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Ciclistas santanenses e convidados fazem Treinão MTB em Santana do Ipanema

ESPORTES

Por José Malta Fontes Neto - Jornalista MTB/AL 1740  1

Largada da categoria Elite

Evento reuniu ciclistas de 5 municípios Alagoanos e um Pernambucano

Com a organização do ciclista Vitor Farias e apoio do personal Fred Adventure, ciclistas santanenses e convidados participaram no último domingo de um Treinão MTB em Santana do Ipanema.

O treino reuniu ciclistas de Santana do Ipanema, Canapi, Major Izidoro, Monteirópolis, Ouro Branco e Águas Belas/PE, num percurso de 12,5 Km com um determinado número de voltas por categorias, boa altimetria e trilhas especiais.

Participaram 45 ciclistas, divididos em quatro categorias: Elite, Turismo, Iniciante e Feminino. O percurso foi desenvolvido pelos ciclistas na seguinte forma: iniciante e feminino 2 voltas – 25 km; Turismo 3 voltas – 37,5 km e Elite 04 voltas – 50 km.

A largada do treinão aconteceu na comunidade Baixio e o percurso foi o seguinte: após a largada os ciclistas foram até a Barra do Tigre, seguindo a esquerda às margens do Riacho Camoxinga até o acesso à estrada para a comunidade Camoxinga dos Teodósios, seguindo novamente a esquerda retornando, passando pela comunidade Água Fria e novamente acessando a estrada que da acesso a largada.
 

Mapa da prova


Ao final do percurso o resultado foi o seguinte:

Feminino:
1º lugar: Nina Bolt – Santana do Ipanema
2º lugar: Carolina - Santana do Ipanema
3º lugar: Joyce Kamila - Santana do Ipanema
4º lugar: Cinthia - Santana do Ipanema
5º lugar: Rosana - Monteirópolis

Iniciante:
1º lugar: José Cicero – Águas Belas
2º lugar: Pedro – Águas Belas
3º lugar: Rogério – Águas Belas
4º lugar: Joseilson – Ouro Branco
5º lugar: Manoel - Santana do Ipanema

Turismo:
1º lugar: José Roberto – Ouro Branco
2º lugar: Fábio Júnior – Santana do Ipanema
3º lugar: Renato – Santana do Ipanema
4º lugar: Paulinho - – Santana do Ipanema
5º lugar: Jadson – Santana do Ipanema

Elite:
1º lugar: Tiago – Santana do Ipanema
2º lugar: Diego – Santana do Ipanema
3º lugar: Junior Ferreira – Major Izidoro
4º lugar: Vitor – Santana do Ipanema
5º lugar: Marcondes – Canapi

Ciclista Vitor Farias


O ciclista Vitor Farias, que organizou a prova também participou na categoria elite e nas suas redes sociais ele destacou a sua participação no evento.

Evento realizado no último domingo, sendo idealizado por mim, com o intuito incentivar e agregar ao esporte aqui na cidade.

Sobre a corrida, eu fui na categoria Elite, a largada foi ritmo leve, o pessoal não tava querendo forçar no começo, mas após os 5 km iniciais ao adentrar em um trecho mais técnico começaram as primeiras acelerações.

Segui firme com o pelotão da frente durante a primeira volta das 4 totais, sendo cada uma de 12 km. É um trecho bem rápido que exigente do atleta.

Na subida da segunda volta os atletas Diego Gomes, Thiago Gomes e Júnior atacaram e largaram na subida, ficando escapados. Sobrei com Marcones, mas, ainda assim, estávamos sozinhos no segundo pelotão.

Fizemos a 2 juntos, no meio da 3 volta o Neto de Jacaré se juntou a gente, e assim seguimos no final da 3 e 4 volta juntos. Eu comecei a ter um incomodo na coxa esquerda, então decidi diminuir a passada e guardar para o final.

Quanto estávamos a 300 metros da chegada eu ataquei e consegui finalizar o Treinão em 4 lugar.

Fiquei feliz com o meu desempenho, apesar das adversidades.

VITOR FERREIRA – CICLISTA E ORGANIZADOR DO TREINÃO

 

Chuva que causou estragos na cidade de Santana enche barreiros e leva esperança aos agricultores

GERAL

Por ASCOM Santana do Ipanema  0

 

 

As fortes chuvas que caíram em Santana do Ipanema na terça (17) e quarta-feira (18), causaram estragos em algumas ruas da cidade, porém na zona rural, encheu barreiros e levou esperança e alegria aos agricultores familiares.

Em janeiro, a Prefeitura de Santana do Ipanema, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente e de Recursos Hídricos lançou o Programa Limpeza de Barreiros e Barragens da Agricultura Familiar.

Dois dos vários barreiros que receberam os serviços estão situados no Sítio Lagoa do João Gomes. Sem a mínima condição de armazenar água, os dois mananciais estavam secos e só servindo de área para pastagem natural. Após ser limpo e ficar ápto a armazenar água, na primeira chuva que deu os barreiros encheram, alegrando e trazendo esperança aos proprietários.

O Programa está beneficiando mais agricultores familiares de Santana do Ipanema.

Após visitas a bairros da capital, coordenador do Gabinete para Enfrentamento à Covid-19 diz que cenário é preocupante

  • Redação*
  • 24/02/2021 15:09
  • Maceió
 

Apesar do crescimento do número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, o coordenador do Gabinete de Gestão Integrada para o Enfrentamento à Covid-19, Claydson Moura, em visita a diversos bairros da capital constatou, nesta quarta-feira, dia 24, um cenário preocupante de descumprimento do distanciamento e uso de máscaras, principalmente na periferia.

Segundo a assessoria de Comunicação Moura reforçou que a população precisa fazer a sua parte para que não sejam necessárias ações mais restritivas, como o fechamento do comércio. Por isso, as pessoas precisam cumprir as medidas necessárias, como distanciamento social, higienização das mãos e uso de máscara.

“A prefeitura chama atenção ao que a mídia nacional tem mostrado. Muitas cidades e muitos estados já estão fazendo lockdown. Pernambuco tem 63 cidades fechando o comércio entre 20h e 5h, e sabemos que isso é muito prejudicial para o desenvolvimento econômico, para a economia e, sobretudo, para os pequenos comerciantes”, declarou.

Feiras e mercados

A situação mais grave de descumprimento das medidas de prevenção ao coronavírus, segundo Moura, foi observada nas feiras livres e mercados públicos. Os locais têm grande concentração de pessoas e, ao mesmo tempo, a maioria nem sequer usa mais a máscara.

Aos demais estabelecimentos comerciais – incluindo bares -, o coordenador também orienta que reforcem o distanciamento, mantenham clientes sentados, usem máscara e façam a medição de temperatura de clientes e funcionários. 

“Agora não é hora de faturar a todo o custo, é hora de manter o setor funcionando, mas com responsabilidade”, destacou.

*Com assessoria - Fonte: CadaMinuto.com.br

Monitor de Secas indica volta da seca grave em Alagoas em janeiro

Áreas com seca grave voltaram a ser registradas em 6,71% do estado. Este grau do fenômeno não acontecia em Alagoas desde fevereiro de 2020

↑ Sertão alagoano (Foto: Adailson Calheiros / Arquivo)

A última atualização do Monitor de Secas aponta que em Alagoas, em janeiro, houve uma piora da seca no Sertão, marcada pelo agravamento do fenômeno, que passou da categoria moderada para grave, severidade que não era registrada desde fevereiro de 2020 e que foi identificada em 6,71% do território alagoano. Também aconteceu a expansão da área com seca moderada no estado, que passou de 14,12% para 16,99% entre dezembro e janeiro. A piora das condições se deve às chuvas abaixo da média observadas e ao aumento nas temperaturas em janeiro. Desde outubro de 2020, há seca em 100% do território. Os impactos permanecem de curto prazo no Litoral e no Agreste e de curto e longo prazo no Sertão.

Em janeiro deste ano, as áreas com seca tiveram aumento em nove das 20 unidades da Federação acompanhadas pelo Monitor de Secas em comparação a dezembro de 2020: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Rio de Janeiro. Já em 13 unidades da Federação, 100% de seus territórios registraram seca no último mês: Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O Piauí se manteve com cerca de 92% de sua área com seca em relação ao mês anterior. A redução de áreas com o fenômeno aconteceu somente no Maranhão.

Foto: Divulgação/Assessoria

Em termos de severidade do fenômeno, 12 estados tiveram o agravamento da seca entre dezembro e janeiro: Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Em outras quatro unidades da Federação, o grau de severidade da seca se manteve: Bahia, Distrito Federal, Maranhão e Rio de Janeiro. Por outro lado, em quatro estados aconteceu uma atenuação da seca: Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

No Nordeste, devido às chuvas abaixo da média e ao aumento das temperaturas em janeiro, houve leve piora na condição de seca, marcada pelo aumento das áreas com seca fraca e/ou moderada em parte do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Bahia. A porção de seca grave no norte de Sergipe também se expandiu, passando a influenciar parte do território alagoano. Por outro lado, houve uma pequena redução da área com seca moderada no Maranhão, devido à ocorrência de chuvas acima da normalidade.

Já no Sudeste houve piora do cenário, com o agravamento da seca em áreas de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. O Monitor também identificou o aumento de áreas com seca fraca em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Tanto as precipitações abaixo da normalidade quanto as temperaturas acima da média contribuíram para esse cenário. Apenas no sudoeste de São Paulo ocorreu melhora, com suavização da seca, devido às precipitações acima da média.

No Sul a atenuação da severidade da seca aconteceu nos três estados, devido às chuvas acima da normalidade nos últimos meses. Pelo mesmo motivo, houve mudança na linha de impactos, deixando grande parte do Paraná e Santa Catarina sob impactos somente de longo prazo.

Nas demais áreas cobertas pelo Monitor, em decorrência das precipitações abaixo da média, a seca grave avançou em Tocantins assim como a seca fraca passou a existir em 100% do Distrito Federal. Em contrapartida, ocorreu abrandamento do fenômeno em boa parte de Mato Grosso do Sul, devidos aos acumulados de chuvas acima da média.

Clique aqui para verificar a situação de janeiro de 2021 em todas as 20 unidades da Federação acompanhadas pelo Monitor de Secas.

O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo. Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessada tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS.

Com uma presença cada vez mais nacional, o Monitor agora abrange as cinco regiões do Brasil, o que inclui os nove estados do Nordeste, os três do Sul, os quatro do Sudeste, Tocantins, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. O processo de expansão continuará em 2021 até alcançar todas as 27 unidades da Federação. O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que atuam em sua elaboração.

O Monitor de Secas é coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), com o apoio da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME), e desenvolvido conjuntamente com diversas instituições estaduais e federais ligadas às áreas de clima e recursos hídricos, que atuam na autoria e validação dos mapas. Em Alagoas, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH) é o órgão que atua no Monitor de Secas. Por meio da ferramenta é possível comparar a evolução das secas nos 19 estados e no Distrito Federal a cada mês vencido.

Em operação desde 2014, o Monitor de Secas iniciou suas atividades pelo Nordeste, historicamente a região mais afetada por esse tipo de fenômeno climático. No fim de 2018, com a metodologia já consolidada e entendendo que todas as regiões do País são afetadas em maior ou menor grau por secas, foi iniciada a expansão da ferramenta para incluir outras regiões.

A metodologia do Monitor de Secas foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica uma seca relativa – as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região – ou a ausência do fenômeno.

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Fonte: Assessoria

 
 

Comentári

Piranhas voltam a atacar banhistas na "Prainha da Bomba" em Pão de Açúcar

  • Redação com Pão de Açúcar Notícias
  • 24/02/2021 00:51
  • Cidades
 
Pão de Açúcar Notícias

Cerca de dez banhistas ficaram feridos e deram entrada na Unidade Mista de Saúde Dr Djalma Gonçalves dos Anjos, nos dois últimos finais de semana, após ataques de piranhas ( pirambebas, ou piranha branca) na praia de Pão de Açúcar, Sertão de Alagoas. Há cerca de um ano não havia registro de ataques incisivos da espécie no local.

Segundo informações colhidas junto ao hospital da cidade, dedos das mãos e pés, além de calcanhares são os locais mais atingidos. Em alguns casos, o local do ferimento necessita ser suturado. O último final de semana deixou um saldo de cinco pessoas feridas.

Os relatos dos pacientes apontam que os ataques ocorrem com maior frequência na "Prainha da Bomba", nas proximidades do Morro do Cavalete, mas já há registros de casos que ocorreram ao longo da praia, em frente ao local onde ficam instaladas barracas móveis dos comerciantes.

Lacen explica métodos para identificação de nova variante da Covid-19

↑ Antes de enviar amostra à Fiocruz, Lacen faz o sequenciamento genético (Foto: Agência Alagoas)

Com o surgimento da variante da Covid-19, Alagoas se tornou mais um Estado brasileiro a ter o registro da nova cepa do vírus em circulação. Para a identificação da variante P1 do novo coronavírus, o Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL) realiza a análise da amostra e, confirmando o caso, utiliza métodos de seleção antes de enviar o material para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, laboratório de referência nacional indicado pelo Ministério da Saúde (MS).

Um dos critérios é a busca ativa de pacientes que viajaram para algum dos estados em que a nova cepa está em circulação ou que tiveram contato com alguém que esteve em alguma dessas localidades. De acordo com Anderson Brandão, gerente do Lacen/AL, outra frente de trabalho feita pelo órgão é a busca aleatória, no qual alguns diagnósticos feitos pelo laboratório alagoano são selecionados e enviados para a Fiocruz.

“Esses exames são encaminhados para a Fiocruz, local onde será feito o sequenciamento genético para indicar quais variantes estão presentes naquelas amostras. Nos exames da busca ativa vamos confirmar ou não da suspeita da infecção daquele paciente pela nova cepa. E na busca aleatória, nós vamos conhecer, de uma forma amostral, quais são as variantes que estão em circulação no Estado”, explica o gerente do Lacen/AL.

A seleção dessas amostras enviadas pelo Lacen/AL à Fiocruz é feita com base na carga viral, que deve ser alta para que o sequenciamento genético aconteça de maneira eficaz. “Quando os exames para a detecção da Covid-19 chegam até o Lacen/AL, todas as amostras são processadas, e separadas seguindo alguns critérios, e a identificação dessa variante só acontece quando é possível isolar esse vírus, e para isso é preciso que a carga viral do paciente esteja alta. E nos casos em que os pacientes positivos apresentarem uma carga viral baixa, não será possível isolar o vírus e o sequenciamento não poderá ser feito”, explicou Anderson Brandão.

O Ministério da Saúde definiu o laboratório da Fiocruz como referência para fazer esse monitoramento. Todas as amostras são processadas seguindo um mesmo critério, passando pelos mesmos profissionais e utilizando os mesmos equipamentos. A estratégia do ministério foi utilizada para evitar qualquer tipo de divergência no resultado de identificação das variantes.

Pacientes manauaras – O Lacen/AL também solicitou a análise para a detecção da nova cepa da Covid-19 em todos os pacientes que vieram de Manaus (AM) para serem tratados em Maceió, após o colapso da rede hospitalar da capital amazonense.“Vale ressaltar, que esses pacientes já estavam em um período mais avançado da doença e muitos deles já não possuíam partículas virais ativas, que pudessem contaminar outras pessoas. Mas, apesar disso, o Estado de Alagoas buscou fazer o sequenciamento genético para saber se esses pacientes possuíam ou não a nova variante da covid-19”, disse o gerente do Lacen/AL.

Sintomas iguais – De acordo com Anderson Brandão a variante P.1 da Covid-19 possui os mesmos sintomas clínicos da antiga cepa do vírus. “A única diferença que estamos notando até agora é a transmissibilidade do vírus, que está tendo um poder de disseminação maior, com isso ele consegue se espalhar muito mais rápido do que a variante anterior. Por isso precisamos reforçar os cuidados de higiene, do uso da máscara e manter o distanciamento social, respeitando o isolamento social”, finalizou.

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Fonte: Agência Alagoas

Apoiada pelo governo, PEC Emergencial acaba com piso para gastos em educação e saúde

22/02/2021 23:43Na avaliação do governo, o Congresso precisa assumir com mais ênfase a condução do Orçamento.Apoiada pelo governo, PEC Emergencial acaba com piso para gastos em educação e saúde

A versão preliminar do relatório da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial prevê a extinção dos valores mínimos a serem aplicados em educação e saúde. O fim do piso setorial valeria para União, estados e municípios.

Isso faz parte do pacote de medidas em avaliação pelo relator da PEC, senador Márcio Bittar (MDB-AC). O objetivo do projeto é apresentar um conjunto de ações de redução de despesas para o ajuste das contas públicas e, além disso, viabilizar uma nova rodada do auxílio emergencial, em 2021, a trabalhadores informais e desempregados.

Nos bastidores, a equipe econômica apoia a desvinculação dos pisos sobre saúde e educação. Na avaliação do governo, o Congresso precisa assumir com mais ênfase a condução do Orçamento.

O governo defende a aprovação da PEC com o discurso de que representa o que chama de "protocolo fiscal futuro", que inclui desindexações e desvinculações obrigatórias do Orçamento e compromissos de responsabilidade fiscal.

Desde 2018, o cálculo do piso para saúde e educação para a União é com base no valor desembolsado em 2017 corrigido pela inflação do período. Para 2021, estima-se R$ 123,8 bilhões para a saúde e R$ 55,6 bilhões para educação.

O projeto de Orçamento de 2021 prevê a aplicação de R$ 98,9 bilhões em manutenção e desenvolvimento do ensino, e R$ 124,6 bilhões em ações e serviços públicos de saúde, segundo cálculos da Consultoria de Orçamento da Câmara.

Para estados e municípios, o piso constitucional varia. Para educação, estados e municípios precisam investir 25% da receita. No caso dos serviços de saúde, é de 12%, para estados, e 15% para prefeituras.

O fim dos valores mínimos previstos na Constituição já havia sido defendido por Bittar em tentativas anteriores de destravar a votação da PEC Emergencial. Ele argumentou, na época, que cada governante deve ter a liberdade de decidir onde aplicar o dinheiro.

Em entrevista à Globonews, o senador afirmou nesta segunda-feira (22) que o apoio à desvinculação dos gastos com saúde e educação cresceu no Congresso recentemente e citou que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), eleito no início de fevereiro, também defende a proposta.

"Devolver aos municípios e aos estados e à União o poder de legislar uma das leis mais importantes que é a do Orçamento. Até porque vincular o Orçamento da União, que é o único país democrático no mundo que tem esse grau de vinculação, não resolveu nada", afirmou.

A versão preliminar do relatório também prevê o fim da transferência de recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) para o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). Isso chegou a ser proposto na reforma da Previdência.

Esses recursos são financiados com o PIS/Pasep. A Constituição determina que, pelo menos, 40% das receitas do PIS/Pasep serão destinadas ao BNDES para financiar os programas de desenvolvimento econômico.

A PEC Emergencial está programada para ser votada nesta quinta-feira no plenário do Senado.

Durante reunião de líderes na quinta-feira (18), havia ficado acertado a apresentação de um relatório da PEC Emergencial desidratado, sem as medidas polêmicas que vem dificultando a sua tramitação no Senado, como o corte no salário e jornada de servidores públicos.

A aprovação da PEC, mesmo numa versão mais enxuta que o projeto original, abriria o caminho para o envio da proposta de auxílio emergencial.

O governo mantém sua disposição inicial de pagar três parcelas de R$ 200 do auxílio emergencial e aceita uma negociação que chegue ao limite de R$ 250 em quatro parcelas. Bittar, porém, tem defendido uma faixa mais alta, entre R$ 250 e R$ 300. O senador também é relator da proposta de Orçamento de 2021, que ainda não foi aprovada pelo Congresso.

A expectativa do ministério é editar uma MP (medida provisória) oficializando o novo auxílio assim que a PEC for aprovada nas duas Casas. Há uma possibilidade de a medida sair após a votação dos senadores, desde que haja permissão para tanto no texto a ser apreciado.

O governo quer iniciar os pagamentos em março e trabalha com a possibilidade de um acordo com o comando do Congresso para que a MP seja publicada com o valor definido para o benefício, sem risco de ser ampliado quando for votada pelos parlamentares.

Segundo integrantes da equipe econômica, a despesa com o novo auxílio deve ficar em R$ 30 bilhões, podendo chegar a R$ 40 bilhões a depender do valor final e das parcelas.

A versão preliminar do relatório da PEC não determina um valor para o auxílio nem o custo do programa. O texto propõe que o gasto não será contabilizado na meta fiscal do ano.

No início de fevereiro, Congresso e a equipe econômica haviam chegado a um acordo para uma nova rodada do auxílio emergencial, que seria pago entre março e maio, com a possibilidade de prorrogá-lo até junho.

A condição seria justamente a aprovação de uma PEC com medidas de ajuste fiscal.

A PEC prevê uma série de ações a serem adotadas em caso de crise nas contas públicas. No caso da União, os mecanismos poderão ser acionados a partir do momento em que a relação entre despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos sobre as despesas totais sujeitas ao teto supere 95%.

Além disso, o texto prevê um protocolo a ser seguido em caso de novo estado de calamidade pública. Nos bastidores, o governo cita o veto a reajuste de servidores e uso de recursos de fundos, como o penitenciário.

 

Fonte: rotadosertao.com / Com informações da Folhapress  

Crédito Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

Prefeitura de Santana está recuperando as ruas danificadas pelas fortes chuvas

OBRAS

Por ASCOM Santana do Ipanema  0

 

 

APrefeitura de Santana do Ipanema, por meio da Secretaria de Infraestrutura, está recuperando as vias urbanas que foram danificadas pelo grande volume de água que caiu no município na terça (16) e quarta-feira (17).

A ação foi iniciada na quarta-feira no dia seguinte a primeira chuva, no entanto, no final do dia, outro temporal atingiu o município, danificando mais ruas.

Os trabalhos tiveram continuidade na quinta (18) e sexta (19) e segue até que todas as ruas sejam recuperadas para restabelecer a trafegabilidade e mobilidade.
 

 



Terça, 23 Fevereiro 2021 16:06

Sinceridade ou grosseria?

Sinceridade ou grosseria?

  •  
  • 22/02/2021 18:34
  • Encontre-se por Carol Fontan

DEPENDE DE ALGUNS FATORES 😁
É muito comum presenciarmos grosseria disfarçada de sinceridade, porém, precisamos entender a diferença entre ambos.

A sinceridade é uma comunicação assertiva, é algo positivo e que oferece ganhos tanto para quem diz como para quem escuta.

Entretanto, se a intenção estiver carregada de ideias ofensivas a ponto de não agregar em nada ao outro, é sinal de baixa autoestima de quem fala, são alfinetadas travestidas de sinceridade, ditas por pessoas que projetam as próprias fraquezas nos outros.

Também há aqueles que são mais sensíveis e que usam de uma comunicação mais indelicada de forma proposital para que mantenham uma certa distância como uma forma de defesa.

Já outros são centrados demais em si e adoram essa característica da “sinceridade” e se denominam sinceros pois acreditam se tratar de uma qualidade, e ignoram o outro, os limites, as emoções. Fazem questão de praticar a sinceridade custe o que custar e não percebem a razão das pessoas se afastarem...

Para a sinceridade não se tornar uma grosseria é preciso observar o tom de voz, a elevação, as ênfases, para quem se diz , o momento certo, no lugar certo e tudo isso com uma bagagem elegante.

É preciso também ter um mínimo de relacionamento para com a outra pessoa, caso contrário, qualquer opinião pessoal pode soar como grosseira.

Pense bem antes de falar, e para quem vem sendo alvo de grosserias, pode simplesmente retribuir com educação: solicite que seja mais claro, polido e calmo. Pessoas grosseiras não estão acostumadas com educação e isso já quebra um padrão.

E aí gostou do post? Então já envia prazamigas 🤗.


 

Mário do Laboratório cobra providências da Tim e pede extensão do sinal aos povoados São Félix e Óleo
Por: Redação Sertão na Hora  
 
 Foto: Jean Souza

O vereador Mário Siqueira, o Mário do Laboratório (MDB), utilizou-se de um ofício para solicitar a Operadora Tim providências para restabelecer o sinal, bem como estender para a zona rural de Santana do Ipanema. O ofício foi protocolado na Câmara dos Vereadores durante a sessão da sexta-feira (19).

O sinal da operadora está com estabilidade desde 27 de dezembro de 2020, quando a torre utilizada pela empresa de telefonia móvel pegou fogo na Serra da Microondas, em Santana. Desde então, a população “está na mão” com o péssimo serviço ofertado pela empresa. O sinal não pega em toda área urbana de Santana, que antes funcionava, e opera com deficiência em quase toda cidade.

No ofício, o vereador lembrou que essa instabilidade impossibilita a comunicação via telefone.

Mário do Laboratório solicitou uma nota de esclarecimento e pediu que as providências fossem tomadas para normalizar o serviço.

O parlamentar também solicitou que fosse feita uma extensão para atender os Povoados São Félix e Óleo.

O vereador Elielson da Silva (PL), usou a tribuna para reforçar o pedido de Mário e disse que a extensão pra zona rural é de fundamental importância.

 

 

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