o homem de 69 anos, de Arapiraca, não tinha registros de comorbidades e faleceu no Hospital Regional.

A mulher de 54 anos, que residia em Arapiraca, não tinha registros de comorbidades e faleceu no Hospital Chama; a vítima de 73 anos, de Jacuípe, tinha doença cardíaca crônica e faleceu no Hospital Vida; e a mulher de 56 anos, morava em Paulo Jacinto, tinha diabetes e doença cardíaca crônica e faleceu na UPA Viçosa.

Os casos confirmados estão distribuídos em 101 cidades: Maceió (7.513), Arapiraca (516), Marechal Deodoro (491), São Miguel dos Campos (305), Teôtonio Vilela (276), Rio Largo (241), Atalaia (226), Coruripe (221), São Sebastião (206), Porto Calvo (198), União dos Palmares (187), Pilar (185), Palmeira dos Índios (181), São José da Laje (164), Satuba (161), Junqueiro (160), Maragogi (148), Capela (135), Jequiá da Praia (124), Murici (111), Santana do Ipanema (95), Boca da Mata (91), Craíbas (88), São Luís do Quitunde (88), Santa Luzia do Norte (85), Matriz do Camaragibe (82), Passo de Camaragibe (75), Olho d´Água das Flores (59), Girau do Ponciano (55), Anadia (52), Paulo Jacinto (51), Penedo (51), Coqueiro Seco (49), Messias (44), Pão de Açúcar (44), Batalha (43), Barra de São Miguel (41), Flexeiras (40), Barra de Santo Antônio (40), Colônia Leopoldina (38), Quebrangulo (37), Maribondo (37), Joaquim Gomes (37), São José da Tapera (36), Japaratinga (36), Piaçabuçu (36), Paripueira (35), Cajueiro (34), Delmiro Gouveia (33), Viçosa (32), Campo Alegre (29), Porto de Pedras (29), São Miguel dos Milagres (25), Major Izidoro (26), São Brás (21), Ouro Branco (21), Campestre (20), Cacimbinhas (19), Igaci (18), Jacuípe (17), Tanque d´Arca (16), Roteiro (16), Campo Grande (15), Carneiros (14), Taquarana (14), Dois Riachos (13), Porto Real do Colégio (13), Monteirópolis (12), Santana do Mundaú (12), Branquinha (12), Limoeiro de Anadia (11), Lagoa da Canoa (11), Senador Rui Palmeira (11), Pindoba (10), Traipu (9), Piranhas (9), Olivença (9), Maravilha (9), Olho d´Água Grande (8), Coité do Noia (8), Estrela de Alagoas (8), Ibateguara (8), Feliz Deserto (7), Chã Preta (7), Poço das Trincheiras (7), Novo Lino (6), Igreja Nova (6), Olho d´Água do Casado (5), Mar Vermelho (4), Pariconha (4), Inhapi (3), Canapi (3), Jundiá (3), Minador do Negrão (3), Palestina (3), Belém (2), Belo Monte (2), Jacaré dos Homens (2), Jaramataia (1) e Água Branca (1). As outras 56 pessoas que testaram positivo para a Covid-19 em Alagoas eram naturais de Pernambuco, Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Santa Catarina, Maranhão, Minas Gerais e Paraná.

Óbitos

Até hoje, foram confirmados 557 óbitos por Covid-19 em território alagoano, mas quatro deles eram de pessoas residentes em Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina e Bahia, tendo como vítimas três homens e uma mulher. Dos 553 residentes em Alagoas, 320 eram do sexo masculino e 233 do sexo feminino. Trezentas e cinquenta e quatro vítimas residiam em Maceió e as outras 199 em Rio Largo (20), Arapiraca (19), Marechal Deodoro (12), União dos Palmares (14), Coruripe (8), Satuba (6), Maragogi (6), Joaquim Gomes (5), Pilar (4), São Miguel dos Campos (4), Murici (4), Messias (4), Atalaia (4), Paripueira (4), Santana do Ipanema (4), Piaçabuçu (4), Palmeira dos Índios (3), Ibateguara (3), Jequiá da Praia (3), Paulo Jacinto (3), Barra de São Miguel (2), Teotônio Vilela (2), Campestre (2), Delmiro Gouveia (2), Penedo (2), Porto Calvo (2), Matriz do Camaragibe (2), Boca da Mata (2), Craíbas (2), Passo do Camaragibe (2), Lagoa da Canoa (2), Santa Luzia do Norte (2), São Luís do Quitunde (2), Junqueiro (2), São Miguel dos Milagres (1), Viçosa (1), Anadia (1), Limoeiro de Anadia (1), Maribondo (1), Campo Alegre (1), Batalha (1), Cacimbinhas (1), Flexeiras (1), Japaratinga (1), Novo Lino (1), Campo Grande (1), Pão de Açúcar (1), Barra de Santo Antônio (1), Cajueiro (1), Feliz Deserto (1), Major Izidoro (1), São Sebastião (1), Santana do Mundaú (1), Poço das Trincheiras (1), Belém (1), Jundiá (1), Canapí (1) Tanque D´Arca (1), São José da Tapera (1), Capela (1), Olho d´Água das Flores (1), Piranhas (1), Pindoba (1), e Jacuípe (1), segundo o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs).

Leitos de Covid-19 do Estado

Dos 1.066 leitos criados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) para atender, exclusivamente, pacientes com suspeita e confirmação de infecção pelo novo coronavírus, 674 estavam ocupados até as 11h desta sexta-feira (05/05), o que corresponde a 63% do total – 178 pacientes estão em leitos de UTI, 09 em leitos intermediários e 487 em enfermaria.

Relação das mortes por Covid-19:*

1ª – 31/03 – Homem, 64 anos – Maceió (AL)

2ª – 03/04 – Homem, 78 anos – Maceió (AL)

3ª – 08/04 – Mulher, 77 anos – São Paulo (SP)

4ª – 12/04 – Homem, 79 anos – Marechal Deodoro (AL)

5ª – 14/04 – Homem, 48 anos – Maceió (AL)

6ª – 17/04 – Homem, 46 anos – Maceió (AL)

7ª – 17/04 – Homem, 40 anos – Maceió (AL)

8ª – 18/04 – Homem, 73 anos – Recife (PE)

9ª – 18/04 – Mulher, 56 anos – São Miguel dos Milagres (AL)

10ª – 18/04 – Mulher, 72 anos – Maceió (AL)

11ª – 19/04 – Mulher, 58 anos – Maceió (AL)

12ª –19/04 – Mulher, 74 anos – Maceió (AL)

13ª – 19/04 – Homem, 83 anos – Maceió (AL)

14ª – 19/04 – Homem, 85 anos – Viçosa (AL)

15ª – 19/04 – Mulher, 63 anos – Ibateguara (AL)

16ª – 20/04 – Mulher, 60 anos – Maceió (AL)

17ª – 20/04 – Homem, 67 anos – Maceió (AL)

18ª – 20/04 – Homem, 34 anos – Maceió (AL)

19ª – 21/04 – Homem, 24 anos – Maceió (AL)

20ª – 22/04 – Homem, 89 anos – Maceió (AL)

21ª – 23/04 – Homem, 80 anos – Paripueira (AL)

22ª – 23/04 – Homem, 76 anos – Anadia (AL)

23ª – 24/04 – Homem, 45 anos – Maceió (AL)

24ª – 24/04 – Mulher, 64 anos – Maceió (AL)

25ª – 24/04 – Homem, 54 anos – Limoeiro de Anadia (AL)

26ª – 24/04 – Homem, 47 anos – Maceió (AL)

27ª – 24/04 – Mulher, 68 anos – Maceió (AL)

28ª – 25/04 – Homem, 87 anos – Maribondo (AL)

29ª – 25/04 – Mulher, 60 anos – Marechal Deodoro (AL)

30ª – 26/04 – Homem, 58 anos – Maceió (AL)

31ª – 26/04 – Homem, 63 anos – Maceió (AL)

32ª – 26/04 – Mulher, 68 anos – Matriz do Camaragibe (AL)

33ª – 27/04 – Homem, 58 anos – Maceió (AL)

34ª – 27/04 – Homem, 44 anos – Maceió (AL)

35ª – 28/04 – Homem, 87 anos – Maceió (AL)

36ª – 28/04 – Homem, 74 anos – Maceió (AL)

37ª – 29/04 – Homem, 42 anos – Maceió (AL)

38ª – 29/04 – Homem, 83 anos – Maceió (AL)

39ª – 29/04 – Homem, 41 anos – Maragogi (AL)

40ª – 29/04 – Mulher, 84 anos – Murici (AL)

41ª – 29/04 – Homem, 51 anos – Lagoa da Canoa (AL)

42ª – 30/04 – Homem, 25 anos – Maceió (AL)

43ª – 30/04 – Homem, 38 anos – Maceió (AL)

44ª – 30/04 – Homem, 64 anos – Maceió (AL)

45ª – 30/04 – Mulher, 45 anos – Maceió (AL)

46ª – 30/04 – Homem, 59 anos – Maceió (AL)

47ª – 30/04 – Homem, 41 anos – Maceió (AL)

48ª – 01/05 – Mulher, 86 anos – Maceió (AL)

49ª – 01/05 – Homem, 70 anos – Maceió (AL)

50ª – 01/05 – Homem, 70 anos – Maceió (AL)

51ª – 01/05 – Homem, 67 anos – Maceió (AL)

52ª – 01/05 – Mulher, 52 anos – Maceió (AL)

53ª – 01/05 – Homem, 85 anos – Maceió (AL)

54ª – 02/05 – Mulher, 91 anos – União dos Palmares (AL)

55ª – 02/05 – Homem, 72 anos – Delmiro Gouveia (AL)

56ª – 02/05 – Homem, 46 anos – Maceió (AL)

57ª – 02/05 – Homem, 69 anos – Maceió (AL)

58ª – 02/05 – Homem, 63 anos – Maceió (AL)

59ª – 03/05 – Homem, 84 anos – Campo Alegre (AL)

60ª – 03/05 – Mulher, 78 anos – Paripueira (AL)

61ª – 03/05 – Homem, 34 anos – Maceió (AL)

62ª – 03/05 – Mulher, 61 anos – Maceió (AL)

63ª – 03/05 – Mulher, 51 anos – Arapiraca (AL)

64ª – 03/05 – Homem, 84 anos – Paulo Jacinto (AL)

65ª – 04/05 – Homem, 51 anos – Maceió (AL)

66ª – 04/05 – Homem, 43 anos – Maceió (AL)

67ª – 04/05 – Homem, 78 anos – Arapiraca (AL)

68ª – 04/05 – Homem, 71 anos – Rio Largo (AL)

69ª – 04/05 – Homem, 58 anos, São Miguel dos Campos

70ª – 04/05 – Homem, 60 anos – Pilar (AL)

71ª – 04/05 – Homem, 76 anos – Messias (AL)

72ª – 04/05 – Mulher, 71 anos – Maceió (AL)

73ª – 05/05 – Homem, 79 anos – Maceió (AL)

74ª – 05/05 – Homem, 63 anos – Maceió (AL)

75ª – 05/05 – Homem, 85 anos – Maceió (AL)

76ª – 05/05 – Mulher, 25 anos – Maceió (AL)

77ª – 05/05 – Homem, 73 anos – Joaquim Gomes (AL)

78ª – 05/05 – Homem, 59 anos – Murici (AL)

79ª – 05/05 – Mulher, 39 anos – Palmeira dos Índios (AL)

80ª – 05/05 – Homem, 40 anos – Marechal Deodoro (AL)

81ª – 06/05 – Mulher, 83 anos – Maceió (AL)

82ª – 06/05 – Mulher, 70 anos – Maceió (AL)

83ª – 06/05 – Mulher, 67 anos – Maceió (AL)

84ª – 06/05 – Mulher, 75 anos – Maceió (AL)

85ª – 06/05 – Mulher, 76 anos – Maceió (AL)

86ª- 06/05 – Homem, 83 anos – Maceió (AL)

87ª- 06/05 – Mulher, 41 anos – Arapiraca (AL)

88ª- 06/05 – Mulher, 58 anos – Batalha (AL)

89ª- 06/05 – Homem, 65 anos – Rio Largo (AL)

90ª- 07/05 – Mulher, 96 anos – Maceió (AL)

91ª- 07/05 – Mulher, 61 anos – Maceió (AL)

92ª- 07/05 – Mulher, 28 anos – Maceió (AL)

93ª- 07/05 – Homem, 97 anos – Maceió (AL)

94ª- 07/05 – Homem, 60 anos – Maceió (AL)

95ª- 07/05 – Mulher, 89 anos – Arapiraca (AL)

96ª- 07/05 – Homem, 34 anos – Arapiraca (AL)

97ª- 07/05 – Mulher, 72 anos – Palmeira dos Índios (AL)

98ª- 07/05 – Mulher, 96 anos – Piaçabuçu (AL)

99ª – 08/05 – Homem, 64 anos – Maceió (AL)

100ª – 08/05 – Homem, 78 anos – Maceió (AL)

101ª – 08/05 -Homem, 91 anos – Maceió (AL)

102ª – 08/05 -Homem, 74 anos – Maceió (AL)

103ª – 08/05 – Homem, 74 anos – Maceió (AL)

104ª – 08/05 – Homem, 61 anos – Maceió (AL)

105ª – 08/05 – Homem, recém-nascido há 02 dias – Maceió (AL)

106ª – 08/05 – Mulher, 79 anos – Maceió (AL)

107ª – 08/05 – Mulher, 23 anos – Maceió (AL)

108ª – 08/05 – Mulher, 61 anos – Maceió (AL)

109ª – 09/05 – Homem, 15 anos – Maceió (AL)

110ª – 09/05 – Homem, 68 anos – Maceió (AL)

111ª – 09/05 – Homem, 72 anos – Marechal Deodoro (AL)

112ª – 09/05 – Mulher, 27 anos – União dos Palmares (AL)

113 – 09/05 – Mulher, 33 anos – Cacimbinhas (AL)

114ª – 09/05 – Mulher, 49 anos – Coruripe (AL)

115ª- 10/05 – Mulher, 64 anos – Maceió (AL)

116ª- 10/05 – Mulher, 85 anos – Maceió (AL)

117ª- 10/05 – Mulher, 75 anos – Maceió (AL)

118ª- 10/05 – Homem, 51 anos – Maceió (AL)

119ª- 10/05 – Homem, 72 anos – Maceió (AL)

120ª- 10/05 – Mulher, 88 anos – Marechal Deodoro (AL)

121ª- 10/05 – Mulher, 62 anos – União dos Palmares (AL)

122ª – 10/05 – Homem, 16 anos – Paripueira (AL)

123ª -10/05 – Homem, 27 anos – Flexeiras (AL)

124ª- 10/05 – Mulher, 102 anos – Japaratinga (AL)

125ª- 10/05 – Homem, 88 anos, Penedo (AL)

126ª 10/05 – Homem, 47 anos, Santa Catarina (SC)

127ª- 11/05 – Homem, 64 anos – Maceió (AL)

128ª- 11/05 – Homem, 94 anos – Maceió (AL)

129ª- 11/05 – Homem, 56 anos – Maceió (AL)

130ª- 11/05 – Homem, 87 anos – Maceió (AL)

131ª- 11/05 – Homem, 42 anos – Maceió (AL)

132ª- 11/05 – Mulher, 81 anos – Maceió (AL)

133ª- 11/05 – Mulher, 63 anos – Maceió (AL)

134ª-11/05 – Homem, 87 anos – Santana do Ipanema (AL)

135ª- 11/05 – Homem, 33 anos – Novo Lino (AL)

136ª-11/05- Homem, 48 anos – Maragogi (AL)

137- 11/05- Homem, 39 anos – Marechal Deodoro (AL)

138- 11/05- Mulher, 66 anos – Satuba (AL)

139ª - 12/05- Homem, 72 anos – Maceió (AL)

140ª- 12/05- Homem, 36 anos – Maceió (AL)

141ª- 12/05- Homem, 84 anos – Maceió (AL)

142ª- 12/05- Homem, 47 anos – Maceió (AL)

143ª- 12/05- Mulher, 78 anos – Maceió (AL)

144ª- 12/05 – Mulher, 82 anos – Maceió (AL)

145ª- 12/05 – Mulher, 59 anos – Maceió (AL)

146ª- 12/05 – Mulher, 59 anos – Maceió (AL)

147ª- 12/05 – Homem, 82 anos – Santana do Ipanema (AL)

148ª- 12/05 – Homem, 64 anos – Coruripe (AL)

149ª- 12/05 – Homem, 49 anos – Campestre (AL)

150ª- 12/05 – Mulher, 46 anos – Rio Largo (AL)

151ª- 13/05 – Mulher, 60 anos – Maceió (AL)

152ª- 13/05 – Mulher, 62 anos – Maceió (AL)

153ª- 13/05 – Mulher, 63 anos – Maceió (AL)

154ª- 13/05 – Mulher, 53 anos – Maceió (AL)

155ª- 13/05 – Mulher, 72 anos – Maceió (AL)

156ª- 13/05 – Mulher, 89 anos – Maceió (AL)

157ª- 13/05 – Mulher, 61 anos – Maceió (AL)

158ª- 13/05 – Homem, 66 anos – Maceió (AL)

159ª- 13/05 – Homem, 77 anos – Maceió (AL)

160ª- 13/05 – Homem, 64 – Maceió (AL)

161ª- 13/05 – Homem, 78 anos – Maceió (AL)

162ª- 13/05 – Mulher, 70 anos – Penedo (AL)

163ª- 13/05 – Mulher, 80 anos – Teotônio Vilela (AL)

164ª- 13/05 – Mulher, 76 anos – Paulo Jacinto (AL)

165ª- 14/05 – Homem, 48 anos – Maceió (AL)

166ª- 14/05 – Homem, 73 anos – Maceió (AL)

167ª- 14/05 – Homem, 77 anos – Maceió (AL)

168ª- 14/05 – Homem, 65 anos – Maceió (AL)

169ª- 14/05 – Homem, 91 anos – Maceió (AL)

170ª- 14/05 – Mulher, 65 anos – Maceió (AL)

171ª- 14/05 – Mulher, 82 anos – Maceió (AL)

172ª- 14/05 – Mulher, 49 anos – Maceió (AL)

173ª – 14/05 – Homem, 77 anos – Pilar (AL)

174ª – 14/05 – Homem, 69 anos – Joaquim Gomes (AL)

175ª – 14/05 – Homem, 63 anos – Atalaia (AL)

176ª – 14/05 – Mulher, 85 anos – Arapiraca (AL)

177ª – 14/05 – Mulher, 65 anos – Porto Calvo (AL)

178ª – 15/05 – Mulher, 52 anos – Maceió (AL)

179ª – 15/05 – Mulher, 76 anos– Maceió (AL)

180ª – 15/05 - Mulher, 62 anos– Maceió (AL)

181ª – 15/05 – Mulher, 98 anos – Maceió (AL)

182ª- 15/05 – Mulher, 72 anos– Maceió (AL)

183ª- 15/05 – Mulher, 78 anos– Maceió (AL)

184ª- 15/05 – Mulher, 80 anos– Maceió (AL)

185ª- 15/05 – Mulher, 57 anos – União dos Palmares (AL)

186ª- 15/05- Mulher, 41 anos – Campo Grande (AL)

187ª- 15/05- Homem – 75 anos – Pilar (AL)

188ª- 16/05- Mulher – 90 anos – Maceió (AL)

189ª- 16/05- Mulher, 94 anos – Maceió (AL)

190- 16/05- Mulher, 84 anos – Maceió (AL)

191ª- 16/05- Mulher, 63 anos – Maceió (AL)

192ª- 16/05- Mulher, 75 anos – Maceió (AL)

193ª- 16/05- Mulher, 89 anos – Maceió (AL)

194ª- 16/05- Mulher, 71 anos – Maceió (AL)

195ª- 16/05- Mulher, 77 anos – Maceió (AL)

196ª- 16/05- Homem, 53 anos – Maceió (AL)

197ª- 16/05- Homem, 63 anos – Maceió (AL)

198ª- 16/05- Homem, 51 anos – Maceió (AL)

199ª- 16/05 Homem, 59 anos – Maceió (AL)

200ª- 17/05 Homem, 59 anos – Maceió (AL)

201ª- 17/05 Homem, 74 anos Maceió (AL)

202ª- 17/05 Homem, 74 anos Maceió (AL)

203ª- 17/05 Mulher, 65 anos Maceió (AL)

204ª- 17/05 Mulher, 47 anos – Marechal Deodoro (AL)

205ª- 17/05 Mulher, 86 anos – Passo do Camaragibe (AL)

206- 17/05 Homem, 74 anos – Rio Largo (AL)

207ª- 17/05 Homem, 77 anos Maceió (AL)

208ª- 17/05 Homem, 56 anos – União dos Palmares (AL)

209ª- 17/05 Homem, 77 anos – União dos Palmares (AL)

210ª- 17/05 Mulher, 51 anos – União dos Palmares (AL)

211ª- 18/05 Homem, 61 anos – Maceió (AL)

212ª- 18/05 Homem, 52 anos – Maceió (AL)

213ª- 18/05 Homem, 31 anos – Maceió (AL)

214ª- 18/05 Homem, 57 anos – Maceió (AL)

215ª- 18/05 Homem, 97 anos – Maceió (AL)

216ª- 18/05 Homem, 66 anos – Maceió (AL)

217ª- 18/05 Mulher, 89 anos – Maceió (AL)

218ª- 18/05 Mulher, 82 anos – Maceió (AL)

219ª- 18/05 Mulher, 77 anos – Maceió (AL)

220ª- 18/05 Mulher, 83 anos – Atalaia (AL)

221ª- 18/05 Mulher, 76 anos – Pilar (AL)

222ª- 19/05 Mulher, 76 anos – Maceió (AL)

223ª- 19/05 Mulher, 70 anos – Maceió (AL)

224ª- 19/05 Mulher, 56 anos – Maceió (AL)

225ª- 19/05 Mulher, 66 anos – Maceió (AL)

226ª- 19/05 Mulher, 49 anos – Maceió (AL)

227ª- 19/05 Mulher, 69 anos – Maceió (AL)

228ª- 19/05 Homem, 80 anos – Maceió (AL)

229ª- 19/05 Homem, 62 anos – Maceió (AL)

230ª- 19/05 Homem, 49 anos – Maceió (AL)

231ª- Homem, 57 anos – Rio Largo (AL)

232ª- 19/05 Homem, 34 anos - Santana do Ipanema (AL)

233ª- 19/05 Homem, 69 anos - Boca da Mata (AL)

234ª- 19/05 Mulher, 50 anos – União dos Palmares (AL)

235ª- 20/05 Homem, 79 anos – Maceió (AL)

236ª- 20/05 Homem, 68 anos – Maceió (AL)

237ª- 20/05 Homem, 43 anos– Maceió (AL)

238ª- 20/05 Homem, 62 anos – Maceió (AL)

239ª- 20/05 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

240ª- 20/05 Mulher, 71 anos – Maceió (AL)

241ª- 20/05 Mulher, 47 anos – Maceió (AL)

242ª- 20/05 Homem, 74 anos – Palmeira dos Índios (AL)

243ª- 20/05 Homem, 69 anos – Satuba (AL)

244ª- 20/05 Homem, 82 anos – Jequiá da Praia (AL)

245ª- 20/05 Homem, 90 anos - Pão de Açúcar (AL)

246ª- 20/05 Homem, 80 anos – Coruripe (AL)

247ª- 20/05 Mulher, 61 anos – Marechal Deodoro (AL)

248ª- 20/05 Mulher, 76 anos – Arapiraca (AL)

249ª- 20/05 Mulher, 80 anos – Jequiá da Praia (AL)

250ª- 20/05 Mulher, 28 anos – Barra de Santo Antônio (AL)

251ª- 20/05 Mulher, 76 anos – Cajueiro (AL)

252ª- 21/05 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

253ª- 21/05 Homem, 63 anos – Maceió (AL)

254ª- 21/05 Homem, 77 anos – Maceió (AL)

255ª- 21/05 Homem, 74 anos – Maceió (AL)

256ª- 21/05 Homem, 60 anos – Maceió (AL)

257ª- 21/05 Homem, 41 anos – Maceió (AL)

258ª- 21/05 Mulher, 60 anos – Maceió (AL)

259ª- 21/05 Mulher, 48 anos – União dos Palmares (AL)

260ª- 21/05 Mulher, 78 anos – Piaçabuçu (AL)

261ª- 21/05 Mulher, 02 meses – Maragogi (AL)

262ª- 21/05 Homem, 80 anos – Maragogi (AL)

263ª- 22/05 Mulher, 71 anos – Maceió (AL)

264ª- 22/05 Mulher, 48 anos – Maceió (AL)

265ª- 22/05 Mulher, 83 anos – Maceió (AL)

266ª- 22/05 Mulher, 82 anos – Maceió (AL)

267ª- 22/05 Mulher, 85 anos – Maceió (AL)

268ª- 22/05 Mulher, 62 anos – Maceió (AL)

269ª- 22/05 Mulher, 59 anos – Maceió (AL)

270ª- 22/05 Mulher, 55 anos – Maceió (AL)

271ª- 22/05 Mulher, 60 anos – Maceió (AL)

272ª- 22/05 Homem, 77 anos – Maceió (AL)

273ª- 22/05 Homem, 81 anos – Maceió (AL)

274ª- 22/05 Homem, 67 anos – Maceió (AL)

275ª- 22/05 Homem, 61 anos – Maceió (AL)

276ª- 22/05 Homem, 30 anos - Maceió (AL)

277ª- 22/05 Homem, 64 anos – Ibateguara (AL)

278ª- 22/05 Homem, 74 anos – Senado Rui Palmeira (AL)

279ª- 22/05 Homem, 69 anos – Satuba (AL)

280ª- 22/05 Mulher, 65 anos - Ibateguara (AL)

281ª- 23/05 Homem, 40 anos – Maceió (AL)

282ª- 23/05 Homem, 77 anos – Maceió (AL)

283ª- 23/05 Homem, 82 anos – Maceió (AL)

284ª- 23/05 Homem, 56 anos – Maceió (AL)

285ª- 23/05 Homem, 83 anos – Maceió (AL)

286ª- 23/05 Homem, 80 anos – Maceió (AL)

287ª- 23/05 Mulher, 64 anos – Maceió (AL)

288ª- 23/05 Mulher, 93 anos – Maceió (AL)

289ª- 23/05 Mulher, 74 anos – Maceió (AL)

290ª- 23/05 Homem, 43 anos – Coruripe (AL)

291ª- 23/05 Homem, 69 anos – Piaçabuçu (AL)

292ª- 23/05 Homem, 61 anos – Satuba (AL)

293ª- 23/05 Homem, 32 anos – Jequiá da Praia (AL)

294ª- 23/05 Homem, 87 anos – Campestre (AL)

295ª- 23/05 Homem, 70 anos – Joaquim Gomes (AL)

296ª- 23/05 Homem, 87 anos – Major Izidoro (AL)

297ª- 23/05 Homem, 51 anos – Delmiro Gouveia (AL)

298ª- 23/05 Mulher, 76 anos - Feliz Deserto (AL)

299ª- 23/05 Mulher, 73 anos – Coruripe (AL)

300ª- 23/05 Mulher, 85 anos – Coruripe (AL)

301ª- 23/05 Mulher, 61 anos Rio Largo (AL)

302ª- 24/05 Mulher, 86 anos – Maceió (AL)

303ª- 24/05 Mulher, 42 anos – Maceió (AL)

304ª- 24/05 Mulher, 74 anos – Maceió (AL)

305ª- 24/05 Mulher, 73 anos – Maceió (AL)

306ª- 24/05 Mulher, 69 anos – Maceió (AL)

307ª- 24/05 Homem, 80 anos – Maceió (AL)

308ª- 24/05 Mulher, 66 anos - Rio Largo (AL)

309ª- 24/05 Mulher, 68 anos – Marechal Deodoro (AL)

310ª- 24/05 Mulher, 38 anos – Santana do Mundaú (AL)

311ª- 24/05 Mulher, 52 anos – Junqueiro (AL)

312ª- 24/05 Mulher, 74 anos – Poço das Trincheiras (AL)

313ª- 24/05 Mulher, 64 anos – Belém (AL)

314ª- 24/05 Homem, 91 anos – São Sebastião (AL)

315ª- 24/05 Homem, 53 anos – Porto Calvo (AL)

316ª- 24/05 Homem, 89 anos – Barra de São Miguel (AL)

317ª- 25/05 Homem, 32 anos – Maceió (AL)

318ª- 25/05 Homem, 36 anos – Maceió (AL)

319ª- 25/05 Homem, 33 anos - Maceió (AL)

320ª- 25/05 Homem, 80 anos - Maceió (AL)

321ª- 25/05 Homem, 82 anos – Maceió (AL)

322ª- 25/05 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

323ª- 25/05 Homem, 81 anos - Maceió (AL)

324ª- 25/05 Homem, 63 anos – Maceió (AL)

325ª- 25/05 Homem, 80 anos – Maceió (AL)

326ª- 25/05 Homem, 52 anos – Maceió (AL)

327ª- 25/05 Homem, 53 anos – Maceió (AL)

328ª- 25/05 Mulher, 78 anos – Maceió (AL)

329ª- 25/05 Mulher, 88 anos – Maceió (AL)

330ª- 25/05 Mulher, 69 anos – Maceió (AL)

331ª- 25/05 Homem, 86 anos – Satuba (AL)

332ª- 25/05 Homem, 62 anos – Jundiá (AL)

333ª- 25/05 Homem, 53 anos – Arapiraca (AL)

334ª- 25/05 Homem, 85 anos – Atalaia (AL)

335ª- 25/05 Mulher, 34 anos – Murici (AL)

336ª- 25/05 Mulher, 51 anos – Marechal Deodoro (AL)

337ª- 25/05 Mulher, 37 anos – Rio Largo (AL)

338ª- 26/05 Homem, 61 anos – Maceió (AL)

339ª- 26/05 Homem, 65 anos – Maceió (AL)

340ª- 26/05 Homem, 76 anos – Maceió (AL)

341ª- 26/05 Homem, 55 anos – Maceió (AL)

342ª- 26/05 Homem, 77 anos – Maceió (AL)

343ª- 26/05 Homem, 78 anos – Maceió (AL)

344ª- 26/05 Mulher, 80 anos – Maceió (AL)

345ª- 26/05 Mulher, 74 anos – Maceió (AL)

346ª- 26/05 Mulher, 54 anos – Maceió (AL)

347ª- 26/05 Mulher, 52 anos – Maceió (AL)

348ª- 26/05 Homem, 66 anos – Matriz do Camaragibe (AL)

349ª- 26/05 Homem, 53 anos – Craíbas (AL)

350ª- 26/05 Homem, 82 anos – Canapí (AL)

351ª- 26/05 Mulher, 37 anos – Messias (AL)

352ª- 26/05 Mulher, 82 anos – São Luís do Quitunde (AL)

353ª- 27/05 Mulher, 71 anos – Maceió (AL)

354ª- 27/05 Mulher, 64 anos – Maceió (AL)

355ª- 27/05 Mulher, 71 anos – Maceió (AL)

356ª- 27/05 Mulher, 68 anos – Maceió (AL)

357ª- 27/05 Mulher, 59 anos – Maceió (AL)

358ª- 27/05 Homem, 87 anos – Maceió (AL)

359ª- 27/05 Homem, 61 anos – Maceió (AL)

360ª- 27/05 Mulher, 57 anos – Rio Largo (AL)

361ª- 27/05 Mulher, 83 anos – Rio Largo (AL)

362ª- 27/05 Mulher, 48 anos – Tanque d´Arca (AL)

363ª- 27/05 Mulher, 39 anos – Boca da Mata (AL)

364ª- 27/05 Mulher, 72 anos – Maragogi (AL)

365ª- 27/05 Homem, 77 anos – Rio Largo (AL)

366ª- 27/05 Homem, 65 anos – Arapiraca (AL)

367ª- 27/05 Homem, 85 anos – São Miguel dos Campos (AL)

368ª- 27/05 Homem, 41 anos – Santa Luzia do Norte (AL)

369ª- 28/05 Homem, 74 anos – Maceió (AL)

370ª- 28/05 Homem, 66 anos – Maceió (AL)

371ª- 28/05 Homem, 81 anos – Maceió (AL)

372ª- 28/05 Homem, 86 anos – Maceió (AL)

373ª- 28/05 Mulher, 76 anos – Maceió (AL)

374ª- 28/05 Mulher, 77 anos – Maceió (AL)

375ª- 28/05 Mulher, 84 anos – Maceió (AL)

376ª- 28/05 Mulher, 57 anos – Arapiraca (AL)

377ª- 28/05 Mulher, 76 anos – Rio Largo (AL)

378ª- 28/05 Mulher, 29 anos – Satuba (AL)

379ª- 28/05 Mulher, 73 anos – União dos Palmares (AL)

380ª- 28/05 Mulher, 79 anos – São Miguel dos Campos (AL)

381ª- 28/05 Homem, 81 anos – Barra de São Miguel (AL)

382ª- 28/05 Homem, 71 anos – Messias (AL)

383ª- 28/05 Homem, 47 anos – Teotônio Vilela (AL)

384ª- 28/05 Homem, 62 anos – Rio Largo (AL)

385ª- 28/05 Homem, 05 anos – Rio Largo (AL)

386ª- 29/05 Homem, 49 anos – Maceió (AL)

387ª- 29/05 Homem, 60 anos – Maceió (AL)

388ª- 29/05 Homem, 69 anos – Maceió (AL)

389ª- 29/05 Homem, 68 anos – Maceió (AL)

390ª- 29/05 Homem, 48 anos – Maceió (AL)

391ª- 29/05 Homem, 77 anos – Maceió (AL)

392ª- 29/05 Homem, 57 anos – Maceió (AL)

393ª- 29/05 Mulher, 67 anos – Maceió (AL)

394ª- 29/05 Mulher, 13 anos – Maceió (AL)

395ª- 29/05 Mulher, 88 anos – Maceió (AL)

396ª- 29/05 Mulher, 36 anos – Maceió (AL)

397ª- 29/05 Homem, 57 anos - São Miguel dos Campos (AL)

398ª- 29/05 Homem, 102 anos – União dos Palmares (AL)

399ª- 29/05 Homem, 81 anos – União dos Palmares (AL)

400ª- 29/05 Homem, 77 anos – União dos Palmares (AL)

401ª- 29/05 Homem, 42 anos – São José da Tapera (AL)

402ª- 29/05 Homem, 76 anos – Rio Largo (AL)

403ª- 29/05 Mulher, 75 anos – Passo de Camaragibe (AL)

404ª- 29/05 Mulher, 64 anos – Rio Largo (AL)

405ª- 29/05 Mulher, 48 anos – Joaquim Gomes (AL)

406ª- 29/05 Mulher, 67 anos – Lagoa da Canoa (AL)

407ª- 30/05 Homem, 83 anos – Maceió (AL)

408ª- 30/05 Homem, 71 anos – Maceió (AL)

409ª- 30/05 Homem, 81 – Maceió (AL)

410ª- 30/05 Homem, 81 anos – Maceió (AL)

411ª- 30/05 Homem 82 anos – Maceió (AL)

412ª- 30/05 Homem, 75 anos – Maceió (AL)

413ª- 30/05 Homem, 35 anos – Maceió (AL)

414ª- 30/05 Homem, 61 anos – Maceió (AL)

415ª- 30/05 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

416ª- 30/05 Mulher, 94 anos – Maceió (AL)

417ª- 30/05 Mulher, 77 anos – Maceió (AL)

418ª- 30/05 Mulher, 55 anos – Maceió (AL)

419ª- 30/05 Mulher, 51 anos – Maceió (AL)

420ª- 30/05 Mulher, 61 anos – Maceió (AL)

421ª- 30/05 Homem, 78 anos – Coruripe (AL)

422ª- 30/05 Homem, 55 anos – Rio Largo (AL)

423ª- 30/05 Mulher, 77 anos – Murici (AL)

424ª- 30/05 Mulher, 07 meses – Arapiraca (AL)

425ª- 31/05 Homem, 47 anos – Maceió (AL)

426ª- 31/05 Homem, 69 anos – Maceió (AL)

427ª- 31/05 Homem, 37 anos – Maceió (AL)

428ª- 31/05 Homem, 57 anos – Maceió (AL)

429ª- 31/05 Homem, 60 anos – Maceió (AL)

430ª- 31/05 Homem, 37 anos – Maceió (AL)

431ª- 31/05 Homem, 50 anos – Maceió (AL)

432ª- 31/05 Mulher, 70 anos – Maceió (AL)

433ª- 31/05 Mulher, 44 anos – Maceió (AL)

434ª- 31/05 Mulher, 78 anos – Maceió (AL)

435ª- 31/05 Mulher, 81 anos – Maceió (AL)

436ª- 31/05 Mulher, 102 anos – Maceió (AL)

437ª- 31/05 Mulher, 63 anos – Maceió (AL)

438ª- 31/05 Homem, 49 anos - São Sebastião do Passé (BA)

439ª- 31/05 Homem, 60 anos – Santa Luzia do Norte (AL)

440ª- 31/05 Homem, 59 anos Olho d´Água das Flores (AL)

441ª- 31/05 Mulher, 53 anos – Capela (AL)

442ª- 31/05 Mulher, 45 anos – Rio Largo (AL)

443ª- 31/05 Mulher, 90 anos – Marechal Deodoro (AL)

444ª- 01/06 Homem, 97 anos – Maceió (AL)

445ª- 01/06 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

446ª- 01/06 Homem, 69 anos – Maceió (AL)

447ª- 01/06 Homem, 74 anos – Maceió (AL)

448ª- 01/06 Homem, 68 anos – Maceió (AL)

449ª- 01/06 Homem, 84 anos – Maceió (AL)

450ª- 01/06 Mulher, 39 anos – Maceió (AL)

451ª- 01/06 Mulher, 64 anos – Maceió (AL)

452ª- 01/06 Mulher, 60 anos – Maceió (AL)

453ª- 01/06 Mulher, 61 anos – Maceió (AL)

454ª- 01/06 Mulher, 61 anos – Maceió (AL)

455ª- 01/06 Mulher, 59 anos – Maceió (AL)

456ª- 01/06 Mulher, 87 anos – Maceió (AL)

457ª- 01/06 Mulher, 71 anos – União dos Palmares (AL)

458ª- 01/06 Mulher, 58 anos – Messias (AL)

459ª- 01/06 Mulher, 54 anos – Coruripe (AL)

460ª- 01/06 Homem, 72 anos – Rio Largo (AL)

461ª- 01/06 Homem, 69 anos – São José da Laje (AL)

462ª- 02/06 Homem, 101 anos – Maceió (AL)

463ª- 02/06 Homem, 54 anos – Maceió (AL)

464ª- 02/06 Homem, 71 anos – Maceió (AL)

465ª- 02/06 Homem, 50 anos – Maceió (AL)

466ª- 02/06 Homem, 29 anos – Maceió (AL)

467ª- 02/06 Homem, 75 anos – Maceió (AL)

468ª- 02/06 Homem, 81 anos – Maceió (AL)

469ª- 02/06 Homem, 39 anos – Maceió (AL)

470ª- 02/06 Homem, 73 anos – Maceió (AL)

471ª- 02/06 Homem, 64 anos – Maceió (AL)

472ª- 02/06 Homem, 33 anos – Maceió (AL)

473ª- 02/06 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

474ª- 02/06 Homem, 53 anos – Maceió (AL)

475ª- 02/06 Homem, 80 anos – Arapiraca (AL)

476ª- 02/06 Homem, 68 anos – Arapiraca (AL)

477ª- 02/06 Homem, 36 anos – Arapiraca (AL)

478ª- 02/06 Homem, 68 anos – Atalaia (AL)

479ª- 02/06 Homem, 97 anos – Joaquim Gomes (AL)

480ª- 02/06 Homem, 56 anos – Piranhas (AL)

481ª- 02/06 Mulher, 73 anos – Paripueira (AL)

482ª- 02/06 Mulher, 34 anos – Arapiraca (AL)

483ª- 03/06 Mulher, 52 anos – Maceió (AL)

484ª- 03/06 Mulher, 90 anos – Maceió (AL)

485ª- 03/06 Mulher, 75 anos – Maceió (AL)

486ª- 03/06 Mulher, 73 anos – Maceió (AL)

487ª- 03/06 Mulher, 73 anos – Maceió (AL)

488ª- 03/06 Mulher, 76 anos – Maceió (AL)

489ª- 03/06 Mulher, 72 anos – Maceió (AL)

490ª- 03/06 Mulher, 58 anos – Maceió (AL)

491ª- 03/06 Homem, 67 anos – Maceió (AL)

492ª- 03/06 Homem, 62 anos – Maceió (AL)

493ª- 03/06 Homem, 76 anos – Maceió (AL)

494ª- 03/06 Homem, 87 anos – Maceió (AL)

495ª- 03/06 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

496ª- 03/06 Homem, 82 anos – Maceió (AL)

497ª- 03/06 Homem, 04 anos – Maceió (AL)

498ª- 03/06 Homem, 79 anos – Arapiraca (AL)

499ª- 03/06 Homem, 70 anos – São Luís do Quitunde (AL)

500ª- 03/06 Homem, 51 anos – Marechal Deodoro (AL)

501ª- 03/06 Homem, 52 anos – Maragogi (AL)

502ª- 03/06 Homem, 77 anos – Santana do Ipanema (AL)

503ª- 03/06 Mulher, 44 anos – Arapiraca (AL)

504ª- 03/06 Mulher, 70 anos – União dos Palmares (AL)

505ª- 03/06 Mulher, 87 anos – Craíbas (AL)

506ª- 03/06 Mulher, 48 anos – Piaçabuçu (AL)

507ª- 04/06 Homem, 69 anos – Maceió (AL)

508ª- 04/06 Homem, 77 anos – Maceió (AL)

509ª- 04/06 Homem, 73 anos – Maceió (AL)

510ª- 04/06 Homem, 65 anos – Maceió (AL)

511ª- 04/06 Homem, 80 anos – Maceió (AL)

512ª- 04/06 Homem, 56 anos – Maceió (AL)

513ª- 04/06 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

514ª- 04/06 Homem, 74 anos – Maceió (AL)

515ª- 04/06 Homem, 90 anos – Maceió (AL)

516ª- 04/06 Homem, 63 anos – Maceió (AL)

517ª- 04/06 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

518ª- 04/06 Homem, 04 anos – Maceió (AL)

519ª- 04/06 Mulher, 90 anos – Maceió (AL)

520ª- 04/06 Mulher, 53 anos – Maceió (AL)

521ª- 04/06 Mulher, 62 anos – Maceió (AL)

522ª- 04/06 Mulher, 83 anos – Maceió (AL)

523ª- 04/06 Mulher, 83 anos – Maceió (AL)

524ª- 04/06 Mulher, 55 anos – Maceió (AL)

525ª- 04/06 Homem, 63 anos – Igreja Nova (AL)

526ª- 04/06 Homem, 56 anos – Coqueiro Seco (AL)

527ª- 04/06 Homem, 76 anos – São Miguel dos Campos (AL)

528ª- 04/06 Homem, 72 anos – Colônia Leopoldina (AL)

529ª- 04/06 Mulher, 50 anos – Colônia Leopoldina (AL)

530ª- 04/06 Mulher, 74 anos - Marechal Deodoro (AL)

531ª- 04/06 Mulher, 55 anos – Pilar (AL)

532ª- 05/06 Homem, 90 anos – Maceió (AL)

533ª- 05/06 Homem, 80 anos – Maceió (AL)

534ª- 05/06 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

535ª- 05/06 Homem, 71 anos – Maceió (AL)

536ª- 05/06 Homem, 61 anos – Maceió (AL)

537ª- 05/06 Homem, 57 anos – Maceió (AL)

538ª- 05/06 Homem, 88 anos – Maceió (AL)

539ª- 05/06 Homem, 46 anos – Maceió (AL)

540ª- 05/06 Homem, 72 anos – Maceió (AL)

541ª- 05/06 Homem, 55 anos – Maceió (AL)

542ª- 05/06 Homem, 77 anos – Maceió (AL)

543ª- 05/06 Homem, 47 anos – Maceió (AL)

544ª- 05/06 Homem, 65 anos – Maceió (AL)

545ª- 05/06 Homem, 64 anos – Maceió (AL)

546ª- 05/06 Mulher, 76 anos – Maceió (AL)

547ª- 05/06 Mulher, 77 anos – Maceió (AL)

548ª- 05/06 Mulher, 64 anos – Maceió (AL)

549ª- 05/06 Mulher, 90 anos – Maceió (AL)

550ª- 05/06 Mulher, 62 anos – Maceió (AL)

551ª- 05/06 Homem, 59 anos – Junqueiro (AL)

552ª- 05/06 Homem, 72 anos – Rio Largo (AL)

553ª- 05/06 Homem, 56 anos – Pindoba (AL)

554ª- 05/06 Homem, 69 anos – Arapiraca (AL)

555ª- 05/06 Mulher, 54 anos – Arapiraca (AL)

556ª- 05/06 Mulher, 73 anos – Jacuípe (AL)

557ª- 05/06 Mulher, 56 anos – Paulo Jacinto

*As datas acima se referem à inclusão dos óbitos confirmados no Boletim Epidemiológico do Cievs.

*Com Assessoria

 
 

Casal é preso pela DNARC e PRF com 20 quilos de maconha em Atalaia

Foi a segunda ação conjunta esta semana, resultando na apreensão e retirada de circulação de cerca de 50 Kg de drogas

↑ Drogas apreendidas (Foto: Ascom PC/AL)

Um trabalho conjunto das polícias Civil, através da Delegacia de Narcóticos (DNARC), e Rodoviária Federal (PRF) levou a apreensão de 20 quilos de maconha, na manhã desta sexta-feira (5), em um trecho da rodovia BR-316, no município de Atalaia, e a prisão de um casal acusado de abastecer o mercado ilegal de drogas em Maceió.

A droga estava sendo transportada no porta-malas de um automóvel Prisma, de cor preta e placa QMQ 0905, que foi interceptado pelos policiais quando retornava do estado de Pernambuco com a carga de maconha.

“Recebemos uma denúncia de que o automóvel havia deixado a cidade de Maceió, na noite de ontem, e que iria ser abastecido com drogas no estado vizinho. Daí, foi iniciar o monitoramento em parceria com a PRF, que faz um excelente serviço de inteligência das rodovias federais”, ressaltou o delegado Sidney Tenório.

O homem de 27 anos e a mulher de 37, que estavam no carro, foram conduzidos para a sede da DNARC, no bairro de Bebedouro, onde e autuados em flagrante por tráfico interestadual de drogas. “As investigações continuam para chegarmos aos receptadores da droga em Maceió”, completou o delegado.

Foi a segunda ação conjunta da DNARC e PRF esta semana, resultando na apreensão e retirada de circulação de cerca de 50Kg de drogas.

Na noite de quarta-feira (3), um homem foi preso e 30 quilos de maconha foram apreendidos em um trecho da rodovia BR-101, entre as cidades de Rio Largo e Messias. A droga também estava sendo trazida do Sertão de Pernambuco para abastecer o tráfico em Maceió.

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Fonte: Ascom PC/AL

‘Retomada de atividades deve observar as condições sanitárias para não arriscar vidas’

Para Renan Filho, processo será gradual e não pode ter riscos de colapsar rede hospitalar

↑ A futura retomada das atividades econômicas em Alagoas, ainda sem data definida, será feita de forma gradual e apenas quando as condições sanitárias permitirem (Foto: Felipe Brasil / Agência Alagoas)

Ogovernador Renan Filho reafirmou, na quinta-feira (4), em entrevista à Rádio Difusora de Alagoas, que a futura retomada das atividades econômicas em Alagoas, ainda sem data definida, será feita de forma gradual e apenas quando as condições sanitárias permitirem, em atenção à pandemia da Covid-19. Renan Filho destacou que o Estado escuta a ciência para tomar as decisões de enfrentamento ao novo coronavírus e que não se pode “negociar” vidas.

“A retomada não pode colapsar a rede hospitalar, porque não podemos negociar vidas. Cada vida é fundamental, porque só sabe o que significa uma vida quem perde um parente próximo. E é assim que o Governo deve abordar”, afirmou. “A gente sempre tem escutado a ciência em Alagoas”, completou.

O governador afirmou que Alagoas ainda não chegou ao chamado pico da pandemia e que, por isso, o cumprimento do isolamento social se faz muito necessário. “O momento ainda é duro. Alagoas ainda não chegou ao pico da pandemia, porque a doença está se espalhando para o interior e, por isso, nós vamos fazer mais investimentos nos municípios nos próximos dias”, garantiu. “Sobre Maceió, a comunidade científica e a comunidade médica têm a sensação de que Maceió se aproxima do pico. A rede pública e privada sentem isso. Mas isso não é definitivo, a doença é muito traiçoeira. Essa pandemia é muito dura, não tem como enfrentá-la sem o distanciamento social”.

A reabertura das atividades comerciais e dos serviços que seguem suspensos por decreto estadual ainda não tem data prevista. Para que haja um planejamento de retomada que garanta segurança à população, o Governo do Estado criou Grupos de Trabalho (GTs) que estruturam o plano sob a coordenação das Secretarias do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) e da Fazenda (Sefaz); do Gabinete Civil e da Prefeitura de Maceió.

As medidas de funcionamento atenderão a critérios extremos de segurança à população e aos protocolos sanitários vigentes em função da pandemia. “Estamos conversando com os segmentos da sociedade para construirmos esse eventual cronograma, desde que as condições sanitárias permitam”, disse Renan Filho, afirmando que o Governo manterá o diálogo com o setor produtivo e a sociedade civil organizada em busca de saídas para a retomada das atividades econômicas, desde que ocorra sem riscos à saúde pública.

A premissa a ser seguida, segundo ele, será sempre ouvir a ciência, sobretudo quando ocorrerem divergências de pensamentos sobre os rumos a seguir.

Alagoas registra 13.096 casos confirmados da Covid-19 e 531 mortes provocadas pela doença, conforme o Boletim Epidemiológico de número 90, divulgado nessa quinta-feira (04) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

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Fonte: Agência Alagoas / Texto: Severino Carvalho

O futuro já chegou e ele veio das ruas, das manifestações feministas

 

Ofelia Fernández, a mais jovem deputada da América Latina, fala sobre sua trajetória desde o movimento estudantil argentino, sua integração ao Ni Una Menos, o novo momento que a Argentina viva com a eleição de Alberto Fernández e como imagina o mundo pós-pandemia.

 

Ofelia Fernández tinha quinze anos e vários de militância quando o primeiro Ni Una Menos ocupou a praça do Congresso em uma concentração que não foi uma marcha, mas um amontoado de corpos surpreendidos pela convocatória. 

Milhares de nós nos lançamos às ruas porque entendíamos que “feminicídio” não é só um tipo de delito penal. Entendemos que se tratava de uma categoria política que denunciava o modo que a sociedade usa para tornar natural algo que não é: a violência machista. 

No ano seguinte a concentração virou marcha: do Congresso à Praça de Maio. Se somaram as organizações com suas bandeiras, e as calçadas transbordaram de companheiras de mãos dadas, mães e filhas, avós, colegas de colégio e do trabalho que saíam de seus postos para se mobilizar junto a isso que era um duelo coletivo pelas que nos faltavam e alegria infinita de perceber que estamos juntas e livres, e ocupando as ruas. 

O que veio depois disso foram anos de erupção feminista. Cada uma tinha um motivo pessoal para marchar. Sabíamos que éramos gotas se convertendo em maré. Havíamos compreendido em massa que acabar com a violência machista era muito mais que pedir para que não nos matem. Era denunciar a invisibilização de nossos trabalhos, e a violência de um sistema econômico que nos quer endividadas, com salários e aposentadorias de miséria. Então já não podíamos faltar em nossas manifestações que se converteram em greves, os sindicatos, as companheiras da economia popular, e os milhares de coletivos que se formaram nestes anos, no calor das assembleias, encontros e mobilizações. 

Com esse ímpeto, a luta histórica pelo aborto legal, seguro e gratuito se fez mais multitudinária que nunca. A força da rua empurrou Ofelia da praça até o plenário de comissões em que se debatia o projeto pela primeira vez na história. “Este pañuelo [lenço verde que representa a luta feminista] é nosso uniforme nas escolas”, dizia ela como representante do movimento estudantil, motor fundamental da revolução feminista. 

Apenas um ano depois se converteria em legisladora da Cidade de Buenos Aires, a mais jovem da América Latina. “Jamais alguém escutou tanto sobre política como nós nas vigílias em frente ao Congresso. E sabe o que mais? [depois disso] Nós até perdemos um pouco o respeito [pelos parlamentares] depois de escutar as barbaridades que tinham para nos dizer. Ninguém pode vir dizer que nos falta nem capacidade, nem experiência, nem formação para que ocupemos nós mesmas [espaços de poder]”, dizia durante a campanha de 2019. 

Leia a entrevista completa: 

Página/12: Uma vez você disse que no primeiro Ni Una Menos foi como se tivesse entendido tudo que te causava incômodo na vida até então. Como foi viver esse momento de explosão nas ruas?

Ofelia Fernández: Foi chave, um divisor de águas. Foi literalmente o momento em que pude entender e condensar uma série de experiências e injustiças nas quais eu vinha pensando como militante, mas que todavia não encontrava um nome. Antes do Ni Una Menos entendia que havia uma série de desigualdades específicas que tinam a ver com a minha condição de gênero, mas eu as tinha fragmentadas, separadas. O feminismo para mim era um objetivo teórico e prático de desconstruir o machismo interior, tinha mais a ver com um caminho para chegar a me denominar feminista que o pertencimento a um movimento, que se expressava nas ruas em determinado momento da história. 

O Ni Una Menos me permitiu entender que todas essas coisas eram uma só, que se chamava patriarcado e que mostrava sua pior versão nessas mortes que denunciávamos de forma massiva. 

Mas também me fez entender que ser feminista não era um processo intelectual nem a conquista de nenhuma credencial, mas sim que era essa marcha, essas pessoas. Era saber que nesse momento começávamos a tomar a decisão de estar de um lado na história, do dos que querem transformá-la. Entendi também que a agenda do feminismo não eram reivindicações nem secundárias, nem isoladas, nem exageradas. Eram parte de uma totalidade, de uma integralidade que tínhamos que começar a incorporar de imediato como militantes. Foi um ponto de ruptura. 

Você se recorda de que discussões tinham naquele momento? Quais foram essas mudanças que aconteceram depois de 2015? 

Em 2015 fomos candidata nas eleições do Centro de Estudantes de Carlos Pellegrini [o equivalente ao grêmio estudantil das escolas brasileiras], duas mulheres e ganhamos, pela primeira vez na história. Nas mobilizações, a de 2013 por exemplo, uma das consignas era a implementação da Lei de Educação Sexual Integral (ESI), mas era uma exigência considerada pouco importante. O conflito central era contra a Nova Escola Secundária e a ESI era uma coisa mais distante. E de repente em 2015 começou a ser uma reivindicação chave porque o movimento estudantil se converteu feminista feminista e entendeu que a ESI era uma ferramenta importante para ampliar a disputa de vias em torno dos nossos vínculos, que era algo que já vínhamos fazendo. Quando estava no primeiro ano, perguntei às companheiras da Comissão de gênero sobre a história da comissão. Me contaram que a princípio se chama Comissão Mulher e não precisamente por uma crítica ao binarismo, senão porque quando era Comissão Mulher não podiam ir os homens. E nesse momento era assim. E eu também naturalizava isso. Se fazemos uma retrospectiva, isso tem a ver com fato de que os militantes “mais importantes” eram os homens. Não podia haver uma comissão onde eles não pudessem participar, discutir, encabeçar. Havia muitos sinais, muitos sintomas, mas também não tínhamos a força coletiva. E isso mudou radicalmente depois do Ni Una Menos. Seja porque pudemos conduzir o Centro Estudantil, ou protagonizar uma mobilização contra um tipo violento e dizer que isso era violência de gênero, que havia um padrão no qual exercem a violÊncia e isso não é secundário. 

Começaram a viajar para os Encontros e se tornar visíveis para os demais, como foi isso? 

Em 2016 foi o primeiro ano que viajamos como Centro Estudantil para o Encontro Nacional de Mulheres. Fomos também o primeiro colégio a redigir um protocolo contra a violência de gênero. Tudo isso foi em 2016, e não é casualidade. O nível de iniciativa que a juventude sempre tem, combinada com a possibilidade dessa nova agenda, nos permitiu desafogar um monte de injustiças que vivíamos nas escolas, enquadrá-las nesses movimento que se chama feminismo. Mudaram completamente as discussões e a fome de fazê-las. Ao exercício de pensar em que timo de escola queríamos se somou também pensar que essa escola seria uma escola feminista. Esse cruzamento foi harmônico. 

Como foi passar de uma referência militante jovem a dirigente de uma organização política? Em 2015 aconteceu essa efervescência das organizações e a proliferação de novos ativismos. Como você vive isso enquanto legisladora com as tuas companheiras de organização?

Nunca fui muito ortodoxa no que implica a organização orgânica. Por isso eu sou militante em uma organização (Vamos – Frente Pátria Grande) que tem mais a ver com a militância de base, setorial, com um olhar voltado aos movimentos. Me sinto confortável com a equipe que formamos para a legislatura, com os companheiros que trabalham em um tema específico, que territorialmente tem proximidade com uma problemática. Funciona porque nossa ligação é real. Para mim foi muito fácil essa transição porque penso nela dessa forma. Sou parte dos movimentos que acredito e tenho o suporte dos companheiros que seguem militando nas bases. Essa é minha referência e minha ponte que me trouxe até aqui. 

Como é integrar uma frente do governo, uma vez que você veio de experiências militantes sempre da oposição?

É diferente, óbvio. Mas também o cenário é muito particular, eu jamais poderia imaginar isso de estarmos todos enclausurados em nossas casas porque há um vírus dando voltas. Mas acredito que esse contexto serviu para deixar muito claro porquê vale a pena. A razão para nos unirmos e derrotar o macrismo não era só ganhar. Era para poder ter, em momentos como esse, um governante que cuide das pessoas. Não só em termos sanitários, mas também em sua orientação econômica, com medidas que dêem conta da realidade desigual que vivemos, do contexto socioeconômico em que estamos e da necessidade de que o Estado esteja presente para as maiorias. 

Claro que no meu imaginário do que significava ser governo apareciam outras coisas. A possibilidade de recuperar o que se perdeu nos últimos anos e não a de cair ainda mais fundo porque o mundo todo está caindo com uma pandemia. E nesse contexto de emergência estou confiante e me sinto bem no papel de congressista. 

Alberto Fernández disse durante a campanha se ele estivesse equivocado as ruas o fariam perceber isso. O que te faria sair às ruas para exigir uma mudança de rumo? 

Não quero especular com isso, nem gerar os cenários onde essa confiança poderia se desgastar. 

Somos um espaço que não tem razões para deixar de fazer suas críticas. Quando vimos o que aconteceu com o preço dos alimentos que tinham que chegar nos bairros, e vimos turbulências no caminho, Juan Grabois [colega de bancada] foi o primeiro a denunciar, sem que isso implique uma ruptura. Entendemos que é um projeto político amplo e que em alguns momentos uma visão pode imperar sobre a outra. Mas se temos algum desacordo, nós como uma ala específica, vamos demarcá-lo com muita exigência porque sentimos que fazemos parte, é nosso governo. Quando existe a confiança de que se faz parte de um processo que o país precisa, as coisas são mais pontuais, mais específicas. A diversidade é uma fortaleza de espaço. 

As críticas não tem objetivo de desestabilizar, mas de se impor como um ponto de vista que nos parece importante e inadiável, que o ponto de vista dos de baixo, em distintos planos. 

Seja pela economia popular ou pelo próprio movimento feminista. E isso para nós é uma virtude. 

Em 2019 se criou muita expectativa de que o feminismo ocuparia novos lugares na representação política e no governo em geral. Como você vê o espaço que o feminismo tem hoje?

Há uma dificuldade enorme entre a exposição da violência e a capacidade de ação. O isolamento obrigatória agrava a vulnerabilidade. A menor possibilidade de contato, de presença, de intervenção real e territorial gera condições piores. Nesse contexto, o Ministério de Mulheres, Gênero e Diversidade é uma conquista muito importante que eu acredito que vem tentando estar à altura. Também passou muito pouco tempo e eu sou paciente para ver as mudanças estruturais. Não são processos que podem se desenvolver tão rápido. Passar de uma política de cortes a ter orçamento destinado ao combate à violência, do fechamento de locais de acolhimento à políticas de proteção são mudanças muito grandes. E isso está em construção.  

Há medidas de suporte. A linha 144 foi ampliada [equivalente ao 180 do Brasil], as trabalhadoras que recebem as denúncias tiveram um bônus salarial. Melhorar seus salários é importante porque implica que percebam que são importantes e uma peça chave do Estado destinada a acolher as companheiras que sofrem violência. Claro que isso não é suficiente nessa sociedade onde cada medida que lançamos possivelmente ainda não esteja salvando nossas companheiras. 

Na linha de frente contra o vírus estão sobretudo as trabalhadoras que cumprem tarefas profundamente “feminizadas”, sem o devido reconhecimento salarial. Também com relação às tarefas de cuidado no lar, que sempre têm à frente as mães, as chefas do lar que não recebem nenhum reconhecimento da sociedade por seu trabalho. Nós, as feministas, temos uma visão particular sobre a pandemia que inclui também essas questões. 

Como é o seu vínculo com o movimento feminista hoje?

Estou vinculada da mesma forma de sempre. Sinto que faço parte. Sempre fui uma militante do movimento feminista e sigo sendo. O fato de ser legisladora não me tira isso. Ser legisladora só me dá a possibilidade de projetar minha voz um pouco mais alto ou tentar fazer com que tenha influência nas decisões que se tomam num lugar específico, mas minha noção e meu pertencimento a essa causa segue sendo a partir do lugar de militante. Este ano foi mais difícil nos encontrarmos em nossos lugares comuns e não teve tanto a ver com a mobilização, mas com as redes que seguimos tecendo virtualmente eu me sinto profundamente parte. 

Acredita que há coisas que não estão sendo ditas em relação aos adolescentes a pandemia? Como você avalia os discursos sobre os jovens que circulam durante essa crise?

Diferente dessa história que se conta, de que o adolescente quer estar fora e tudo isso, ao meu redor eu os vejo muito respeitosos e cuidadosos com tudo que implica esse processo. Eu por exemplo tenho 20 anos e estou no grupo de risco. E isso acontece com um monte de outros jovens. E eles entendem e estão em suas casas se cuidando, ainda que haja alguns que preferiram ir à praça dizer que o vírus não existe. Mas aí também há sempre o prazer do adulto de explicar as coisas como se nós não fossemos capazes de entender. Esses mitos de que os jovens eram os que iam quebrar a quarentena e etc, não creio que condizem com a realidade. Não sei se precisa aprofundar um olhar sobre a juventude, acho que deveriam levar em consideração a visão da juventude sobre si mesma e se dar conta de que estamos dois dedos à frente. 

Como você imagina o mundo pós-pandemia?

Não sei. Não posso dizer que mundo teremos em um mês. Creio que não seria bom acelerar. 

Entendo que é uma tarefa fundamental pesar o depois, mas creio que é colocar muita pressão e querer ter a capacidade de intelectualização para responder o que vem pela frente. Estão desejando “voltar à normalidade”. Mas que significa essa normalidade e qual foi o preço? 

Temos que poder delinear ao menos estas questões para estar prontos para o mundo que está por vir. 

Na verdade, para construir o mundo que está por vir. Temos que poder colocar termos e condições aos modos de vida e de exploração desse mundo para nos assegurarmos de que não nos toquem as mesmas coisas, que possamos mudar em tempo alguns eixos fundamentais, ter um mundo sustentável. Não é muito concreto isso que digo porque também cada um lida com suas próprias angustias e frustrações nessa quarentena e é difícil canalizar isso em uma expectativa contundente e clara do que vai vir depois, mas sabemos que estaremos aí de peito aberto. Sobretudo agora que temos tanta saudade de fazê-lo e que claramente entendemos qual é o risco de não militar para mudar a história.

Fonte: Página 12

Monumentos de Palmeira dos Índios recebem máscaras de proteção

 

GERAL

Por Lucianna Araújo/Assessoria  0

 

Objetivo é reforçar a importância da barreira contra a Covid-19

 

Ouso de máscaras é uma importante barreira de proteção bastante recomendado por especialistas durante este momento de pandemia. Por isso, o Governo do Povo de Palmeira dos Índios, com o intuito de alertar à população sobre a necessidade desta ação preventiva contra a Covid-19, o novo coronavírus, colocou máscaras em alguns monumentos históricos da cidade. Quem primeiro recebeu a máscara foi a escultura do escritor alagoano Graciliano Ramos, em uma das principais entradas da cidade, próximo à Rodoviária. Em seguida, foi a vez da estátua da índia, na Praça Moreno Brandão, mais conhecida como Praça do Açude.

O cartão postal mais importante da cidade não poderia ficar de fora desta campanha de incentivo ao uso de máscaras. O Cristo Redentor, no alto da Serra do Goiti, reforça a necessidade de usar a proteção, que pode evitar a contaminação pelo vírus. A estátua de Monsenhor Macêdo, na Praça que leva o mesmo nome do religioso, no Centro da cidade, também recebeu o aparato. "É uma campanha simbólica para lembrarmos à população o quanto é importante o uso da máscara de proteção. Inclusive, é obrigatório em todo o estado, fomos os pioneiros nisso e já fizemos a distribuição de cem mil itens para a população. Pedimos que todos continuem se cuidando, com as medidas de higiene necessárias para evitar o vírus e continuem usando as máscaras para o bem de cada um de nós", disse o prefeito Júlio Cezar.
 

 



 



GERAL

Por Lucianna Araújo/Assessoria  0

 

Objetivo é reforçar a importância da barreira contra a Covid-19

Ouso de máscaras é uma importante barreira de proteção bastante recomendado por especialistas durante este momento de pandemia. Por isso, o Governo do Povo de Palmeira dos Índios, com o intuito de alertar à população sobre a necessidade desta ação preventiva contra a Covid-19, o novo coronavírus, colocou máscaras em alguns monumentos históricos da cidade. Quem primeiro recebeu a máscara foi a escultura do escritor alagoano Graciliano Ramos, em uma das principais entradas da cidade, próximo à Rodoviária. Em seguida, foi a vez da estátua da índia, na Praça Moreno Brandão, mais conhecida como Praça do Açude.

O cartão postal mais importante da cidade não poderia ficar de fora desta campanha de incentivo ao uso de máscaras. O Cristo Redentor, no alto da Serra do Goiti, reforça a necessidade de usar a proteção, que pode evitar a contaminação pelo vírus. A estátua de Monsenhor Macêdo, na Praça que leva o mesmo nome do religioso, no Centro da cidade, também recebeu o aparato. "É uma campanha simbólica para lembrarmos à população o quanto é importante o uso da máscara de proteção. Inclusive, é obrigatório em todo o estado, fomos os pioneiros nisso e já fizemos a distribuição de cem mil itens para a população. Pedimos que todos continuem se cuidando, com as medidas de higiene necessárias para evitar o vírus e continuem usando as máscaras para o bem de cada um de nós", disse o prefeito Júlio Cezar.
 

 



 



Christiane Bulhões assume interinamente a Prefeitura de Santana do Ipanema

Prefeito Isnaldo Bulhões está licenciado recebendo tratamento para se recuperar da Covid-19.
Por: Redação Sertão na Hora  
 
 Foto: Jean Souza

A vice-prefeita de Santana do Ipanema, Christiane Bulhões (MDB), assumiu interinamente a Prefeitura nesta quinta-feira (4). Ela ficará a frente do Poder Executivo devido ao licenciamento do prefeito Isnaldo Bulhões (MDB), que está recebendo tratamento para se recuperar da Covid-19.

Em razão das medidas de distanciamento social adotadas diante da pandemia provocada pelo novo coronavírus, a solenidade de posse contou apenas com as presenças do chefe de Gabinete, Cleudson Nobre e do secretário de Gestão de Pessoas, Antônio de Pádua.

Em nota, a prefeita disse que passará o período determinada a manter o intento do prefeito Isnaldo Bulhões e com o mesmo amor que ele tem por Santana. Confira a nota na íntegra:

Carta ao povo santanense,

Hoje assumo, interinamente, o mandato como Prefeita de Santana do Ipanema, em virtude do afastamento, por motivos de saúde, do prefeito Isnaldo Bulhões. Confesso que se tivesse direito de escolha,  não seria esse o momento que  ocuparia o honroso cargo, que já foi ocupado por duas vezes por minha mãe, a senadora Renilde Bulhões, e que hoje é ocupado pela segunda oportunidade por meu pai, prova do carinho e da confiança de vocês para com nossa família. Assumo no momento mais difícil e mais preocupante que eu, meus irmãos e toda nossa família está passando, mas a obrigação que o cargo me impõe e o compromisso com nosso município me convocam a enfrentar.

O coronavírus é nosso inimigo maior neste momento tortuoso que vive nosso país, juntos lutaremos incansavelmente para diminuir as perdas dessas famílias que vem sendo vítimas deste vírus tão devastador.

Peço também orações à Nossa Senhora Santana por todos que estão nesta situação difícil, aguardando a recuperação de pessoas queridas, de parentes amados, que no atual momento estão sendo separados por esta crise sanitária que o mundo está passando.

O momento pede fé e coragem, e digo ao povo de Santana do Ipanema que isso não me falta.

Passarei esse pequeno período, determinada a manter o intento do prefeito Isnaldo Bulhões e com o mesmo amor que ele tem por nossa terra.

Christiane Bulhões

Prefeita Interina de Santana do Ipanema.

 

AMA recomenda Junho sem fogos e fogueira para o combate da covid-19

O MPE-AL também emitiu recomendação para as prefeituras
Por: Redação Sertão na Hora  
 
 Foto: Reprodução

O mês de junho é tradicional para o Nordeste que festeja os dias dos santos Pedro, Antônio e João. Porém, 2020 está sendo um ano atípico e devido a pandemia de covid-19, a Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) recomenda que não soltem fogos, nem acendam fogueiras.

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) também recomendou às prefeituras que em respeito à saúde da população, e, em cumprimento aos Decretos Estaduais e Municipais, abstenham-se de promover quaisquer festejos juninos.

Segundo especialistas, a dificuldade respiratória provocada pela fumaça pode funcionar como uma porta de entrada para diversas infecções, como o coronavírus, que causa a Covid-19. Outro fator é que quem está se recuperando de Covid-19 não pode ter contato com a fumaça, pois tende agravar a doença.

As pessoas asmáticas estão sujeitas a necessitar de urgência hospitalar e, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), 61% do total de leitos para tratamento do novo coronavírus ocupados. Nos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), esse índice é maior, chegando a preocupantes 76% de ocupação em todo o estado.

“Sei que é a tradição do Nordeste, mas estamos pensando em vagas nos hospitais, que estão cada vez mais lotados. Todos os anos temos elevação de internação dos alérgicos ou por causa de acidentes de fogos. Com as fogueiras também surge o costume de reunir as pessoas e isso só aumenta nossa responsabilidade em fiscalizar as aglomerações”, destacou a presidente da AMA, Pauline Pereira.

Os prefeitos estão empenhados em aderir a campanha e buscar formas de conscientizar a população, mas se preocupam com a fiscalização. “Inhapi por exemplo nas 7.000 residenciais espalhadas em todo o território do município como a prefeitura com apenas 5 guardas municipais vai conseguir fiscalizar e proibir?”, destacou o prefeito de Inhapi, José Cícero.

 

 

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